Polícia
Professor é encontrado morto dentro de casa em Rondônia
Um professor de 55 anos, identificado como Otávio, foi encontrado morto nesta quarta-feira (7), em uma residência situada na Rua Curitiba, no bairro Nova Brasília, em Ji-Paraná.
A situação foi atendida por equipes da Polícia Militar e da Perícia Técnico-Científica. Os profissionais realizaram os procedimentos no imóvel e coletaram informações que poderão ajudar a esclarecer o que aconteceu.
Durante a perícia, cartas foram localizadas dentro da residência. O material deverá passar por análise e poderá auxiliar as autoridades na investigação das circunstâncias da morte.
A notícia causou comoção entre alunos e ex-alunos do professor. Conforme relatos, Otávio era conhecido por ser uma pessoa querida e mantinha proximidade com integrantes da comunidade escolar ao longo de sua trajetória profissional.
Depois dos trabalhos periciais, o corpo foi liberado e encaminhado pela funerária de plantão.
A causa da morte ainda não foi esclarecida oficialmente. As circunstâncias do caso serão apuradas pelas autoridades competentes.
Polícia
Jovem é executado com tiro na cabeça em Rondônia
Um jovem de 22 anos foi morto com um tiro na cabeça na noite de terça-feira (29), na Rua Ulisses Guimarães, no Setor 7, em Buritis, Rondônia.
A vítima foi identificada como Gleidson Rodrigo Pereira Lucas. Ele foi atingido por um disparo na cabeça e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre como ocorreu a abordagem, nem sobre a identidade de quem efetuou o disparo. Também não há informações confirmadas sobre a presença de outras pessoas no momento do crime.
A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que deverão apurar a dinâmica do crime e buscar identificar o responsável pela morte.
Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.
Polícia
Menina de 6 anos é achada morta dentro de casa no interior
Uma menina, de 6 anos, foi encontrada morta dentro de casa, nessa quarta-feira (7/10), no Residencial Santa Luzia, em Santa Cruz das Palmeiras, interior de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, Kallynny Mayttê do Nascimento da Silva foi achada deitada em uma cama e sem sinais de violência. A residência onde ela estava também não apresentava sinais de arrombamento ou qualquer indício suspeito.
Exames periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística (IC) e o caso é investigado como morte suspeita pela delegacia da cidade. Diligências são realizadas para esclarecer os fatos.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São João da Boa Vista, onde passou por exames necroscópicos e toxicológicos para esclarecer a causa da morte.
De acordo com publicação da Nova Funerária nas redes sociais, a menina seria sepultada nesta quinta-feira (8/10), saindo do Velório Municipal para o Cemitério Municipal de Santa Cruz das Palmeiras.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Justiça Eleitoral condena empresário por esquema de compra de votos
O empresário Marcio Luiz da Silva foi condenado pela 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá a 1 ano e 2 meses de reclusão em regime aberto, além do pagamento de 6 dias-multa, por organizar um esquema de compra de votos na capital mato-grossense durante as eleições municipais de 2020. A sentença, proferida pelo juiz eleitoral Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, concluiu que o réu operou uma estrutura organizada com intermediários, listas manuscritas de eleitores e notas em dinheiro grampeadas a recibos simulados para beneficiar a candidatura a vereador de Frankes Marcio Batista Siqueira, conhecido como “Professor Frankes”. A pena de prisão foi substituída por duas penas alternativas de prestação de serviços ou restrição de direitos.
A investigação teve início em 13 de novembro de 2020, por volta das 21h36, quando uma guarnição da Polícia Militar abordou o réu na Rua São Luiz, no bairro Lixeira, em Cuiabá. Marcio Luiz da Silva conduzia um veículo Peugeot 207 quando tentou simular a entrada no portão de uma residência da qual não possuía a chave do cadeado.
Na busca veicular e pessoal, os policiais apreenderam cerca de 200 santinhos do candidato “Professor Frankes”, uma lista intitulada “RECIBOS RESPONSÁVEL MÁRCIO LIXEIRA”, documentos com dados pessoais e números de títulos de eleitor de dezenas de cidadãos e um modelo de contrato de prestação de serviços eleitorais. Além disso, foram encontrados R$ 2.200,00 em cédulas de R$ 100,00 grampeadas a recibos de “cabos eleitorais” não assinados e outros R$ 1.722,00 em espécie no bolso do acusado, somando o total de R$ 3.922,00.
A perícia realizada no telefone celular Samsung do acusado, autorizada por ele na Polícia Federal, revelou trocas de mensagens e áudios que comprovaram a negociação direta de valores em troca de votos. Interlocutores como Rayza Conceição Silva (“Mulher Deivinho”), e os contatos identificados como “Jefferson” e “Japão Garagem” repassavam fotos de títulos de eleitor e negociavam quantias entre R$ 50,00 e R$ 100,00 por eleitor.
Nas conversas registradas nos autos, o réu exigia a confirmação de que os eleitores estavam com a situação eleitoral regular e com cadastramento biométrico em dia antes de autorizar o pagamento. Em um dos diálogos transcritos no processo, o réu destacou a exigência de checagem prévia: “Esses título aí tudo foi feito biometria, né? Porque a gente vai consultar”.
A decisão judicial destacou que a distribuição dos valores era planejada detalhadamente para a véspera do pleito e disfarçada sob a forma de contratação fictícia de serviços de campanha. Ao analisar a gravidade e a organização da conduta, a sentença registrou:
“O réu montou uma estrutura de compra de votos, com mais de um intermediário (Rayza, “Jefferson”, “Japão Garagem”), listas manuscritas com dados eleitorais de dezenas de pessoas sob sua responsabilidade, recibos simulados de “cabo eleitoral” para dar aparência de licitude aos pagamentos, numerário separado por eleitor e consulta prévia da regularidade dos títulos”.
O réu foi enquadrado no artigo 299 do Código Eleitoral, dispositivo legal que pune a promessa, oferta ou entrega de dinheiro ou qualquer outra vantagem em troca de voto. A defesa sustentou teses de nulidade da abordagem policial, ilicitude do acesso ao celular e atipicidade da conduta, argumentando que se tratavam de meros atos preparatórios e pagamentos de despesas de campanha.
Entretanto, o magistrado rejeitou todas as preliminares e explicou que a corrupção eleitoral é classificada tecnicamente como um crime formal — ou seja, um ilícito que se consuma no momento em que a vantagem é prometida ou oferecida, sem a necessidade de comprovar que o eleitor efetivamente recebeu a quantia ou votou no candidato indicado.
Além da pena de 1 ano e 2 meses de reclusão — fixada inicialmente em regime aberto e convertida em duas penas alternativas restritivas de direitos —, o magistrado determinou a perda definitiva, em favor da União, do celular apreendido e do montante de R$ 3.922,00 que se encontrava depositado em conta judicial. O réu teve isenção de custas por ser assistido pela Defensoria Pública da União.
Como o réu respondeu ao processo sem prisão preventiva, o juiz concedeu o direito de recorrer em liberdade. Caso a condenação seja mantida após o esgotamento de todos os recursos, a Justiça Eleitoral providenciará a suspensão dos direitos políticos de Marcio Luiz da Silva pelo período em que durarem os efeitos da condenação.
Fonte: Olhar direto
