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Nem toda violência contra a pessoa idosa deixa marcas no corpo

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Nem toda violência contra a pessoa idosa deixa marcas visíveis no corpo. Em muitos casos, ela acontece de forma silenciosa, dentro de casa ou em ambientes de convivência, por meio de ameaças, humilhações, isolamento, negligência ou apropriação de dinheiro e bens. Reconhecer essas situações é fundamental para interromper o ciclo de violência e garantir proteção e dignidade à pessoa idosa.

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), em conjunto com o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (COMPI),  orienta a população sobre as diferentes formas de violência contra a pessoa idosa e reforça a importância da atenção da família, da comunidade e da rede de proteção.

A violência física é aquela que utiliza a força física e pode provocar dor, lesões ou sofrimento. Entre os exemplos estão empurrões, tapas, socos, queimaduras e formas inadequadas de contenção física.

Já a violência psicológica nem sempre é percebida de imediato. Ela pode ocorrer por meio de humilhações, ameaças, intimidações, constrangimentos, insultos ou isolamento da pessoa idosa, afetando sua autoestima, autonomia e bem-estar.

Violência que atinge o patrimônio

A violência patrimonial ou financeira ocorre quando alguém se apropria, utiliza ou controla indevidamente recursos ou bens da pessoa idosa. Pode envolver aposentadoria, pensão, cartão bancário, dinheiro, documentos ou outros patrimônios.

Esse tipo de violência pode ser especialmente difícil de identificar quando praticado por pessoas próximas, que utilizam vínculos de confiança para controlar os recursos da pessoa idosa ou tomar decisões sem seu consentimento.

A violência sexual também pode ocorrer contra pessoas idosas e consiste em qualquer ato de natureza sexual realizado sem consentimento. A idade não retira de ninguém o direito à autonomia sobre o próprio corpo e à proteção contra qualquer forma de abuso.

Quando a violência é a falta de cuidado

A negligência ocorre quando deixam de ser oferecidos à pessoa idosa os cuidados necessários para sua saúde, segurança, alimentação, higiene ou bem-estar. O abandono, por sua vez, caracteriza-se pela ausência de assistência quando a pessoa idosa necessita de cuidados e apoio.

Também existe a autonegligência, situação em que a própria pessoa idosa não consegue garantir cuidados essenciais para si, podendo colocar sua saúde ou segurança em risco. Nesses casos, é importante compreender que a situação também pode demandar a atuação da família e da rede de proteção, buscando preservar direitos sem desconsiderar a autonomia da pessoa.

Proteção começa pelo reconhecimento

A violência contra a pessoa idosa pode assumir diferentes formas e, muitas vezes, os sinais não são imediatamente percebidos. Mudanças de comportamento, medo, isolamento, tristeza, dificuldades financeiras inexplicadas, falta de cuidados ou controle excessivo por terceiros podem indicar que algo não está bem.

Por isso, familiares, amigos, vizinhos, cuidadores e toda a sociedade têm papel importante na identificação e no enfrentamento dessas situações. Proteger a pessoa idosa é respeitar sua dignidade, sua autonomia e seus direitos.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, destacou que reconhecer as diferentes formas de violência é fundamental para fortalecer a proteção da pessoa idosa.

“A violência contra a pessoa idosa nem sempre é visível. Por isso, precisamos estar atentos aos sinais e compreender que humilhações, ameaças, abandono, negligência e violência patrimonial também são formas de violação de direitos. A proteção começa quando a sociedade reconhece o problema e não se omite.”

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, ressaltou que o cuidado com a população idosa deve envolver toda a sociedade e a rede de proteção.

“Respeitar a pessoa idosa é garantir que ela possa viver com dignidade, segurança e autonomia. Nosso compromisso é fortalecer a rede de proteção e conscientizar a população para que nenhuma forma de violência seja ignorada.”

A Semias reforça que situações de suspeita ou confirmação de violência devem ser comunicadas aos serviços e órgãos competentes da rede de proteção, para que cada caso possa receber o atendimento e os encaminhamentos necessários.

CANAIS DE DENÚNCIA

Qualquer pessoa pode e deve denunciar casos de violência sofrida por pessoa idosa. As denúncias podem ser feitas de forma anônima através do Disque Direitos Humanos – Disque 100, disponível 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. Em casos mais graves em que a integridade da pessoa idosa esteja em risco, recomenda-se chamar imediatamente a Polícia Militar – disque 190.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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MPRO impulsiona convocação de aprovados para reforço da Polícia Civil de Rondônia

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Após a atuação do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública (Gaesp), candidatos aprovados no concurso da Polícia Civil foram convocados para o Curso de Formação Técnico-Profissional (CFTP), conforme anúncio feito na quinta-feira (17/9).

A medida ocorreu após uma série de reuniões promovidas ao longo do ano, em Porto Velho, com a participação de órgãos de controle e representantes do Poder Executivo, com foco na recomposição do efetivo da corporação.

A atuação ministerial buscou viabilizar a recomposição do efetivo da corporação, diante da redução do quadro de servidores causada por aposentadorias e desligamentos, com o objetivo de fortalecer a prestação dos serviços de segurança pública no estado.

As ações foram iniciadas pela então coordenadora do grupo, Tânia Garcia, e continuada pela atual coordenadora do Gaesp, Eiko Danieli Vieira Araki, juntamente com os promotores de Justiça Samuel Alvarenga Gonçalves e Dandy de Jesus Leite Borges.

As ações do MPRO são pautadas em cumprimento à perspectiva da adoção de boas práticas para a atuação em processos estruturais, com vistas ao aprimoramento institucional e à efetividade da tutela de direitos e interesses sociais, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Atuação articulada para recompor o efetivo

As discussões foram conduzidas pelo Gaesp do MPRO e reuniram representantes da Polícia Civil, secretarias estaduais, Tribunal de Contas e Procuradoria-Geral do Estado.

Desde maio, o grupo debateu medidas para enfrentar a falta de pessoal na instituição policial. Entre os temas analisados estavam a atualização de dados sobre o cadastro de reserva do concurso, o levantamento dos custos do curso de formação e a avaliação da capacidade financeira do Estado para receber novos servidores.

Durante os encontros, representantes da Secretaria de Segurança Pública informaram que a redução do efetivo ocorreu em razão do número crescente de aposentadorias e desligamentos. Como alternativa para reduzir o déficit, foi defendida a convocação dos candidatos aprovados no concurso vigente para ingresso na Academia de Polícia.

Reuniões acompanharam plano de solução

Em nova reunião realizada no dia 6 de julho, o MPRO voltou a reunir os órgãos envolvidos para acelerar a adoção de medidas voltadas à formação dos futuros policiais.

Na ocasião, foram analisados dados sobre a reposição de servidores e o planejamento do curso de formação. O grupo também discutiu soluções para garantir recursos financeiros e agilizar procedimentos administrativos necessários à entrada dos novos profissionais.

Nas reuniões foi discutida a necessidade de reposição de pessoal para evitar impactos na capacidade de investigação da Polícia Civil, especialmente em ocorrências que envolvem pessoas em situação de vulnerabilidade.

Convocação marca resultado dos encaminhamentos

Como resultado das articulações e dos encaminhamentos construídos ao longo das reuniões, foi publicada em 17 de setembro de 2026 a convocação para o Curso de Formação Técnico-Profissional (CFTP) dos aprovados no concurso da Polícia Civil de Rondônia.

A convocação contempla candidatos aos cargos de agente de polícia, datiloscopista policial, delegado de polícia, escrivão de polícia, médico-legista e técnico em necropsia.

O curso de formação é a etapa que prepara os candidatos para o exercício das funções policiais. Com o ingresso dos convocados, a expectativa é ampliar a capacidade de atendimento da instituição e contribuir para a continuidade dos serviços prestados à população.

Fonte: MPRO

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Aposta de Porto Velho acerta quina da Mega-Sena e leva mais de R$ 32 mil

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Uma aposta feita em Porto Velho foi premiada no concurso 3060 da Mega-Sena após acertar cinco das seis dezenas sorteadas. O jogo levou um prêmio de R$ 32.111,66.

O sorteio foi realizado na manhã deste domingo (20), em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 06, 15, 23, 36, 37 e 38.

Nenhuma aposta acertou os seis números, e o prêmio principal acumulou. Para o próximo concurso, marcado para terça-feira (22), a estimativa é de R$ 32 milhões, segundo a Caixa.

Ao todo, 54 apostas acertaram cinco dezenas e receberam R$ 32.111,66 cada. Outras 3.075 apostas fizeram quatro acertos, com prêmio de R$ 929,52.

A aposta premiada em Rondônia foi feita presencialmente em uma lotérica de Porto Velho, com sete números escolhidos.

As apostas da Mega-Sena podem ser realizadas até as 20h, no horário de Brasília, nas lotéricas de todo o país ou pelos canais digitais das Loterias Caixa. Os bolões digitais podem ser adquiridos até as 20h30 pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

Para participar, é necessário ter 18 anos ou mais. Nas apostas feitas pela internet, o pagamento pode ser realizado por PIX, cartão de crédito ou internet banking para correntistas da Caixa.

Segundo a Caixa, uma aposta simples, com seis dezenas e custo de R$ 6, tem uma chance em 50.063.860 de acertar o prêmio principal. Já o jogo com 20 números, quantidade máxima permitida, custa R$ 232.560 e apresenta probabilidade de uma em 1.292 de acertar as seis dezenas.

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Anvisa interdita lotes falsos de remédio contra câncer e toxina botulínica

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de medicamentos Phesgo falsificados, usados contra câncer, e da toxina botulínica Dysport. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (21/9).

Será apreendido o Lote B5011B05 do Phesgo, com fabricação datada de 06/2025. A farmacêutica Roche comunciou à Anvisa ter identificado unidades falsificadas deste lote.

O Phesgo é um medicamento biológico indicado para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo.

O medicamento Dysport 500 U, a base de toxina botulínica, terá os lotes P08191, P08192 e P22368 apreendidos. A fabricante Beaufour Ipsen alertou que não reconhece a originalidade desses lotes, que circulavam com prazos de validade para abril, maio e fevereiro de 2029, respectivamente. Foi proibida a venda e distribuição.

As determinações da Anvisa têm caráter preventivo e entram em vigor imediatamente.

Fonte: Metrópoles

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