Geral
Orelha supera ferimentos, encontra cuidado e agora espera por uma família
A história de Orelha começou em um terreno, onde ele foi encontrado em uma situação que exigia ajuda. Com aproximadamente sete anos de idade, o cão foi encontrado com um ferimento na região do crânio e presença de miíase na orelha.
Quem percebeu a situação e decidiu ajudá-lo foi um homem que cumpria pena e tinha autorização para trabalhar durante o dia, retornando à unidade prisional à noite. Mesmo diante de sua própria rotina e das dificuldades que enfrentava, ele não ignorou a situação do animal e ajudou no resgate de Orelha, que posteriormente recebeu atendimento na Clínica de Bem-Estar Animal.
Quando chegou à clínica, Orelha estava com dores e apresentava um comportamento bastante reativo. A agressividade, no entanto, não era sua verdadeira personalidade, mas uma resposta à condição em que se encontrava.
Com o início do tratamento e a redução das dores, a equipe passou a conhecer um outro Orelha.
O cão recebeu os cuidados necessários para tratar o ferimento e combater a miíase. A lesão na região do crânio e da orelha foi tratada e, atualmente, está completamente cicatrizada.Com o tempo, os cuidados começaram a transformar não apenas o estado físico do animal, mas também seu comportamento.
À medida que a dor foi embora e Orelha passou a se sentir seguro, aquele cão que inicialmente reagia às aproximações começou a demonstrar confiança. O animal foi se tornando cada vez mais tranquilo e, hoje, é dócil, castrado e está recuperado.
A mudança de Orelha mostra que, muitas vezes, por trás de um comportamento considerado agressivo existe um animal assustado, machucado ou com medo. Com tratamento, paciência e cuidado, ele conseguiu recuperar a saúde e também a confiança.
Para o secretário da Sema, Arthur Borin, a história reforça a importância de olhar para além do comportamento apresentado pelo animal no momento do resgate.
“Orelha chegou em uma situação delicada e, principalmente por causa da dor, apresentava um comportamento bastante reativo. Com o tratamento, o cuidado diário e o acompanhamento da equipe, ele foi se recuperando e mostrando sua verdadeira personalidade. Hoje, temos um cão dócil, recuperado e pronto para ser adotado. É uma transformação que nos mostra como o cuidado pode fazer toda a diferença na vida de um animal.”
A trajetória também chamou a atenção pelo gesto de quem encontrou Orelha. Mesmo cumprindo pena e tendo uma rotina de trabalho durante o dia e retorno à unidade prisional à noite, o homem não passou indiferente pelo sofrimento do animal. Sua atitude foi o primeiro passo para que Orelha pudesse receber atendimento e ter uma nova oportunidade.
Para o prefeito Léo Moraes, histórias como a de Orelha mostram que um gesto de cuidado pode mudar o destino de um animal.
“A história do Orelha mostra que a solidariedade pode aparecer de diferentes formas e que um simples gesto pode salvar uma vida. Ele foi encontrado em uma situação muito difícil, recebeu atendimento, tratamento e cuidado e hoje está completamente diferente. Recuperado e dócil, ele agora precisa de uma família que possa continuar essa história, oferecendo amor, proteção e responsabilidade.”
Um recomeço depois da dor
Orelha passou por uma transformação que vai muito além da cicatrização de um ferimento. O cão que chegou à clínica com dores, assustado e reativo, hoje está recuperado, castrado e dócil.
Agora, ele espera por uma família que possa oferecer uma rotina de cuidado, alimentação adequada, segurança e carinho.
A história também reforça a importância de não julgar um animal apenas pelo comportamento apresentado em uma situação de dor ou medo. Com atendimento veterinário, paciência e acolhimento, Orelha conseguiu mostrar quem realmente é.
A adoção de Orelha é realizada na Clínica de Bem-Estar Animal. Para adotar, o interessado deverá apresentar comprovante de residência e documento com foto, além de comprovar que possui condições adequadas para cuidar do animal.
Depois de superar os ferimentos, os tratamentos e o medo, Orelha está pronto para viver aquilo que ainda não teve: um lar seguro, uma família e a chance de ser amado todos os dias.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Conta de luz fica sem cobrança extra em novembro
A conta de energia elétrica dos brasileiros não terá cobrança adicional em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (30), a manutenção da bandeira tarifária verde pelo segundo mês consecutivo.
Segundo a agência reguladora, a decisão foi possível devido às condições favoráveis de geração de energia, impulsionadas pelo aumento das chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas.
Com a melhora nos níveis dos reservatórios, diminui a necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção mais elevados e podem encarecer a geração de energia.
A bandeira verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela. Com a manutenção em novembro, os consumidores continuam sem pagar valores adicionais relacionados ao sistema de bandeiras tarifárias.
De acordo com a Aneel, o aumento das chuvas contribui para o equilíbrio dos reservatórios e permite manter condições mais favoráveis para a produção de energia elétrica.
Entenda as bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias indica os custos de geração de energia no país. Quando as condições são desfavoráveis, as bandeiras amarela e vermelha são acionadas, gerando cobranças extras nas contas de luz.
Confira os valores adicionais:
- Bandeira verde: não há cobrança adicional.
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 para cada 100 kWh consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.
Com a bandeira verde mantida em novembro, os consumidores terão mais um mês sem cobrança extra na conta de energia elétrica.
Geral
Bolívia decreta emergência por Super El Niño e aumenta preocupação com seca em Rondônia
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, decretou neste sábado (31) estado de emergência nacional para enfrentar os impactos do fenômeno El Niño, que já provoca períodos de seca em diferentes regiões do país e aumenta o risco de enchentes. A medida prevê a liberação de recursos financeiros e a mobilização de equipes para atender as áreas mais afetadas.
A situação também chama a atenção em Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Embora a declaração de emergência do país vizinho não represente uma situação de emergência em território rondoniense, as previsões climáticas apontam possíveis impactos do fenômeno na região amazônica.
De acordo com o governo boliviano, o objetivo é reunir recursos humanos e financeiros para enfrentar os efeitos climáticos. Em pronunciamento à população, Rodrigo Paz afirmou que o país está mobilizando diferentes instituições para reduzir os prejuízos provocados pelo fenômeno.
A preocupação envolve tanto a falta de água em determinadas regiões quanto a possibilidade de inundações em outras áreas. Segundo informações divulgadas pela imprensa boliviana, 63 comunidades já enfrentam problemas relacionados à seca.
Em Rondônia, as projeções também indicam um cenário de atenção. O boletim mais recente do Painel El Niño, divulgado em 29 de outubro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em conjunto com outros órgãos federais, aponta maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. As temperaturas também devem ficar acima da média, principalmente na região amazônica.
Entre os possíveis efeitos para Rondônia estão a redução das chuvas, períodos mais prolongados de estiagem, temperaturas elevadas e maior risco de queimadas. A diminuição das precipitações também pode contribuir para a queda dos níveis dos rios, com reflexos na navegação, no transporte fluvial, na pesca e no abastecimento de comunidades ribeirinhas.
A situação merece atenção especialmente pela importância dos rios para o deslocamento de moradores e o transporte de mercadorias em Rondônia. O Rio Madeira, por exemplo, é uma das principais vias de navegação da região e pode sofrer consequências caso o nível das águas apresente redução significativa.
Apesar das projeções, os impactos não são automáticos e podem variar conforme a intensidade do fenômeno e as condições climáticas de cada localidade. Por isso, os órgãos de monitoramento recomendam acompanhar as atualizações meteorológicas e os alertas da Defesa Civil.
O que é o El Niño?
O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação dos ventos e na distribuição de umidade da atmosfera, provocando mudanças no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do planeta.
No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Normalmente, o fenômeno favorece períodos de chuva mais intensa no Sul e redução das precipitações em áreas do Norte e do Nordeste, além de contribuir para temperaturas mais elevadas.
E o Super El Niño?
A expressão Super El Niño é utilizada para descrever episódios de intensidade muito forte do fenômeno, quando o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial alcança níveis elevados.
Segundo o INMET, existe elevada probabilidade de que o episódio atual atinja intensidade muito forte a partir de novembro de 2026, com possibilidade de impactos climáticos em diferentes regiões do Brasil.
Geral
Novembro começa com temporais em três regiões do Brasil e aumento do calor
Chuvas fazem com que o Amazonas, Rondônia e as regiões Centro-Oeste e Sudeste comecem o mês de novembro com um aviso de perigo potencial para tempestades. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste domingo (1º).

Na Região Norte, além dos dois estados, áreas do Acre também têm condições para chuvas e trovoadas. No oeste de Roraima, sul do Pará e centro e sul do Tocantins, há ainda possibilidade de chuvas isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco e a máxima chega a 37 °C em Boa Vista.
Grande parte da Região Centro-Oeste tem previsão de chuva, especialmente os estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul onde também pode haver queda de granizo.
A temperatura mínima nas capitais será de 20 °C em Brasília e a máxima de 34 °C em Cuiabá.
No Sudeste do país, as chuvas também devem atingir quase toda a região, mas em Minas Gerais e Espírito Santo há condições para tempestades.
A temperatura mínima, entre as capitais, será de 16 °C em Belo Horizonte e a máxima de 28 °C em Belo Horizonte.
Na Região Sul chove com trovoadas no norte, noroeste e oeste do Paraná, com possibilidade de granizo no noroeste do estado. Também chove em Santa Catarina e pode chover de forma isolada na Serra Gaúcha.
A temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima de 26 °C em Porto Alegre.
Seca
No Nordeste brasileiro, há um aviso de perigo potencial para baixa umidade relativa do ar em quase todo o interior da região, exceto nos estados do Maranhão e Sergipe. Há possibilidade de chuvas isoladas apenas nas regiões sudoeste e oeste da Bahia.
O mês de novembro começa com temperaturas elevadas na região. Neste domingo, a mínima será de 27 °C em São Luís e a máxima chega a 38 °C em Teresina.
Agência Brasil
