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Apostador de Rondônia leva prêmio de R$ 3 milhões da Mega-Sena
Uma aposta simples de Alvorada D’Oeste (RO) acertou as seis dezenas do Concurso 3.043 da Mega-Sena sorteadas nesta terça-feira (11). O apostador receberá o prêmio de R$ 3.077.413,08. 

Os números sorteados são: 10 – 11 – 16 – 37 – 42 – 53
- 48 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 20.836,65 cada
- 3.746 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 440,09 cada
Apostas
Para o próximo concurso, o prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (13), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Fonte: Agência Brasil
Geral
Rio Machado atinge menor nível do ano e acende alerta
O Rio Machado, que divide Ji-Paraná em dois distritos, registrou nesta quarta-feira (12) o menor nível do ano. Por volta das 6h, a medição apontava 6,62 metros, apenas 40 centímetros acima da marca considerada mínima, de 6,22 metros.
A redução no volume do rio também chama atenção para o Rio Urupá, outro importante curso d’água do município e responsável pelo abastecimento da população. Nos últimos 30 dias, o Urupá também apresentou uma pequena queda no nível, mas, segundo Fernando Rodrigues, representante da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), a situação ainda não oferece risco ao fornecimento de água.
A preocupação maior está nos próximos meses, especialmente entre setembro e novembro, período que costuma registrar menor volume de chuvas na região. Com a continuidade da estiagem, o nível do Machado pode se aproximar ainda mais da marca mínima.
Segundo informações da Agência Nacional de Águas (ANA), quando o Rio Machado chega a 6,22 metros, a navegação pode ser prejudicada pelo aparecimento de pedras em diferentes trechos do leito, aumentando o risco para embarcações.
O presidente da Colônia de Pescadores Z-9 informou que, até o momento, a pesca e a navegação ainda não sofrem impactos significativos. Entretanto, ele alertou que a situação pode se tornar mais preocupante a partir da segunda quinzena de agosto e durante os meses de setembro, outubro e parte de novembro.
A redução do nível dos rios deverá ser acompanhada pelas autoridades e órgãos responsáveis, principalmente diante da possibilidade de um período prolongado com poucas chuvas em Ji-Paraná e região.
com informações do Diário da Amazônia
Geral
Filme sobre Elize Matsunaga passa a ser proibido para menores de 18 anos
O Ministério da Justiça determinou a alteração da classificação indicativa do filme “Elize: Sombras de uma Mulher”, produção da Netflix inspirada na história de Elize Matsunaga. O longa, protagonizado pela atriz Lorena Comparato, passou de não recomendado para menores de 16 anos para 18 anos.
A mudança foi motivada pela identificação de conteúdos considerados inadequados para menores, entre eles cenas de violência extrema, conteúdo sexual e linguagem imprópria.
Escrito por Raphael Montes e dirigido por Vellas, o filme acompanha a trajetória de Elize Matsunaga, condenada em 2016 pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga. O crime ocorreu em 2012 e ganhou grande repercussão no país.
Preparação da atriz
Para interpretar Elize, Lorena Comparato decidiu não ter contato direto com pessoas ligadas ao caso, incluindo a própria personagem real. A atriz contou que adotou estratégias pessoais para conseguir se desligar da atmosfera pesada vivenciada durante as gravações.
Em entrevista ao site Heloísa Tolipan, Lorena relatou que buscava aliviar a tensão após as longas jornadas de trabalho por meio de momentos de descanso, conversas e práticas ligadas à sua fé.
Segundo a atriz, interpretar cenas de violência durante muitas horas seguidas provoca impactos físicos e emocionais, tornando necessário encontrar maneiras de diferenciar a realidade da personagem da própria vida.
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Alunos suspeitos de estupro coletivo em escola municipal são suspensos
Estudantes suspeitos de envolvimento em denúncias de estupro coletivo dentro de uma escola municipal do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, foram suspensos pela Secretaria de Educação do município. Segundo a prefeitura, os adolescentes não frequentam a instituição desde a semana passada e a medida tem prazo indeterminado.
As denúncias foram feitas por duas adolescentes, ambas de 14 anos, que relataram ter sido vítimas de violência sexual em dias diferentes, dentro de uma sala de aula durante o intervalo. De acordo com a advogada Luanny Porto, que representa as vítimas, cinco adolescentes teriam participado das agressões.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
Vítimas recebem atendimento
Segundo a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, as adolescentes passaram pelo primeiro atendimento psicológico na semana passada, realizado por profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e de um projeto ligado à Secretaria Municipal de Educação.
O município informou ainda que as vítimas e as mães receberão acompanhamento terapêutico em um serviço especializado no atendimento psicológico a mulheres vítimas de violência. A prefeitura também afirmou que as adolescentes foram transferidas para outras escolas.
A informação, porém, foi contestada pela advogada das vítimas. Segundo Luanny Porto, as adolescentes ainda não iniciaram o acompanhamento psicológico e as famílias só teriam sido procuradas pelo Creas na segunda-feira (10).
A defesa também afirmou que a transferência escolar ainda não havia sido concluída. Conforme a advogada, as jovens permaneciam sem frequentar as aulas e a Secretaria de Educação teria sido cobrada para agilizar o procedimento.
A prefeitura declarou que a transferência e o acompanhamento psicológico estão sendo tratados diretamente com as famílias.
Denúncias ocorreram durante o intervalo
Segundo os relatos apresentados pela defesa, as adolescentes estavam sozinhas em uma sala de aula durante o intervalo quando foram abordadas pelos suspeitos.
O caso mais recente teria ocorrido em 3 de agosto. Conforme a advogada, uma das estudantes decidiu permanecer na sala para fazer uma refeição quando os adolescentes teriam entrado no local, apagado as luzes e iniciado as agressões.
A vítima relatou ter sido derrubada e agredida com socos antes de sofrer a violência sexual. Segundo a defesa, os suspeitos também teriam ameaçado matar familiares da adolescente caso ela contasse o que havia acontecido.
Depois que a primeira denúncia veio à tona, a segunda adolescente decidiu relatar um episódio semelhante, que teria ocorrido no início de julho. De acordo com a advogada, o caso também aconteceu dentro da sala de aula, durante o intervalo.
As duas vítimas registraram boletins de ocorrência e passaram por exames sexológicos no Instituto de Medicina Legal (IML).
O Conselho Tutelar da Regional 1, no Centro do Cabo de Santo Agostinho, acompanha o caso. A investigação também é acompanhada pela 1ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania do município, vinculada ao Ministério Público de Pernambuco.
Fonte: G1 Pernambuco
