Polícia
Homem sai de casa e tenta levar móveis, mas mulher quebra tudo – VEJA VÍDEO
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma intensa discussão entre um ex-casal durante a retirada de móveis de uma residência. Nas imagens, o homem aparece tentando levar os móveis e eletrodoméstico da casa onde moravam, e a mulher aparece quebrando eletrodomésticos e outros objetos da casa enquanto discute com o ex-companheiro sobre a divisão dos bens adquiridos durante o relacionamento.
Segundo o homem, ele estava retirando apenas os bens que considerava de sua propriedade. A mulher, no entanto, contesta a versão e afirma que os objetos pertencem aos dois, já que o casal viveu junto por cerca de dez anos.
“Ah! então quer dizer que você vai embora mesmo? Mas ta levando todas as coisas?”, pergunta a mulher.
Durante a discussão, o homem diz que pretende levar “o fogão, a geladeira e as coisas básicas”. A mulher reage afirmando que ele a deixaria sem condições de permanecer na casa e passa a destruir os móveis. Em um dos momentos mais tensos do vídeo, ela arremessa uma botija de gás sobre um fogão já danificado, destruindo completamente também outros eletrodomésticos.
“Você vai levar tudo quebrado. Se você não fica, eu também não fico. Você não fica com nada”, diz a mulher durante a gravação.
O homem insiste que está retirando apenas o que seria dele, enquanto a ex-companheira argumenta que os bens foram construídos ao longo da convivência e que ele deveria levar apenas seus pertences pessoais.
“Você vai me deixar sem nada? Não, se quiser largar você vai mas levar as coisas você não vai não! Você vai levar só as suas roupas”, reforçar a mulher.
“Agora você vai levar tudo quebrado. Se você nao fica, eu também não fico. Você nao fica com nada. Agora leva quebrado. E quebro a sua cara também. Num quer levar as coisas? Agora leva”, diz a mulher.
Não há informações sobre onde o caso ocorreu, quando as imagens foram gravadas ou se a Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência. Também não há confirmação de registro de boletim de ocorrência ou de eventual investigação sobre o episódio.
Fonte: d24am
Polícia
Jovem é executado com cerca de 10 tiros
Um jovem de 25 anos, identificado como Ronildo da Silva Albuquerque, foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (30), por volta das 20h50, na rua Colônia Santo Antônio, zona norte de Manaus.
Moradores da área relataram ter sido surpreendidos pelo barulho de uma sequência intensa de disparos. Segundo testemunhas, foram ouvidos pelo menos dez tiros no momento da ação criminosa.
Equipes da 18ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) e das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) foram acionadas e isolaram a área para o atendimento da ocorrência.
De acordo com a Rocam, imagens de câmeras de segurança do perímetro registraram a passagem de um veículo de cor branca no momento exato do crime. A Polícia Militar analisa o material para determinar se o automóvel transportava os executores da vítima.
O Instituto Médico Legal (IML) realizou a remoção do corpo após a pericia técnica no local.
Até o momento, a autoria e a motivação do homicídio permanecem desconhecidas. O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que conduzirá os inquéritos para identificar os responsáveis pelo ataque.
Fonte: D24am
Polícia
Homem sofre descarga elétrica de alta tensão e fica em estado grave
Um homem ficou gravemente ferido após sofrer uma descarga elétrica na manhã deste sábado (31), no cruzamento da avenida Sete de Setembro com a rua Ana Nery.
De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, ele trabalhava em uma construção no segundo andar quando teria encostado em um fio de alta tensão. Com o choque, a vítima permaneceu sobre o telhado do imóvel, sendo necessário um trabalho de resgate.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e motolância foram mobilizadas para atender à ocorrência e realizar o resgate. O estado de saúde da vítima foi considerado grave.
Matéria em atualização



Polícia
PF e Ibama destroem dragas milionárias usadas em garimpo ilegal no Rio Madeira
A Polícia Federal, em atuação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou nesta sexta-feira (30/10) a segunda fase da Operação Nêmesis, com o objetivo de reprimir a extração ilegal de ouro no Rio Madeira, no trecho situado a montante da Usina Hidrelétrica Jirau, em Porto Velho.
A fiscalização ficou restrita aos pontos em que as dragas operavam sem autorização, não alcançando áreas com título minerário e licença ambiental válidos. Para delimitar esses pontos, a Polícia Federal comparou a posição das dragas com os registros da Agência Nacional de Mineração (ANM) e verificou que, nesses locais, não havia Permissão de Lavra Garimpeira nem licenciamento ambiental.
Imagens de satélite mostram dragas reunidas no trecho ilegal desde abril de 2025. Ao longo desse período, elas mudaram de posição no rio fora das áreas permitidas e alteraram visivelmente as margens.
As dragas encontradas são estruturas flutuantes de grande porte, com valor médio estimado acima de R$ 4 milhões cada, cujo porte e o investimento afastam a hipótese de garimpo individual ou rudimentar e indicam atividade organizada, com capacidade de extração em larga escala.
A inutilização é autorizada pelo Decreto nº 6.514/2008 (art. 111) nas hipóteses em que o transporte e a guarda dos bens são inviáveis ou em que sua manutenção expõe o meio ambiente e os agentes públicos a risco.
Durante os trabalhos, constatou-se a impossibilidade de remoção das estruturas, as quais se encontravam a cerca de 27 km da usina, a montante da barragem e sem meios de reboque nem local de guarda compatível com seu porte.
Antes da inutilização, as equipes retiraram das dragas o mercúrio metálico e as demais substâncias nocivas encontradas a bordo, para evitar que fossem lançados no rio. Esse material foi apreendido e terá destinação ambientalmente adequada. Também foram apreendidos armas de fogo e equipamentos usados na queima do amálgama para separar o ouro, com vestígios de uso de mercúrio. Todos os bens apreendidos serão contabilizados e destinados conforme os procedimentos legais.
O uso de mercúrio na extração de ouro é proibido no Brasil fora de atividade licenciada pelo órgão ambiental competente (Decreto nº 97.507/1989), condição que nenhuma das dragas fiscalizadas possuía. Pela Convenção de Minamata sobre Mercúrio, promulgada pelo Decreto nº 9.470/2018, o país também assumiu o compromisso de reduzir e eliminar o emprego do metal no garimpo. Altamente tóxico, o mercúrio usado para amalgamar o ouro é descartado nos rios e no ar durante a queima, acumula-se nos peixes e atinge as populações ribeirinhas e indígenas que dependem do Rio Madeira.
Além da contaminação, o garimpo ilegal no leito do rio provoca assoreamento e destruição das margens. As investigações seguem para identificar os financiadores, os operadores logísticos e os responsáveis pelo fornecimento do mercúrio, pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído.
Os envolvidos poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de extração mineral sem autorização, com pena de seis meses a um ano de detenção e multa; usurpação de bens da União, com pena de um a cinco anos de detenção e multa; uso de substância tóxica em desacordo com a lei, com pena de um a quatro anos de reclusão e multa; e associação criminosa, com pena de um a três anos de reclusão.


Fonte: Polícia Federal
