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Polícia

Cuidador é preso por furtar carro e dar golpe em idosa de 83 anos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, nessa terça-feira (14/7), um homem de 33 anos suspeito de furtar o carro e aplicar golpes financeiros contra uma idosa de 83 anos em Ortigueira, no Paraná. O investigado atuava como cuidador temporário da vítima e teria se aproveitado da relação de confiança para cometer os crimes.

De acordo com a PCPR, as investigações começaram após o filho da idosa registrar o furto de um Honda Civic que estava na residência da família, localizada no Centro de Ortigueira.

“Conforme apurado, o automóvel foi roubado pelo cuidador temporário da idosa, que se aproveitou da confiança depositada pela família para cometer os crimes”, afirmou o delegado Jucelino Bueno, responsável pelo caso.

Ainda conforme a polícia, na mesma noite do furto, o veículo capotou na BR-376. Durante o atendimento da ocorrência, o suspeito apresentou uma identidade falsa e disse ser apenas passageiro do automóvel.

A versão, no entanto, foi descartada no decorrer das investigações.

As diligências também revelaram que o homem utilizou o celular e os cartões bancários da idosa para realizar compras e transações fraudulentas. Entre as tentativas identificadas estão a compra de um aparelho celular e de produtos destinados ao salão de cabeleireiro pertencente ao investigado.

O Honda Civic foi recuperado durante a investigação. A Polícia Civil informou ainda que o suspeito possui antecedentes por crimes patrimoniais e contra a pessoa.

A PCPR solicitou a prisão preventiva do investigado, que foi autorizada pela Justiça.

Após ser localizado, o homem foi preso e encaminhado ao sistema penitenciário. Ele deverá responder por furto qualificado, estelionato contra pessoa idosa e poderá ainda ser responsabilizado por falsidade ideológica.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Oito são presos por treinamento armado de facção criminosa

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Oito pessoas foram presas nesta quinta-feira (15) durante uma operação da Polícia Civil contra uma célula de facção criminosa suspeita de promover treinamentos armados em Mato Grosso e atuar no tráfico de drogas.

As ações ocorrem em Rondonópolis, Mirassol d’Oeste, Querência, Tangará da Serra, Jaciara, Colniza e Arenápolis. Os investigados são suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico e participação em organização criminosa.

Ao todo, são cumpridas 28 ordens judiciais, sendo oito mandados de prisão preventiva, 11 de busca e apreensão e nove medidas cautelares.

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram em setembro de 2025, após uma abordagem na BR-364, em Jaciara. Na ocasião, ocupantes de um veículo disseram que estavam a caminho de Rondonópolis para participar de um treinamento promovido pela facção, voltado à atuação violenta contra grupos rivais.

A partir dessas informações, a Justiça autorizou o compartilhamento de provas e a análise de dados extraídos de celulares apreendidos. Com isso, os investigadores identificaram integrantes com funções distintas e atuação em diferentes municípios do estado.

De acordo com a polícia, Rondonópolis era utilizado como base de apoio às atividades do grupo, inclusive para a realização dos treinamentos. Os investigados também mantinham conexões com uma organização criminosa que atua na região de Mirassol d’Oeste.

As investigações apontaram indícios de comercialização e distribuição de drogas, controle territorial de pontos de venda, divisão dos valores arrecadados e cobrança de contribuições vinculadas à facção.

Segundo a Polícia Civil, a operação tem como objetivo interromper as atividades do grupo, reduzir a capacidade de distribuição de drogas e mobilização de integrantes, além de reunir novas provas para dar continuidade às investigações.

Fonte: G1 Mato Grosso

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Polícia

Namorada de líder do PCC, delegada é presa suspeita de favorecer facção

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A delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, e Renato Henrique do Carmo, conhecido como “Gordão” e apontado como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram presos nesta quinta-feira (15/10). A delegada é suspeita de receber R$ 50 mil para fornecer informações sigilosas e proteção institucional a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A delegada foi presa em um hotel localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília (DF), enquanto Renato Henrique foi preso em um resort de luxo em Porto de Galinhas (PE).

A suspeita surgiu durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, que investiga um esquema interestadual de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio que movimentou mais de R$ 14 milhões.

A investigação policial apontou que a delegada mantém um relacionamento amoroso com Renato Henrique do Carmo, apontado como líder na região de Muro Alto, em Ipojuca (PE). O suspeito já havia sido preso em janeiro de 2025 durante a Operação Sinalagma e foi solto.

Após a prisão de Renato, o celular dele foi apreendido e os policiais obtiveram autorização judicial para extrair os dados do aparelho. A análise das conversas permitiu identificar outros possíveis integrantes e colaboradores da organização criminosa, além de levantar suspeitas sobre a relação entre o investigado e a delegada.

Segundo a apuração, Maria Virgínia teria recebido vantagens financeiras indevidas em troca de proteção institucional, fornecimento de informações sigilosas e acesso a sistemas restritos de segurança pública

Movimentação financeira

Além das suspeitas de envolvimento de agentes públicos, a Operação Sinalagma identificou indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

De acordo com as investigações, os suspeitos teriam utilizado documentos falsos, empresas formalmente constituídas e contas bancárias de terceiros para movimentar recursos e esconder a origem do dinheiro.

A análise financeira também identificou operações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados. Para rastrear os recursos, os policiais analisaram dados telemáticos, informações de inteligência e Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Os fatos relacionados à delegada podem configurar, em tese, crimes como corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e colaboração com organização criminosa.

O nome da operação faz referência ao conceito jurídico de reciprocidade de obrigações e simboliza a suposta troca de vantagens ilícitas entre integrantes da organização criminosa e agentes públicos, com pagamentos em contrapartida ao fornecimento de informações sigilosas e à proteção das atividades ilegais.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Professora é condenada a 16 anos por estupro de aluno

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Uma professora foi condenada a 16 anos, 2 meses e 29 dias de reclusão em regime inicial fechado pelo crime de estupro contra aluno de 11 anos, no município de Itacoatiara (a 176 quilômetros a leste de Manaus).

De acordo com os autos do processo, a ré atuava como professora na instituição de ensino onde a vítima estudava e se aproveitava da autoridade pedagógica para cometer os abusos. Os crimes ocorreram entre março de 2023 e maio de 2024, período em que o garoto tinha entre 11 e 12 anos de idade. A sentença foi proferida pelo juiz André Luiz Muquy, da 1.ª Vara da Comarca de Itacoatiara.

Investigação e denúncia

As investigações policiais apontaram que o primeiro ato ocorreu dentro de uma sala de aula, após a professora dispensar os demais estudantes. Posteriormente, os encontros passaram a ser registrados na residência da acusada, onde foram constatados atos libidinosos e conjunção carnal repetidos em pelo menos quatro ocasiões.

O caso veio à tona no final de maio de 2024, quando a mãe do menino percebeu mudanças drásticas no comportamento do filho, como isolamento social, tristeza profunda e queda no rendimento escolar. O Conselho Tutelar e a rede de proteção à infância de Itacoatiara foram acionados para acompanhar a família.

Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou a relevância da palavra da vítima em crimes contra a dignidade sexual, que costumam ser cometidos na clandestinidade. Os relatos do menor foram confirmados por depoimentos de testemunhas e por provas digitais anexadas ao processo. A ré poderá recorrer da decisão em instâncias superiores.

Fonte: D24am

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