Polícia
Polícia identifica autores de ataque que matou dois e deixou dois feridos
A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ª DHPP), com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), informa que, na manhã desta sexta-feira (10), foi deflagrada a fase ostensiva da investigação que apura o duplo homicídio qualificado consumado das vítimas J. de L., e B.S. de S., bem como o duplo homicídio qualificado tentado em desfavor de A.F. R. e S. A de S.
Relembre:
- Ex-presidiário é morto e três pessoas ficam feridas em ataque a tiros no Cristal da Calama, em Porto Velho
- Morre no hospital segunda vítima de ataque a tiros no residencial Cristal da Calama
Os crimes ocorreram no dia 05 de julho de 2025, por volta das 22h07, em frente à residência situada na Rua Peridoto, nº 12065, Bairro Teixeirão (Cristal da Calama), em Porto Velho/RO.
Conforme apurado durante as investigações, as quatro vítimas encontravam-se reunidas em frente à residência quando foram surpreendidas pelos investigados RODRIGO SOARES SOUZA SILVA, conhecido pelos apelidos “TUBA” ou “PLAYBOY”, ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA e IVAN GUILHERME DA SILVA DESMONI, que chegaram ao local portando armas de fogo e efetuaram diversos disparos contra todas as pessoas presentes.
Em decorrência da ação criminosa, uma das vítimas faleceu ainda no local dos fatos, outra morreu após ser socorrida ao hospital e duas sobreviveram aos ferimentos.
As investigações apontam que a motivação do crime está relacionada à disputa por território entre organizações criminosas atuantes na Capital.
Com o avanço das diligências investigativas, desenvolvidas pela 2ª DHPP com apoio fundamental da FICCO, foi possível identificar os três autores do crime, motivo pelo qual esta Autoridade Policial representou pela decretação de suas prisões temporárias, medida deferida pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho/RO.
Na mesma decisão judicial, também foram expedidos mandados de busca e apreensão para endereços vinculados aos investigados.
Durante a operação realizada nesta data, foram cumpridos os mandados de busca domiciliar. Entretanto, RODRIGO SOARES SOUZA SILVA (“TUBA” ou “PLAYBOY”) e ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA não foram localizados e permanecem foragidos da Justiça.
Quanto ao investigado IVAN GUILHERME DA SILVA DESMONI, este já se encontrava recolhido ao sistema prisional em razão de outros procedimentos criminais, ocasião em que foi dado cumprimento ao mandado de prisão temporária expedido nos presentes autos.
A Polícia Civil divulga as imagens dos investigados RODRIGO SOARES SOUZA SILVA (“TUBA” ou “PLAYBOY”) e ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA, que permanecem foragidos, e solicita o apoio da população para sua localização e captura.
Informações poderão ser repassadas, de forma anônima, por meio dos canais oficiais da Polícia Civil, garantindo-se o absoluto sigilo da identidade do denunciante.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia reafirma seu compromisso com a repressão qualificada aos crimes contra a vida, com o enfrentamento às organizações criminosas e com a responsabilização dos autores de delitos, atuando de forma técnica, integrada e permanente em defesa da sociedade rondoniense


Fonte: Polícia Civil
Polícia
Dois PMs são presos suspeitos de roubo e estupro de adolescente
Dois policiais militares foram presos na madrugada desta segunda-feira (24), em São Paulo, suspeitos de participação em um roubo e no estupro de uma adolescente. O caso aconteceu depois que três jovens aceitaram uma carona oferecida por dois homens que conheceram em uma adega na região da Avenida Itaquera, na zona leste da capital.
Segundo o boletim de ocorrência, os três, dois homens e uma adolescente, estavam em uma festa realizada em um posto de combustíveis na Avenida Itaquera, quando conheceram dois homens que estavam em um carro de cor cinza. Os suspeitos teriam oferecido uma carona para deixar o grupo próximo de casa.
Durante o trajeto, os jovens perceberam que o caminho seguido pelo veículo era diferente do esperado. Em determinado momento, os dois homens teriam trocado de lugar dentro do carro. Pouco depois, um deles teria sacado uma arma de fogo e anunciado o roubo.
As vítimas foram obrigadas a entregar os celulares. De acordo com os depoimentos registrados no boletim, os suspeitos também determinaram que elas jogassem bolsas e outros pertences pela janela do veículo. Mesmo depois do roubo, os homens continuaram circulando com os jovens, fazendo ameaças e restringindo a liberdade do grupo.
O veículo seguiu para uma região afastada, nas proximidades do Parque Jacuí, no bairro Pantanal. As vítimas relataram que foram levadas até um terreno baldio, onde foram obrigadas a sair do carro.
Uma das vítimas, uma adolescente de 17 anos, permaneceu no veículo com um dos suspeitos. Segundo o relato registrado no boletim, o homem teria apontado uma arma para ela, ordenado que retirasse as roupas e, sob ameaça de disparo, mantido relação sexual com a adolescente contra a vontade dela. O outro suspeito permaneceu do lado de fora do veículo com as outras duas vítimas.
A vítima relatou ainda que o homem que praticou o abuso permaneceu armado durante a ação. Segundo a mãe da adolescente, que prestou depoimento à polícia, a filha afirmou que foi ameaçada de ser baleada caso não obedecesse às ordens do suspeito.
Depois do crime, os suspeitos teriam continuado circulando com as vítimas e, posteriormente, retornado para a região onde elas foram deixadas. Os três conseguiram sair do local e encontraram uma equipe da Polícia Militar, a quem pediram ajuda. O boletim registra que as vítimas não apresentavam lesões físicas visíveis.
Veículo levou polícia até PMs
Durante o atendimento da ocorrência, os policiais militares identificaram o carro descrito pelas vítimas e constataram que ele estava relacionado a um policial militar que assumiria o serviço na manhã desta segunda-feira.
Dois policiais militares foram apresentados na delegacia pelo tenente-comandante da companhia responsável. As vítimas fizeram o reconhecimento pessoal dos dois e apontaram ambos como participantes dos crimes.
Segundo a autoridade policial, um dos PMs foi reconhecido como coautor do roubo. O outro foi apontado como autor do roubo e também como responsável pelo estupro da adolescente.
Diante dos elementos apresentados durante o registro da ocorrência, a delegada titular do 24º Distrito Policial, Deidiene Fialho Costa Eboli, determinou a prisão dos dois policiais pelos crimes investigados. O ato foi acompanhado por um oficial da Corregedoria da Polícia Militar.
O boletim de ocorrência foi registrado como estupro, com concurso de dois ou mais agentes, e roubo com emprego de arma de fogo, restrição da liberdade das vítimas, subtração de aparelhos celulares e participação de duas ou mais pessoas.
O caso permanece em andamento no 24º DP, em Ponte Rasa, para a formalização dos procedimentos de polícia judiciária.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de SP afirmou que a Polícia Militar não tolera desvios de conduta e que agiu com firmeza para dar pronta resposta ao caso, com a apresentação imediata dos dois agentes à Polícia Civil. Segundo a corporação, o caso é apurado com o máximo rigor por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) e também é investigado pela Polícia Civil. Os dois policiais foram presos em flagrante na manhã desta segunda-feira (24). Ainda de acordo com a SSP, a Polícia Civil ouviu as vítimas e identificou o veículo utilizado pelos suspeitos.
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Justiça condena réu a mais de 16 anos de prisão por estuprar a ex
Após denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), a Justiça do Amazonas condenou um homem a 16 anos e 6 meses de prisão, 2 meses de detenção e 10 dias-multa pelos crimes de estupro, ameaça e descumprimento de medidas protetivas contra a ex-companheira em Barcelos. A sentença deverá ser cumprida em regime inicial fechado e o réu não poderá recorrer em liberdade.
De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Taize Moraes Siqueira, em junho de 2025, o acusado, sob o efeito de álcool e drogas, descumpriu medidas protetivas que o proibiam de se aproximar da ex-companheira e familiares dela, ameaçando a vítima de morte por ter se negado a conversar com ele. No mesmo dia, o homem invadiu a residência da vítima e, mediante ameaças de morte, cometeu o estupro contra ela, além de causar lesões corporais, conforme constatado no exame de perícia.
Considerando todas as provas da materialidade e autoria do crime, o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), após atuação da promotora Tânia Maria de Azevedo Feitosa, condenou o réu a 16 anos e 6 meses de prisão, 2 meses de detenção e 10 dias-multa — 14 anos pelo crime de estupro; 2 anos, 6 meses e 10 dias-multa pelo descumprimento das medidas protetivas; e 2 meses de detenção pelo crime de ameaça. Além disso, a Justiça determinou o pagamento no valor mínimo de R$ 10 mil à vítima para reparação de danos.
Em resposta à solicitação do MP para que fossem prestados esclarecimentos sobre a ausência de agentes da Polícia Militar na audiência de instrução, a Justiça expediu ofício ao comando da corporação cobrando esclarecimentos.
Fonte:D24am
Polícia
Caminhonete estaria a 168 km/h antes de acidente fatal na BR-364
A Justiça de Rondônia determinou a preservação de uma caminhonete Chevrolet S10 envolvida em um acidente que matou dois jovens na BR-364, em Jaru, em junho deste ano. A medida foi tomada após uma análise indicar que o veículo poderia estar trafegando a 168,9 km/h no momento do acidente.
A colisão aconteceu no dia 11 de junho de 2026, no km 428,4 da rodovia, e resultou nas mortes de Patrick Gonçalves de Oliveira e Jhuan Oliveira de Jesus. No trecho onde ocorreu o acidente, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.
A estimativa da velocidade foi feita a partir da análise de uma gravação externa apresentada no processo. Diante do dado, a Justiça determinou que a caminhonete seja submetida a uma nova perícia para confirmar ou descartar a velocidade apontada.
Os peritos também deverão verificar se os módulos eletrônicos do veículo armazenam informações que possam ajudar na investigação, como velocidade, acionamento dos freios e uso dos cintos de segurança. O sistema de frenagem e outros componentes relacionados à dinâmica da colisão também serão analisados.
Até que o exame seja realizado, a proprietária e a empresa responsável pela S10 estão proibidas de realizar qualquer alteração no veículo, incluindo reparos, desmontagem ou substituição de peças.
O objetivo da nova perícia é reunir elementos técnicos que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do acidente. O processo tramita na 1ª Vara Cível de Jaru.
