Polícia
Homem usando apenas cueca é detido após ameaçar pedestres e comerciantes com faca
A Polícia Militar conduziu um homem à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Ouro Preto do Oeste na tarde de sexta-feira (12), após denúncias de ameaças e transtornos causados em via pública.
Segundo a ocorrência, a PM foi acionada por volta das 17h para averiguar informações de que um indivíduo estaria intimidando pessoas na Rua José Lenk. Ao chegar ao local, os policiais ouviram relatos de moradores e comerciantes que afirmaram ter se sentido ameaçados pela atitude do suspeito.
Um comerciante informou que o homem passou em frente ao estabelecimento fazendo ameaças de morte e que estaria portando uma faca. Outras testemunhas também relataram que ele apresentava comportamento bastante alterado, gerando preocupação entre as pessoas que circulavam pela região.
Com base nas informações recebidas, os militares iniciaram buscas e localizaram o suspeito nas proximidades. Ao notar a presença da equipe policial, ele tentou escapar para o interior de um imóvel, mas foi alcançado e abordado.
Durante a revista pessoal, nenhum objeto cortante foi encontrado. Ainda conforme o registro policial, o homem recusou-se a informar seus dados pessoais e demonstrou resistência à ação dos policiais, mantendo uma postura agressiva.
Diante da situação, foi necessário o uso de técnicas de contenção e algemas para evitar nova tentativa de fuga e garantir a segurança dos envolvidos.
Após a abordagem, o suspeito foi levado para a UNISP. De acordo com a Polícia Militar, ele apresentava sinais de instabilidade emocional que impossibilitavam a formalização imediata de seu depoimento ou a assinatura de documentos, ficando à disposição da autoridade policial para as medidas cabíveis.
Polícia
Polícia prende três suspeitos de homicídio durante operação
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCV) de Cacoal, deflagrou, nesta segunda-feira (14), a Operação Fronteira Oculta, no distrito de Riozinho, em Cacoal.
Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária, expedidos no âmbito da investigação de um homicídio qualificado ocorrido no dia 16 de agosto de 2026.
Conforme apurado, quatro suspeitos, utilizando duas motocicletas, teriam chegado ao local onde a vítima, identificada pelas iniciais F.O.M., se encontrava. Dois deles teriam desembarcado dos veículos, perseguido a vítima e efetuado diversos disparos de arma de fogo.
Logo após tomar conhecimento do crime, a Polícia Civil iniciou as diligências investigativas e reuniu elementos que indicaram a possível participação dos investigados no homicídio.
Os três suspeitos presos foram interrogados e encaminhados à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos.
A operação foi coordenada pela DERCV, com o apoio das demais delegacias de Cacoal e da Polícia Militar, por meio do Núcleo de Inteligência e da Patrulha Tática Móvel (PATAMO).
A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a elucidação dos crimes contra a vida e solicita que informações relacionadas ao caso sejam comunicadas pelos canais 197 ou 190, assegurado o anonimato do denunciante.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Sogra que teve dedo decepado pelo genro: “Ele disse que eu não devia viver”
Francisca Alves, que teve um dos dedos da mão decepado pelo genro, um adolescente, de 17 anos, narrou a policiais militares o desespero ao ser atacada pelo suspeito: “Ele disse que eu não devia viver”, contou.
O crime ocorreu na noite desse domingo (13/9), no município de Bom Jesus, no Alto Sertão da Paraíba.
De acordo com a Polícia Militar da Paraíba (PMPB), a corporação foi acionada após uma denúncia contra o adolescente. O jovem teria agredido a companheira e os filhos e ameaçava a sogra com uma foice.
Segundo Francisca, ela havia guardado um facão do genro enquanto ele dormia. Quando acordou, ele começou ameaçá-la, pedindo o facão.
“Na hora em que ele acordou, ele foi procurar esse facão, mas não encontrava onde estava escondido. Ele ficou doido dentro de casa procurando esse facão, perguntando onde tinha colocado esse facão. Eu disse pra ele: ‘Foi o seu pai que mandou guardar’, detalhou Francisca à PM.
A vítima descreveu que o jovem estava em descontrole total e, quando achou uma foice que estava pela casa, pegou e a atacou, decepando um dos dedos dela.
“Não encontrou a faca e foi ‘batendo na roçadeira’. Disse que eu não devia viver, e fez isso comigo”, afirmou Francisca em conversa com os policiais.
Filho da sogra interviu e teve a mão ferida
Conforme a PMPB, o filho de Francisca, uma criança, interviu durante os ataques do genro para defender a mãe. Ele também teve ferimentos na mão.
Após o crime, o adolescente fugiu. Militares iniciaram diligências na região, e, por volta das 20h50, o suspeito foi localizado na Rua Cinco de Novembro, em Bom Jesus.
O adolescente foi apreendido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras por tentativa de feminicídio. A foice usada no crime foi apreendida.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu as vítimas (a sogra e o filho dela) ao Hospital Regional de Cajazeiras, em razão das lesões. Eles estão com estado de saúde estável.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Pai e os dois filhos são encontrados mortos dentro de casa
Um homem de 43 anos e os dois filhos, de 21 e 15 anos, foram encontrados mortos dentro de uma casa em Nova Monte Verde (MT), neste sábado (12). As vítimas foram identificadas como Renato Dufek da Silveira, Wagner de Souza da Silveira e Renan Borges da Silveira.
Segundo a Polícia Civil, os três estavam caídos no chão do imóvel e já sem vida quando as equipes chegaram ao local. Um revólver e uma espingarda foram encontrados próximos a um dos corpos.
A principal hipótese investigada é de que o filho mais velho tenha matado o pai e o irmão adolescente e, em seguida, tirado a própria vida. A dinâmica, no entanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades.
A área foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Os investigadores aguardam os resultados dos exames periciais para esclarecer a sequência dos acontecimentos e apurar a motivação das mortes.
Fonte: G1 Mato Grosso
