Polícia
PM impede “tribunal do crime” e resgata vítima no Orgulho do Madeira
Uma ação rápida da Polícia Militar de Rondônia na última quinta-feira resultou no resgate de uma vítima que estava sendo submetida a um suposto “tribunal do crime” no residencial Orgulho do Madeira, em Porto Velho.
Após receber denúncia sobre a ocorrência de violência no interior de um apartamento, a guarnição policial deslocou-se imediatamente ao local para averiguação. Durante a aproximação, os militares visualizaram movimentação suspeita no imóvel, momento em que os envolvidos tentaram fugir ao perceberem a presença policial.
Um dos suspeitos chegou a pular da janela do terceiro andar do prédio durante a tentativa de evasão, dispensando um revólver calibre .38. A arma foi localizada e apreendida pela equipe policial.
Diante da situação, os policiais realizaram a entrada tática no apartamento, onde localizaram a vítima com sinais de agressão e marcas de amarração nos punhos. Quatro suspeitos envolvidos na ação criminosa foram detidos no local.
Além da arma de fogo apreendida, também foram localizadas armas brancas utilizadas pelos infratores durante a prática criminosa.
A pronta resposta da Polícia Militar de Rondônia foi decisiva para interromper a violência em andamento, preservar a integridade da vítima e garantir a condução dos envolvidos à autoridade policial competente.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Investigadora da Polícia Civil é condenada a 23 anos por roubo e extorsão
Uma investigadora da Polícia Civil e outros três homens foram condenados pela Justiça por envolvimento em um crime de roubo e extorsão praticado com uso de um falso mandado judicial, em Manaus. A decisão foi proferida pela juíza Patrícia Macedo de Campos, da 8ª Vara Criminal da capital amazonense.
Conforme a sentença, o grupo utilizou equipamentos semelhantes aos de forças de segurança, como coletes táticos, distintivos e algemas, além de um documento falso, para invadir uma residência e convencer a vítima de que se tratava de uma ação oficial.
Durante o crime, ocorrido em agosto do ano passado, a vítima foi ameaçada e obrigada a realizar uma transferência de R$ 10 mil via Pix. Além disso, os criminosos roubaram R$ 5 mil em dinheiro, um notebook, um relógio e outros objetos pessoais.
A investigadora da Polícia Civil Viviane Monteiro de Almeida recebeu a maior pena entre os condenados, com 23 anos, 2 meses e 13 dias de prisão em regime fechado. Samuel da Costa Matos foi condenado a 19 anos, 10 meses e 20 dias, enquanto Alessando Freire Naranjo e Jefferson Cavalcante Marcolino receberam penas de 16 anos, 6 meses e 27 dias cada.
Segundo a decisão judicial, a condenação foi baseada em diversas provas reunidas durante a investigação, incluindo conversas encontradas no celular de Viviane, mensagens que indicariam a divisão das funções do grupo, registros de monitoramento da vítima, comprovantes bancários, imagens de câmeras de segurança e objetos apreendidos com os envolvidos.
A Justiça, porém, rejeitou a acusação de associação criminosa por entender que não havia comprovação suficiente de uma estrutura organizada, estável e permanente para a prática contínua de crimes.
Todos os condenados deverão cumprir as penas inicialmente em regime fechado.
Polícia
Suspeito engole droga em preservativo e diz à polícia que era “doce de leite”
Um homem tentou justificar uma situação inusitada após ser internado no Hospital Regional do Paranoá (HRPA), no Distrito Federal, depois de engolir um preservativo contendo uma substância ilícita. O paciente afirmou aos policiais que o material encontrado em seu organismo seria apenas “doce de leite”.
O caso ganhou repercussão após um vídeo registrado pelo policial militar Jason Carvalho mostrar o momento em que o homem era questionado sobre a suspeita de atuar como “mula” do tráfico, prática em que criminosos transportam drogas dentro do próprio corpo.
Durante a conversa, o paciente negou envolvimento com entorpecentes e alegou que teria participado de um suposto desafio no trabalho para engolir e expelir o preservativo. Segundo ele, o conteúdo seria doce de leite e não droga.
A versão, porém, não convenceu as equipes responsáveis pelo atendimento. Após análises realizadas por profissionais de saúde e policiais, foi constatado que o material armazenado dentro do preservativo se tratava de entorpecente.
Depois de receber alta médica, o homem foi encaminhado para a delegacia, onde foi autuado em flagrante. O caso será investigado pelas autoridades competentes.
Polícia
PM é preso após agredir e ameaçar matar adolescente de 16 anos
Um policial militar foi preso em flagrante após agredir e ameaçar de morte um adolescente de 16 anos dentro de uma loja de autopeças em Catalão, no sudeste de Goiás. O caso aconteceu na manhã de quinta-feira (16) e foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento.
De acordo com as informações divulgadas, o adolescente havia acabado de chegar ao trabalho para abrir a loja quando o policial estacionou uma viatura em frente ao local e entrou no estabelecimento. As imagens mostram o agente abordando o jovem, encostando-o contra a parede e, em seguida, jogando-o no chão.
Durante a ação, o policial teria acusado o adolescente de encará-lo e passou a questioná-lo sobre uma suposta ligação com facção criminosa. Enquanto mantinha o jovem imobilizado, o agente também fez ameaças de morte e afirmou que o mataria caso voltasse a olhar para ele.
Ainda segundo o relato, o policial ordenou que o adolescente deixasse a cidade, afirmando que voltaria a agredi-lo caso o encontrasse novamente. Em todo o momento, o jovem permaneceu deitado no chão e não reagiu às agressões.
Após o episódio, a família da vítima registrou um boletim de ocorrência. A mãe do adolescente afirmou esperar que o caso seja apurado e que os responsáveis sejam punidos. Ela também relatou que o filho trabalha desde os 11 anos e disse ter ficado abalada ao tomar conhecimento das imagens.
Em nota, a Polícia Militar de Goiás informou que instaurou os procedimentos legais, administrativos e disciplinares para investigar a conduta do agente. O policial foi preso em flagrante e permanece detido no 18º Batalhão da Polícia Militar enquanto o caso é apurado.
