Polícia
Vendedor de carros é procurado por suspeita de envolvimento em homicídios
A imagem de um vendedor de veículos de Vilhena passou a circular amplamente em grupos de WhatsApp e redes sociais após a Polícia Civil de Rondônia divulgar a foto do investigado, considerado foragido da Justiça.
Lucas Henrique Resende da Silva é alvo de investigação por suposto envolvimento em crimes graves registrados recentemente no município de Ji-Paraná. Contra ele, há um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da comarca, após pedido apresentado pela Polícia Civil e parecer favorável do Ministério Público.
Segundo informações, Lucas é investigado por participação em uma tentativa de homicídio e também em um homicídio consumado. As vítimas foram identificadas como Fernando dos Reis Souza e Adriyan Geovane Sales Pitangui.
As investigações indicam que os crimes podem ter ligação com disputas entre organizações criminosas rivais pelo controle de áreas de atuação na cidade. Relatórios produzidos pelos setores de inteligência apontam que integrantes de uma facção teriam sido enviados para Ji-Paraná com a finalidade de atacar membros do grupo adversário e retomar territórios dominados pelo tráfico.
Durante o avanço das apurações, os policiais identificaram um veículo Peugeot 207 preto que teria sido utilizado nas ações criminosas. Além disso, registros levantados pela investigação indicam que o suspeito esteve hospedado em um hotel no município.
Mandados de busca e apreensão também resultaram na localização de munições calibre .40 e entorpecentes, elementos que reforçam os indícios reunidos pela investigação.
Na decisão judicial, o magistrado destacou a gravidade dos fatos investigados e a necessidade da prisão temporária para garantir o andamento das diligências. A medida tem prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada conforme o andamento do inquérito.
A Polícia Civil continua realizando buscas para localizar o investigado. Informações que possam auxiliar na captura podem ser repassadas anonimamente às autoridades policiais.
Polícia
PF investiga ligação de policiais com facção criminosa
A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.
Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.
Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.
Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.
A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.
Fonte: Agência Brasil
Polícia
Capotamento assusta moradores após carro quase invadir residência
Um Fiat Uno capotou na manhã desta quarta-feira (7) após o motorista perder o controle do veículo na Avenida Anita Garibaldi, no bairro Costa e Silva, em Porto Velho (RO).
Segundo as informações, o carro seguia pela via quando o condutor perdeu o controle da direção, atingiu a quina da calçada e acabou tombando. O veículo parou próximo a uma residência e, conforme os relatos, poderia ter atingido a casa caso não tivesse batido na calçada.
Duas pessoas estavam no carro e sofreram apenas escoriações. Segundo testemunhas, o motorista apresentava visíveis sinais de embriaguez após o acidente e teria deixado o local com auxílio de um amigo, que foi buscá-lo. Ainda conforme os relatos, ele apresentava dificuldades para permanecer em pé.
O veículo foi retirado do local por um guincho.

Polícia
Homem morre após ficar preso nas ferragens em Rondônia
André Miranda, de 30 anos, morreu após um acidente envolvendo duas picapes na BR-174, próximo ao aeroporto de Vilhena (RO). Ele conduzia uma VW Saveiro quando houve a colisão frontal com uma Chevrolet S-10.
De acordo com as informações levantadas sobre o acidente, a S-10 era conduzida por um mecânico que estaria testando o veículo depois de realizar serviços de manutenção. A suspeita é de que a caminhonete tenha perdido aderência na pista, atravessado para a faixa contrária e atingido a Saveiro.
Com o impacto, a Saveiro saiu da rodovia e terminou em uma plantação de soja localizada às margens da BR-174. André ficou preso às ferragens e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local.
O condutor da S-10 também foi encaminhado ao Hospital Regional de Vilhena para receber atendimento. Ele sofreu apenas escoriações, passou por avaliação médica e recebeu alta.
Natural de Cerejeiras, André trabalhava ao lado dos pais em uma criação de suínos na Associação dos Pequenos Produtores Rurais Nova Vida (Apronvida), localizada na zona rural de Vilhena. No momento do acidente, ele seguia para a cidade.
André era solteiro, possuía habilitação para dirigir e morava na comunidade rural. Familiares e vizinhos o descreviam como uma pessoa querida.
As circunstâncias da colisão ainda serão apuradas.
