Polícia
Polícia impede latrocínio e prende membros de facção em Jaci-Paraná
Uma operação conjunta entre as polícias Militar e Civil desarticulou, na manhã desta quarta-feira (22), um plano de latrocínio contra um empresário no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho. A ação ocorreu após denúncias de que integrantes de uma facção criminosa estavam arquitetando o roubo e a execução da vítima, identificada apenas como Paulo. O empresário confirmou às autoridades que vinha recebendo ameaças e mensagens de um número desconhecido, cuja foto de perfil pertencia a um menor já conhecido no meio policial por integrar o Comando Vermelho.
As equipes se deslocaram até uma serraria abandonada na Rua Sebastião Gomes, no centro do distrito, local apontado como ponto de venda de entorpecentes e esconderijo dos suspeitos. Ao perceberem a chegada das viaturas, três indivíduos tentaram fugir para o interior da estrutura, mas foram alcançados e abordados pelos agentes. No local, os policiais prenderam Alisson C., de 23 anos, e apreenderam dois menores, de 16 e 17 anos, identificados como Wesley H. e George M.
Durante a revista minuciosa na serraria, os policiais localizaram uma arma de fogo de fabricação caseira calibre .22 com quatro munições intactas, um simulacro de pistola, balanças de precisão e dois facões. Segundo os detidos, os facões seriam utilizados para decapitar rivais. Também foram apreendidos celulares e pertences pessoais que reforçam a tese de atividades ilícitas no local. A periculosidade do grupo exigiu o uso de algemas durante o transporte para a capital.
O caso também registrou um impasse administrativo com o Conselho Tutelar de Jaci-Paraná. De acordo com o relatório policial, a conselheira de plantão foi informada da apreensão dos menores por volta das 11h55, mas, após quatro horas de espera, não compareceu à Central de Flagrantes em Porto Velho, alegando falta de transporte. Os envolvidos foram apresentados à autoridade policial para o registro da ocorrência e devem responder por crimes que incluem formação de quadrilha, posse ilegal de arma e ameaça.
Polícia
Adolescente é apreendido após atirar na namorada de 17 anos
Um adolescente de 16 anos foi apreendido na tarde deste sábado (06) suspeito de atirar contra a própria namorada, uma jovem de 17 anos, na zona leste de Porto Velho.
O caso aconteceu na rua Goianésia, no bairro Jardim Santana. De acordo com informações apuradas, os dois mantinham um relacionamento, e durante uma situação ainda não totalmente esclarecida, o adolescente teria utilizado uma arma artesanal de calibre 32 para efetuar o disparo, que atingiu a cabeça da vítima.
A jovem foi socorrida em estado gravíssimo e encaminhada ao Hospital João Paulo II, onde permanece internada sob cuidados médicos.
Após o ocorrido, o suspeito foi apreendido e levado ao Departamento de Flagrantes, onde está à disposição da Justiça.
A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do crime.
Polícia
Jovem de 22 anos é encontrada morta após suposto sequestro
A jovem Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi encontrada morta na tarde de quarta-feira (3), no município de Aripuanã, localizado no noroeste de Mato Grosso. O caso mobilizou as forças de segurança da região e está sendo investigado pela Polícia Civil.
De acordo com as informações, a vítima teria sido sequestrada antes de ser localizada sem vida em um estabelecimento da cidade. As circunstâncias que levaram ao crime ainda não foram esclarecidas pelas autoridades.
Durante as diligências realizadas após a descoberta do corpo, equipes das polícias Civil e Militar atuaram de forma conjunta e conseguiram prender dois homens suspeitos de participação no caso.
O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames periciais que deverão auxiliar nas investigações.
A Polícia Civil segue apurando os fatos para identificar a motivação do crime e determinar o grau de envolvimento dos suspeitos presos.
Polícia
Mãe é condenada à prisão perpétua pela morte do filho de 14 meses
Uma mulher de 36 anos foi condenada à prisão perpétua, com mínimo de 22 anos, após ser considerada culpada pela morte do próprio filho, um bebê de apenas 14 meses.
O caso, noticiado pelo The Sun, chocou o Reino Unido. Segundo o Tribunal da Coroa de Cambridge, Emma Barnett preparou uma mistura de leite com medicamentos e a ofereceu ao filho, Oakley, poucas horas depois de uma decisão judicial determinar que a criança seria retirada de sua guarda.
A audiência, que culminou na decisão, ocorreu em 8 de novembro de 2024. A mulher participou de forma remota, alegando que ela e o filho estavam indispostos. Ao final da análise do caso, o tribunal determinou que Oakley fosse colocado sob a proteção dos serviços sociais.
Segundo o processo, citado pelo The Sun, a mulher já havia perdido a guarda de outros cinco filhos: quatro foram encaminhados para acolhimento familiar de longo prazo, enquanto um passou a viver com o pai.
Horas após a decisão judicial, porém, Barnett retirou os medicamentos em uma farmácia e seguiu para a Floresta de Epping, em Essex. Para os investigadores, a movimentação fez parte de uma tentativa de dificultar a sua localização.
A preocupação das autoridades aumentou após Barnett enviar uma mensagem a uma assistente social informando que precisava se desfazer do celular. O conteúdo levou ao início de uma busca.
Quando os policiais chegaram à residência da mulher, em Debden, precisaram arrombar a porta para entrar no imóvel. Barnett foi localizada escondida no sótão da casa, enrolada em cobertores ao lado do filho inconsciente.
Inicialmente, ela afirmou que Oakley estava dormindo. Pouco depois admitiu aos agentes ter causado a morte da criança. Equipes de emergência conseguiram reanimar o coração do menino, mas ele entrou em coma e morreu posteriormente no hospital.
Durante o julgamento, familiares prestaram uma homenagem emocionada ao bebê. Em nota, descreveram Oakley como uma criança que “enchia qualquer ambiente com luz, risos e amor”.
Fonte: R7
