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Polícia

Apenado do regime semiaberto é preso após ser reconhecido por policiais

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Um apenado identificado como Eduardo S., de 22 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (22) enquanto cumpria pena no regime semiaberto da penitenciária Colônia Agrícola Penal, em Porto Velho. A prisão foi efetuada pela equipe do Setor 14 do 5º Batalhão da Polícia Militar, sob o comando do sargento Machado, após o jovem ser reconhecido pelos militares durante uma diligência de rotina na unidade prisional.

A guarnição policial estava na unidade penal para realizar a entrega de outro detento, um foragido da justiça conhecido como “Neguinho do PCC”, que havia sido capturado momentos antes no residencial Porto Madero 3. Ao avistarem Eduardo nas dependências da Colônia Agrícola, os policiais decidiram realizar uma pesquisa nominal no sistema, confirmando a existência de um mandado de prisão em aberto contra ele.

O mandado expedido pela Justiça determinava a regressão de regime ou nova ordem de prisão por tráfico de drogas, exigindo o cumprimento da pena em regime fechado. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao apenado, que não ofereceu resistência durante a abordagem. A ação demonstra a eficácia do policiamento preventivo e o conhecimento das equipes sobre os indivíduos monitorados pelo sistema judiciário local.

Após a detenção, o criminoso foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames de corpo de delito, procedimento padrão antes do encarceramento. Em seguida, Eduardo foi encaminhado ao Presídio José Mário Alves, o “Urso Branco”, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da sua sentença no sistema fechado, conforme determinado pela nova ordem judicial.

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Polícia

Avó pega neta nas férias e some com a criança por quase 1 ano: ‘Não sei se minha filha está viva’

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Familiares procuram por Alice Vitória Ribeiro Duarte, de 6 anos, que não é vista há quase um ano, após a avó paterna levá-la para passar as férias escolares. Os pais relatam que tentam contato com a mulher, mas não têm as chamadas nem as mensagens respondidas. Eles também afirmam que não a encontraram nos endereços ligados a ela em Belo Horizonte e região.

A menina foi buscada pela avó em 20 de dezembro de 2025, no bairro Novo Progresso, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, após a mulher procurar a mãe da criança, Carla Duarte. “Ela me pediu para levar a Alice para passear e passar as festas de fim de ano. Não fui contra porque achei importante que ela tivesse esses momentos com a avó”, relata a mãe.

Carla conta que a mulher passou a apresentar “comportamentos diferentes”, deixando de atender ligações e demorando para responder mensagens. “Eu iniciava as conversas, mas ela demorava muito para retornar. Então, pedi que trouxesse minha filha de volta.”

Segundo a mãe, a avó justificou que levaria a neta para casa após o Carnaval, a tempo do início do ano letivo na escola em que a criança estava matriculada. “Ela não cumpriu o combinado. Quando questionei novamente, disse que tinha feito a inscrição da Alice em uma aula de balé no Centro de Belo Horizonte. Dias depois, fui informada de que ela havia entrado com um pedido de guarda na Justiça”, afirma Carla.

Após o episódio, a relação entre as duas piorou. “Procurei questionar o motivo, pois sempre tivemos uma boa relação, mesmo após o fim do meu relacionamento com o filho dela. Ela justificou apenas que precisava dos documentos da Alice, sem entrar em detalhes, e passou a apagar as mensagens que me enviava”, acrescenta a mãe.

Buscas e histórico familiar

O pai da criança, o autônomo Matheus Pereira, de 30 anos, relata ter procurado a filha em diversos endereços ligados à mãe dele. “Procurei por todos os lugares possíveis. Ela não atende, não responde e não nos deixa ver a Alice nem por chamada de vídeo”, afirma.

Pereira conta que foi criado pelos avós a partir dos 2 anos de idade e que não manteve convívio com a mãe durante a infância e a adolescência. “Só passamos a nos comunicar depois que me tornei adulto. Nem a considero como mãe”, relata.

Registros na polícia e apelo da família

Os pais de Alice registraram boletins de ocorrência em março e nesta segunda-feira (20/10). Segundo a família, o caso não foi divulgado anteriormente por orientação de advogados.

“Chegou a um ponto em que decidimos expor a situação para tentar encerrar essa angústia. É o meu último recurso. Desde o sumiço da Alice, passei a ter crises de ansiedade. O que me mantém de pé são os meus outros dois filhos, que também precisam de mim”, desabafa Carla.

O pai também relata o impacto emocional do afastamento, que se intensifica em datas comemorativas, como o Dia dos Pais e o aniversário da filha. “É muito difícil o que estamos vivendo. Ao mesmo tempo em que tento pensar que ela está bem, fico preocupado. Não sei se minha filha está viva. É uma dor insuportável”, lamenta.

Como denunciar

Quem tiver qualquer informação que ajude a localizar a criança pode entrar em contato com o Disque Denúncia Unificado pelos telefones 181 ou 0800-2828-197. O sigilo e o anonimato são garantidos.

A Polícia Civil foi procurada para prestar esclarecimentos sobre o andamento das investigações. A reportagem aguarda retorno.

Fonte: O tempo

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Mulher é presa após descumprir repetidamente medida protetiva

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Nesta segunda-feira (19), a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Cacoal, cumpriu um mandado de prisão preventiva contra uma investigada, identificada como L. L. S., por descumprimento frequente de medida protetiva de urgência.

A ordem judicial foi expedida pelo Poder Judiciário após a constatação de que a suspeita continuava a descumprir as determinações de afastamento e de proibição de aproximação estabelecidas para a proteção da vítima. Diante do insistente descumprimento e da escalada do conflito envolvendo questões familiares, a autoridade policial representou pela prisão preventiva.

Após diligências realizadas pela equipe policial, o mandado foi devidamente cumprido. A capturada foi conduzida à unidade policial para a realização dos procedimentos de praxe e, em seguida, encaminhada ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.

A Polícia Civil ressalta a importância de que todos os descumprimentos de medidas protetivas sejam formalmente comunicados para que as providências cabíveis sejam adotadas de imediato, garantindo a efetiva proteção e integridade das vítimas.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Mais de 100 kg de skunk são apreendidos em operação

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Uma operação integrada das forças de segurança resultou na apreensão de 103,9 quilos de skunk, além de veículos, antenas de internet via satélite e celulares, na noite desta terça-feira (20), no distrito de Nova Mutum Paraná, em Porto Velho (RO). Segundo o levantamento policial, o prejuízo estimado ao crime ultrapassa R$ 1,39 milhão.

A ocorrência foi registrada por volta das 22h30, na avenida Jirau, durante a Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, realizada em conjunto com a Operação Madeira Mamoré II, que tem como objetivo combater crimes nas regiões de fronteira.

Durante o patrulhamento, as equipes abordaram um Chevrolet Onix que vinha de uma região próxima à fronteira com a Bolívia. Na fiscalização do veículo, os policiais encontraram a carga de entorpecentes, que totalizou 103,9 quilos de skunk, uma variedade de cannabis com elevada concentração de substâncias psicoativas.

Além da droga, foram apreendidas duas antenas de comunicação via satélite Starlink, um celular Motorola e um iPhone 17 Pro Max. Também foram recolhidos veículos relacionados à ocorrência, incluindo automóveis mencionados no levantamento patrimonial da apreensão.

A ação contou com a participação da Polícia Militar de Rondônia (PMRO), por meio do Comando de Policiamento Especializado (CPE) e do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Polícia Civil, por meio do Departamento de Narcóticos (DENARC), e NIIF/GEI.

De acordo com o levantamento divulgado pelas forças policiais, os materiais e bens apreendidos foram avaliados em mais de R$ 1,39 milhão. Somente a carga de skunk foi estimada em R$ 1.246.800,00.

Os envolvidos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A operação faz parte das ações de combate ao tráfico de drogas e a outras atividades criminosas nas regiões de fronteira e divisas de Rondônia, com atuação conjunta de diferentes instituições de segurança pública.

Fonte: PM/RO

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