Polícia
PM prende suspeito de tráfico após disparos em Porto Velho
A ação foi desencadeada após indivíduos em uma motocicleta efetuaram diversos disparos de arma de fogo em frente a uma residência localizada no bairro Castanheira, proferindo ameaças e indicando possível disputa entre facções criminosas. Diante da gravidade da situação, o 9º Batalhão intensificou o policiamento na região.
As equipes policiais identificaram movimentação suspeita em um imóvel já conhecido por denúncias relacionadas ao tráfico de drogas. Ao se aproximarem, os policiais visualizaram substâncias entorpecentes expostas no interior da residência, o que motivou a intervenção imediata.
No local, foram apreendidas 66 porções de substância análoga à cocaína, aproximadamente um quilo de substância análoga à maconha, além de munição calibre 9mm, aparelhos celulares, câmeras de monitoramento, máquina de cartão e materiais utilizados para o preparo e comercialização de entorpecentes.
A ocorrência contou com a presença do Comandante do CRP I, tenente-coronel PM Amorim, bem como do Comandante do 9º Batalhão, tenente-coronel PM Wesley, evidenciando a relevância da ação, considerada de grande vulto diante do contexto de disparos de arma de fogo e possível conflito entre organizações criminosas na região.
O indivíduo detido é apontado como integrante de organização criminosa com atuação em Porto Velho, exercendo função de liderança em área da zona sul, com envolvimento na coordenação de atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas.
Há ainda registros de que o suspeito já teria se envolvido anteriormente em situação de possível ameaça contra policial militar do 9º Batalhão, fato que reforça o grau de periculosidade atribuído ao conduzido.


Fonte: Polícia Militar
Polícia
Dois homens pegam até 27 anos de prisão por matar empresário
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) atuou no julgamento que condenou três réus por crimes relacionados ao homicídio de um empresário, ocorrido em maio de 2024, em uma propriedade rural de Rondônia. A sessão do Tribunal do Júri começou na quinta-feira (15/10), em Porto Velho, e terminou às 23h de sexta-feira (16/10), com penas de 27 anos e 20 anos de prisão para dois réus condenados pelo homicídio e de um ano para a terceira ré, condenada por ocultação de cadáver.
O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Marcus Alexandre. Os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois primeiros réus pela morte da vítima Dalton e condenaram a terceira acusada pela participação na ocultação do corpo.
Crime
De acordo com a acusação, o homicídio ocorreu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria começado por cobranças relacionadas ao trabalho e à administração do local.
Durante a discussão, a vítima foi atingida por golpes na cabeça e em outras partes do corpo com uma colher grande de madeira. Após o crime, os envolvidos teriam adotado medidas para limpar o local e ocultar o cadáver em um rio, onde o corpo foi encontrado três dias depois, e afundaram o carro em uma lagoa próxima.
A denúncia apontou circunstâncias que qualificaram o homicídio, incluindo motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, todas acolhidas pelos jurados.
Julgamento
Durante a sessão, os dois acusados pelo homicídio confessaram ter matado o empresário, mas alegaram que mataram porque foram injustamente provocados. A tese do homicídio privilegiado não foi reconhecida pelos jurados. A terceira ré admitiu ter limpado o local e respondia somente pela ocultação do cadáver.
Após os intensos debates entre acusação e defesa, os jurados reconheceram a responsabilidade penal dos três réus. A sentença foi proferida na noite desta sexta-feira (16/10).
As penas fixadas foram de 27 anos de prisão para um dos condenados pelo homicídio, 20 anos para o outro e um ano de prisão para a ré condenada por ocultação de cadáver.
A decisão encerra o julgamento em primeira instância pelo Tribunal do Júri, cabendo às partes os recursos previstos em lei.
Fonte: MPRO
Polícia
Operação prende suspeitos ligados a homicídios e tráfico de drogas
A Polícia Civil do Estado de Rondônia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Contrafluxo II no município de São Miguel do Guaporé/RO. A ação cumpriu mandados judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos no âmbito de investigações sobre homicídio qualificado, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa.
Entenda o caso:
As investigações apuram o homicídio de W.B de.S., e a tentativa de homicídio contra seu irmão, W.B de.S., ocorridos em 13 de agosto de 2026, além da atuação de integrantes de facção criminosa na região.
Durante as diligências, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e realizadas quatro prisões em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Além disso, foram efetuadas buscas em diversos endereços vinculados aos investigados para a apreensão de armas, munições, entorpecentes, aparelhos eletrônicos, documentos e registros financeiros.
A operação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guaporé, com apoio operacional das Delegacias de Alvorada do Oeste, Urupá, Seringueiras e Nova Brasilândia, além do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM/PMRO).
A Polícia Civil de Rondônia reforça e ressalta o seu compromisso com a população rondoniense de atuar de forma firme, integrada e contínua no combate à criminalidade e na preservação da ordem pública.
Canais de Denúncia
Disque-Denúncia: 197
WhatsApp: (69) 3216-8940

Fonte: Polícia Civil
Polícia
Grávida é morta, esquartejada e carbonizada; ex-marido e noiva são presos
Uma grávida identificada como Juliana Paulo Pinto, de 29 anos (foto em destaque), foi encontrada morta e carbonizada na quarta-feira (14/10), no Sul do Espírito Santo. A vítima teve o corpo esquartejado pelo ex-companheiro. O corpo dela foi achado em Cachoeiro de Itapemirim. Ao lado do cadáver tinha uma galão de combustível e uma sandália usada por Juliana.
Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, que investiga o caso, dois suspeitos foram presos por ocultação de cadáver: o ex-marido da vítima, Diego Marques Alves, e a atual noiva dele, Geovana Maria Vieira.
De acordo com a PC-ES, o ex-companheiro de Juliana confessou o crime e afirmou que matou a mulher por causa de desentendimentos e problemas judiciais.

Grávida sumiu ao sair com filho de 11 anos
A investigação começou depois que o atual companheiro de Juliana registrou o desaparecimento dela na Polícia Civil, na segunda-feira (12/10). Segundo o homem, ela desapareceu ao sair de casa com o filho Diego, de 11 anos. Depois disso, não foi mais vista.
De acordo com a Polícia Civil, câmeras de segurança de um posto de combustíveis mostram o veículo usado pelos suspeitos, que foi visto parando para abastecer na noite em que a gestante desapareceu. Logo depois, o carro seguiu para a região de Monte Líbano.
O casal foi autuado em flagrante por ocultação de cadáver e encaminhado ao sistema prisional, onde segue à disposição da Justiça.

Fonte: Metrópoles
