Polícia
Tio é suspeito de matar a tiros jovem com quem mantinha relacionamento
A jovem Weisla Castro Israel, de 27 anos, foi vítima de um feminicídio na noite do último sábado (4/4), em Cajati, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, ela foi encontrada por agentes da Polícia Militar (PM) já morta, com múltiplas marcas de tiros no corpo. O caso ocorreu no bairro Jacupiranguinha.
Ainda de acordo com informações do boletim de ocorrência, uma testemunha informou que viu um homem fugir em um carro após os disparos. O veículo foi localizado posteriormente, abandonado.
O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Cajati, que segue investigando o caso.

Tio é principal suspeito
O delegado Paulo Schiontek, responsável pela investigação, afirmou que a polícia tem como principal suspeito um homem de 51 anos, tio de Weisla.
Apesar de não ter ligação consanguínea com a vítima, o homem foi casado com uma tia de Weisla, irmã de sua mãe, e vinha mantendo um relacionamento com a sobrinha há alguns meses.
As informações foram confirmadas pelo pai da jovem, que deu depoimento à polícia.
Ainda de acordo com o pai da vítima, ele não concordava com o relacionamento da filha com o parente, pois o suspeito já teria “causado uma desgraça na família” anteriormente.
No depoimento, ele afirma que o homem teria sido autor de um homicídio há cerca de 20 anos. Esse crime teria provocado uma represália que terminou com a morte de dois sobrinhos do suspeito, ambos de 11 anos — um deles, irmão de Weisla.
No veículo localizado pela polícia também foram encontrados documentos pessoais do suspeito, vinculando ele ao automóvel.
Weisla deixa dois filhos, de 8 e 9 anos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
MPRO denuncia quatro e mira R$ 31 milhões em esquema de milícia
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 4 investigados no âmbito da operação “Labirinto de Bronze”, resultado de Procedimento Investigatório Criminal instaurado para apurar a prática dos crimes de lavagem de dinheiro e milícia privada.
Segundo a denúncia, entre janeiro de 2019 e maio de 2026, parte dos denunciados teria integrado estrutura armada, estável e permanente, com atuação em conflitos agrários nos municípios de Buritis, Ariquemes, Machadinho do Oeste e Cujubim/RO. Conforme apurado, o grupo seria empregado em ações de vigilância de propriedades rurais, intimidação e retirada de ocupantes, enfrentamento de grupos rivais e outras ações violentas relacionadas a disputas fundiárias, além da prestação remunerada de segurança armada.
A investigação também identificou, em tese, diferentes mecanismos de ocultação e dissimulação patrimonial, envolvendo imóveis rurais e urbanos, semoventes, veículos, movimentações bancárias, utilização de pessoa jurídica e registro de bens e direitos em nome de terceiros. A denúncia descreve 7 (sete) fatos delitivos relacionados à lavagem de capitais, praticados por meio de operações distintas e autônomas. Entre os bens abrangidos pelas apurações estão 1.611 cabeças de gado e 7 (sete) veículos, além de propriedades rurais e valores movimentados por contas bancárias e por empresa utilizada, segundo o MPRO, na estrutura de ocultação patrimonial.
Foram imputados, conforme a participação individual atribuída a cada denunciado, os crimes previstos no art. 288-A do Código Penal, referente à constituição, organização, integração e manutenção de milícia privada, e no art. 1º, caput e § 2º, inciso I, da Lei nº 9.613/1998, que trata dos crimes de lavagem de dinheiro. O MPRO requereu o recebimento da denúncia, a citação e o processamento dos acusados e, ao final, a condenação pelos crimes imputados.
O Ministério Público requereu, ainda, a decretação da perda dos bens, direitos e valores relacionados direta ou indiretamente aos crimes de milícia privada e lavagem de dinheiro, quantificados, até o momento, em R$ 31.370.845,49 (trinta e um milhões, trezentos e setenta mil, oitocentos e quarenta e cinco reais e quarenta e nove centavos), abrangidos por medidas assecuratórias já deferidas judicialmente.
A Operação “Labirinto de Bronze” foi deflagrada pelo Gaeco em 26 de maio de 2026, com o cumprimento de 7 (sete) mandados de busca e apreensão em Ariquemes, Cujubim e Porto Velho e medidas assecuratórias patrimoniais, abrangendo bloqueios financeiros, imóveis, veículos e a constrição de 1.611 cabeças de gado. Já em setembro de 2026, a segunda fase foi deflagrada a partir do aprofundamento das análises de aparelhos eletrônicos e documentos apreendidos, com o cumprimento de 3 (três) mandados de prisão preventiva, 1 (um) mandado de busca e apreensão em Ariquemes e medidas cautelares diversas da prisão. Também foi deferida medida patrimonial complementar, com o sequestro de 50% das quotas, direitos societários e direitos econômicos vinculados a uma empresa sediada em Aparecida de Goiânia/GO.
O MPRO reafirma seu compromisso com a defesa da ordem jurídica, o enfrentamento qualificado à criminalidade organizada, o combate à lavagem de dinheiro e a recuperação de ativos ilícitos.
Fonte: MPRO
Polícia
PF apreende 80 kg de cocaína enviados por encomendas de Rondônia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (7/10), a Operação No Way, para combater o tráfico interestadual de cocaína por meio de encomendas postais a partir de Rondônia. Na ação, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão em Porto Velho.
As investigações tiveram início após a Polícia Federal interceptar encomendas postadas em agências dos Correios na capital. As remessas continham cerca de 80 kg de cocaína e tinham como destino os estados do Ceará, da Paraíba e de Pernambuco.
As diligências realizadas ao longo da investigação permitiram identificar a atuação do grupo suspeito, incluindo a aquisição da droga, a preparação das embalagens e o encaminhamento das encomendas às agências postais.
O material apreendido será analisado para auxiliar na identificação de outros envolvidos e na apuração da origem da droga.
Os investigados poderão responder, de acordo com sua participação, pelo crime de tráfico de drogas, com agravamento previsto na legislação em razão do caráter interestadual da atividade.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Homem é executado a tiros nas proximidades da antiga AABB
Um homem de 45 anos, identificado como Gevanildo Ferreira, foi encontrado morto após ser baleado nas proximidades da antiga sede da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Alta Floresta D’Oeste, nesta terça-feira (6).
Moradores que ouviram os disparos acionaram a Polícia Militar. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Gevanildo caído e solicitaram uma equipe médica.
Os socorristas foram até o local, mas constataram que a vítima já não apresentava sinais de vida. Conforme as informações, o homem havia sido atingido por seis tiros.
A região foi isolada para o trabalho da perícia. Os peritos realizaram os procedimentos necessários e recolheram possíveis vestígios que podem contribuir para esclarecer como o crime aconteceu.
A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar. A Polícia Civil assumiu as investigações para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do homicídio.
