Polícia
Aluno que matou professora é expulso da faculdade após crime brutal
A professora Juliana Santiago, de 41 anos, foi morta a facadas dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular em Porto Velho. A principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que o autor do crime seria João Cândido, de 24 anos, aluno do 5º período de Direito, que teria cometido o ataque após ser rejeitado pela docente.
O diretor-presidente da instituição, Aparício Carvalho, informou que o estudante foi expulso da faculdade após o ocorrido. Segundo ele, a universidade adotou imediatamente as medidas administrativas cabíveis diante da gravidade do caso.
“Não podemos permitir, de forma alguma, que pessoas desse nível permaneçam no nosso convívio. Após um assassinato brutal ocorrido dentro das nossas dependências, é nosso dever tomar as providências necessárias e afastar definitivamente alguém com esse comportamento do ambiente universitário”, declarou.
Três dias após o crime, o Centro Universitário Aparício Carvalho (FIMCA) retomou as aulas. Na manhã desta terça-feira (10), alunos, professores e colaboradores prestaram uma homenagem à docente com uma caminhada silenciosa dentro do campus, portando velas e cartazes. Durante o ato, foi feita a leitura de um trecho da Bíblia e balões brancos foram soltos em memória da professora.
Emocionada, a estudante Ronéria Sabará destacou o legado deixado por Juliana. “O maior ensinamento que ela deixou foi nunca desistir dos nossos sonhos. A melhor forma de homenageá-la é continuar seguindo nossos objetivos e dar continuidade ao que ela nos ensinou”, afirmou.
RELEMBRE O CASO;
Polícia
Anestesista é condenado por usar celular durante cirurgia e causar morte de criança
A Justiça da província argentina de Río Negro condenou o anestesista Mauricio Javier Atencio Krause a três anos de prisão pela morte de um menino de quatro anos durante um procedimento cirúrgico. Além da pena, ele foi proibido de exercer a profissão por sete anos e seis meses e deverá cumprir regras de conduta pelo período de três anos, incluindo comparecimento mensal ao tribunal e a proibição de cometer novos delitos.
O processo foi movido pelos pais da criança. A defesa solicitou a aplicação da pena mínima para homicídio culposo e pediu que a inabilitação profissional fosse restrita apenas à área de medicina pediátrica.
O caso ocorreu em 11 de julho de 2024, na cidade de General Roca. Valentín Mercado Toledo havia sido internado para realizar uma cirurgia considerada de rotina para correção de hérnia diafragmática. Durante o procedimento, no entanto, o menino sofreu falta de oxigenação no cérebro, o que resultou em morte cerebral.
De acordo com o que foi apurado no julgamento, o anestesista se distraiu com o celular no momento em que deveria monitorar os sinais vitais da criança. Laudos técnicos apontaram que Valentín ficou ao menos dez minutos sem aferição de pressão arterial ou controle da oxigenação, sem que o profissional percebesse. Consta ainda que o médico chegou a sair da sala de cirurgia para procurar um carregador para o aparelho.
Segundo relato da mãe, após a cirurgia o filho permaneceu por uma semana submetido a um tratamento marcado por incertezas e diagnósticos divergentes, até que os médicos confirmaram que o dano cerebral era irreversível, sete dias depois do procedimento.
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Polícia prende dois suspeitos e apreende 150 vapes vendidos a adolescentes
Uma operação policial realizada na manhã desta quarta-feira (11) terminou com a prisão em flagrante de dois homens suspeitos de armazenar e comercializar cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes”, em Alvorada d’Oeste. A ação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia Civil do município, dentro da Operação Vapor Sombrio.
As investigações tiveram início após denúncias de pais e professores sobre o uso dos dispositivos por adolescentes dentro e nas imediações de escolas. Com o avanço das apurações, a polícia identificou que um dos investigados estaria vendendo os produtos nas proximidades de uma unidade escolar, tendo como principal público jovens estudantes.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante as diligências, aproximadamente 150 cigarros eletrônicos foram localizados e apreendidos. Os suspeitos foram autuados por contrabando, uma vez que a importação e comercialização desses produtos são proibidas no Brasil, conforme normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A conduta pode se enquadrar no artigo 334-A, §1º, inciso IV, do Código Penal, além do artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90), que trata da venda de produtos que possam causar dependência a menores.
A Operação Vapor Sombrio integra um conjunto de ações voltadas ao combate de práticas ilícitas que impactam a saúde pública, com foco na proteção de crianças e adolescentes.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e informa que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 197. As investigações seguem para identificar possíveis outros envolvidos.
Fonte: Assessoria da Polícia civil
Polícia
PF e Ibama combatem garimpo ilegal no Rio Madeira
A Polícia Federal, em ação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou, nesta terça-feira (10/2), a Operação Iterum, com o objetivo de prevenir e reprimir a extração ilegal de ouro e outros crimes ambientais no trecho do Rio Madeira, no município de Porto Velho.
Durante as diligências, foram identificados motores, dragas e balsas de médio e grande porte empregados na atividade ilícita, evidenciando uma estrutura organizada e com capacidade de operação em larga escala, distinta de práticas artesanais. Diante da inviabilidade de remoção dos equipamentos, 29 embarcações e motores utilizados no garimpo ilegal foram inutilizados no local, conforme os procedimentos legais.
Também foram apreendidos aparelhos celulares em posse dos suspeitos flagrados a bordo, frascos contendo mercúrio — substância altamente tóxica comumente utilizada no processamento ilegal do minério — e um armamento ilegal. Em razão dessa circunstância, dois envolvidos foram presos em flagrante e encaminhados à unidade da Polícia Federal em Rondônia, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
O garimpo ilegal no leito do Rio Madeira provoca danos ambientais significativos, como desmatamento e contaminação por mercúrio, além de impactos diretos às populações indígenas e ribeirinhas da região.
A ação ocorre em continuidade às operações Leviatá, Boiúna e Hefestos, também voltadas ao combate ao garimpo ilegal no Rio Madeira, demonstrando a atuação permanente das forças de fiscalização na repressão a esse tipo de crime na Amazônia Legal.
As investigações prosseguem com foco na identificação de financiadores, de operadores logísticos e demais integrantes da cadeia criminosa, incluindo os responsáveis pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído ilegalmente. Os envolvidos poderão responder por crimes ambientais, por usurpação de bens da União, por associação criminosa, entre outros delitos que venham a ser apurados.

Fonte: Assessoria da Polícia Federal
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