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Polícia

Operação conjunta combate garimpo ilegal na fronteira entre Brasil e Bolívia

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O governo de Rondônia participou, na segunda-feira (12), por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), de uma operação conjunta voltada ao combate ao garimpo ilegal de ouro na região da fronteira entre Brasil e Bolívia. A ação foi conduzida pela Polícia Federal (PF), com coordenação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI), em cooperação com a Polícia Nacional da Bolívia. A operação contou ainda com o apoio da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Durante as diligências, as equipes atuaram na identificação e repressão de atividades garimpeiras ilegais, resultando na inutilização de dragas clandestinas no lado brasileiro e na apreensão de mercúrio, substância altamente nociva ao meio ambiente e à saúde pública. A participação da Sedam foi fundamental no apoio durante a ação, contribuindo para a proteção dos recursos naturais e o fortalecimento das políticas de combate aos crimes ambientais.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou a importância da atuação integrada entre os governos estadual e federal no enfrentamento aos crimes ambientais. “Rondônia tem atuado de forma firme e responsável no combate ao garimpo ilegal e a outros crimes ambientais que ameaçam nossos rios, florestas e comunidades. A participação do estado na operação reforça o compromisso do governo de Rondônia com a proteção do meio ambiente e com o trabalho integrado junto às forças federais e internacionais.”

ENFRENTAMENTO A CRIMES AMBIENTAIS

A ação ocorreu no âmbito da “Operação Madeira Mamoré”, coordenada pela Polícia Federal e integrada por forças de segurança pública federais e estaduais, com foco no enfrentamento a crimes ambientais e transnacionais na fronteira noroeste de Rondônia. Ao todo, mais de 50 agentes brasileiros e bolivianos participaram da operação, utilizando seis embarcações para fiscalização nos rios Mamoré e Madeira, em território brasileiro e Madre de Dios, na Bolívia.

Segundo o titular da Coordenadoria de Proteção Ambiental (Copam), Marcos de Souza Trindade, a Sedam atuou de forma técnica e integrada. “A secretaria atuou dando suporte às equipes de campo na identificação das irregularidades e na adoção das medidas ambientais cabíveis. Essa atuação é essencial para garantir a efetividade da fiscalização e reforçar o enfrentamento ao garimpo ilegal, especialmente em regiões de fronteira, onde os impactos ambientais são significativos”, destacou.

Para o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, a operação reforça o compromisso do estado com a proteção do meio ambiente. “A participação da Sedam na operação reforça o compromisso do governo de Rondônia com a proteção do meio ambiente e com o fortalecimento das ações integradas de fiscalização. O trabalho conjunto com as forças de segurança e os órgãos ambientais é fundamental para coibir atividades ilegais, preservar nossos recursos naturais e garantir o desenvolvimento sustentável do estado”, enfatizou.

Fonte: Secom

Polícia

Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio

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Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.

Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.

Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.

A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.

As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.

De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.

O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.

Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.

A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.

O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.

Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.

A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Mãe de bebê morto em explosão também não resiste e morre no hospital

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A tragédia que abalou moradores do bairro Valparaíso, na região da T-19, em Ji-Paraná, fez mais uma vítima fatal na madrugada desta terça-feira (03/03). Kyara, mãe do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, não resistiu às complicações provocadas pela explosão registrada no último domingo (01/03).

O filho do casal, de apenas 1 ano e 7 meses, já havia falecido horas após o acidente.

De acordo com informações apuradas, a explosão ocorreu na manhã de domingo após um vazamento de gás dentro da residência da família. No momento em que uma lâmpada foi acionada, houve a ignição do gás acumulado no ambiente, causando uma forte explosão no imóvel.

O bebê e os pais foram socorridos por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados ao hospital. A criança não resistiu ainda no mesmo dia. Kyara permaneceu internada sob cuidados intensivos desde o ocorrido, mas teve o óbito confirmado na madrugada desta terça-feira.

O pai da criança continua hospitalizado e segue recebendo atendimento médico.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Vendedor é encontrado morto em quarto de hotel no interior de Rondônia

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Um vendedor foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (2) em um hotel no município de Machadinho d’Oeste. A ocorrência foi atendida por uma guarnição da Polícia Militar, acionada pela Central de Operações para averiguar um caso de possível morte natural.

No local, os policiais constataram que a vítima, que estava hospedada no estabelecimento, já se encontrava em óbito. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou a avaliação clínica e informou que não havia fraturas, hematomas ou sinais aparentes de violência que indicassem a participação de terceiros.

De acordo com os socorristas, os indícios apontam que a causa provável da morte tenha sido um infarto.

A Polícia Militar realizou o registro fotográfico do corpo e fez vistoria no quarto, onde foram encontradas caixas de medicamentos comumente utilizados por pacientes com problemas cardíacos.

Após a liberação pela equipe médica, a funerária de plantão foi acionada e realizou a remoção do corpo, que ficou sob responsabilidade da empresa e foi liberado aos familiares para os procedimentos fúnebres.

Os pertences pessoais permaneceram sob responsabilidade da administração do hotel. A esposa da vítima deverá comparecer ao local para providenciar a retirada dos objetos.

Concluídos os procedimentos, a guarnição retornou ao patrulhamento de rotina. O caso foi registrado como morte natural.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do site Machadinho online

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