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Semtel encerra a temporada 2025 do projeto Turista Aprendiz

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Iniciado no segundo semestre deste ano, o projeto “Turista Aprendiz”, idealizado pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) , já beneficiou mais de 300 alunos da rede pública de ensino municipal. A última edição da temporada 2025, ocorreu nesta semana com a participação de cerca de 40 alunos da Escola Municipal Alegria Extensão 2, em lugares que retratam a história do município.

A programação contou com a visita às Três Caixas D´Água, na sequência, ao Centro Cultural e de Documentação Histórica do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (CCDH). O tour foi encerrado no Espaço Cultural Ivan Marrocos, onde os alunos conheceram de perto, artes e artigos artesanais da cultura da região. Em cada lugar visitado, uma nova descoberta para os alunos. Os olhares curiosos voltados para as obras de artes e os ouvidos atentos à explicação da guia de turismo expressavam a alegria dos estudantes, em poder vivenciar a história bem de perto.

Para o aluno Arthur Quirino de Freitas, a experiência ficará marcada na memória. “Achei o projeto muito bom e espero que isso agregue também com o futuro dos meus colegas. O que mais atraiu minha atenção foram as pinturas e os colares artesanais. Pretendo levar esse conhecimento para dentro da sala de aula. O que recebi de aprendizado é que a nossa cultura é muito boa, espero retornar aqui para relembrar esse dia”, declarou.

A professora que acompanhou a turma do 5° ano, Sandra Saldanha de Oliveira, afirmou que o projeto é de suma importância para os alunos, uma vez que os alunos irão levar para dentro da sala de aula, o que vivenciaram nos pontos visitados. “É uma forma diferente de levar conhecimento. Pois, os alunos até então não conheciam esse universo fora das paredes da sala. Agora, já na classe, vamos compartilhar conhecimentos e incentivá-los a fazerem uma produção de texto, descrevendo cada ambiente que visitamos”, enfatizou a professora.

O PROJETO

De acordo com a guia de Turismo da Semtel, Márcia Borges da Silva, o projeto tem proporcionado aos alunos um momento de aprendizagem sobre a história e atrativos culturais, tanto da cidade de Porto Velho, quanto do estado, promovendo assim o senso de pertencimento, responsabilidade e valorização do patrimônio do município.

“Estamos fechando a temporada 2025, com a celebração de 14 escolas contempladas, somando mais de 300 alunos assistidos pelo projeto. Para o próximo ano, o intuito é ampliar ainda mais nossas ações que têm impactado os alunos das escolas do município. A equipe de Turismo da Semtel vai até a escola, mediante agendamento junto à secretaria, e leva os alunos para ver na prática a história que aprenderam em sala de aula, na teoria. E isso é muito gratificante, pois estamos contribuindo com a formação de futuros cidadãos conscientes de sua história e futuros multiplicadores de tudo que aprenderam, levando para casa, compartilhando com os pais e outros amigos”, detalhou a guia.

O secretário-executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, descreveu o processo de criação do projeto em prol do turismo pedagógico. “O projeto é baseado e inspirado na obra ‘O Turista Aprendiz’, de Mário de Andrade, escritor modernista da Academia Brasileira de Letras, que fez uma expedição aqui na cidade de Porto Velho, em julho de 1927. Em sua passagem, visitou e registrou importantes lugares e, posteriormente, escreveu o livro. Por isso, criamos esse projeto que tem gerado resultados positivos, com a participação expressiva da comunidade escolar. E para o próximo ano, nosso propósito é ainda maior, contemplando mais alunos e trazendo eles para dentro do contexto da nossa história”, pontuou Palitot.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Albergue Frei Damião fortalece rede de assistência com acolhimento e suporte social

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Em meio às dificuldades que levam muitas pessoas a perderem o rumo, existe um espaço onde o cuidado começa pelo básico: um lugar seguro para dormir, se alimentar e ser ouvido. O Albergue Frei Damião tem sido esse ponto de apoio para quem enfrenta situações de vulnerabilidade, oferecendo mais do que abrigo, oferecendo dignidade.

O albergue funciona como um serviço de acolhimento temporário voltado, principalmente, a pessoas em situação de rua ou que chegam à cidade sem condições de se manter. O espaço integra a rede de assistência social e atua como uma porta de entrada para recomeços possíveis.

Estrutura

O funcionamento do albergue acontece em um prédio adaptado, onde cada pessoa acolhida encontra condições adequadas para descanso e cuidado pessoal. Dormitórios organizados, alimentação diária e acesso à higiene fazem parte da rotina de quem passa pelo local.

De acordo com a diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Poliana Miranda, o espaço atende diferentes perfis de pessoas que enfrentam momentos difíceis: “O albergue é um equipamento que nós temos dentro da alta complexidade onde pessoas que estão em situações de rua ou que estão por alguma vulnerabilidade ou vêm à capital por algum motivo e ficam sem recurso, sem como custear uma estadia, são acolhidas temporariamente. E ali nós temos diversos tipos de pessoas que nós acolhemos.”

Atendimento 

Durante o dia, os acolhidos têm liberdade para sair e resolver demandas pessoais, enquanto recebem orientação da equipe técnica. O trabalho desenvolvido no local busca compreender cada história de forma individual, respeitando o tempo e as necessidades de cada pessoa. “Hoje o albergue funciona no antigo hotel da capital, então as pessoas têm os seus quartos, têm café da manhã, almoço, jantar e ficam durante a noite. Durante o dia, saem para suas atividades e a equipe técnica orienta essas pessoas. Quem está realmente em situação de rua recebe um acompanhamento mais próximo, passando por uma escuta com a assistente social, que consegue fazer encaminhamentos conforme a necessidade.”

Esse acompanhamento inclui apoio para emissão de documentos, inserção em programas sociais e direcionamento para outras políticas públicas, criando caminhos para a reconstrução da autonomia.

Novos caminhos

O acesso ao albergue não acontece de forma direta. O atendimento começa pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), localizado na rua Geraldo Ferreira, nº 2166, onde é realizada a primeira escuta e o levantamento das necessidades de cada pessoa. “A pessoa deve se dirigir ao Creas, para ser feito um preenchimento de dados e uma primeira escuta com o plantonista. Havendo vaga no Albergue Frei Damião, é feito o encaminhamento.”

Esse fluxo garante organização no atendimento e permite que o acolhimento seja feito de forma responsável e direcionada, priorizando quem mais precisa.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Sala Vermelha salva vidas na rotina da UPA Leste em Porto Velho

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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leste enfrenta diariamente uma intensa rotina de atendimentos, com uma média de cerca de 400 pacientes por dia. Para dar conta dessa demanda, a unidade conta com uma equipe de cinco médicos durante o dia e quatro no período noturno. Em meio a esse fluxo constante, um setor se destaca pela urgência dos casos atendidos: a Sala Vermelha.

Destinada exclusivamente a pacientes em estado considerado grave, a Sala Vermelha é o setor mais sensível da UPA. É nesse espaço que ocorre o atendimento imediato, com foco na estabilização clínica antes da transferência para unidades hospitalares, como UTIs ou centros cirúrgicos no município de Porto Velho.

Cada minuto faz diferença

De acordo com o médico Rafael Garcia, da UPA Leste, o local concentra os casos mais delicados. “Hoje a sala vermelha é considerada o setor com os pacientes mais críticos e graves, que têm risco de ir a óbito. É um local onde temos ventiladores mecânicos, desfibriladores e um monitoramento mais cuidadoso, com uma equipe o tempo todo”, explica o médico.

Equipadas com estrutura semelhante à de uma mini UTI, as salas vermelhas recebem pacientes em situações extremas, como paradas cardíacas, infartos, Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumas graves e insuficiência respiratória. Segundo ainda o médico, o atendimento começa com uma avaliação rápida da gravidade do quadro. “A gente inicia fazendo o atendimento inicial, identifica a gravidade do paciente e começa a conduta. Após estabilizar, se necessário, ele é encaminhado para o Hospital João Paulo II”, disse.

 Em média, de 6 a 10 pacientes por dia passam por nesse setor na UPA Leste. Entre os casos mais comuns que chegam diretamente à Sala Vermelha estão pacientes sem respiração, sem batimentos cardíacos, vítimas de infarto, AVC, insuficiência respiratória, além de pessoas feridas por arma branca ou arma de fogo. 

Triagem

A expressão “sala vermelha” deriva do sistema de classificação de risco adotado pelo Protocolo de Manchester, que organiza o atendimento por cores conforme a gravidade do quadro clínico:

Vermelho: prioridade máxima, com necessidade de atendimento imediato.

Amarelo: urgência, quando é preciso agir rapidamente, embora sem risco iminente.

Verde: baixa urgência, permitindo alguma espera.

Azul: casos não urgentes, de menor complexidade.

Na rotina dos serviços de saúde, ser classificado como “vermelho” na triagem significa que o paciente está em situação crítica e precisa de intervenção médica imediata para preservar a vida. Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, a Sala Vermelha da UPA Leste se consolida como um espaço essencial para salvar vidas. “Parabenizo o trabalho essencial dos profissionais da saúde, que atuam na linha de frente das emergências médicas e garantindo suporte intensivo até que o paciente possa ser encaminhado para atendimento hospitalar especializado”, finaliza.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Treinamento ensina sobre segurança para servidores e alunos

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Com foco na prevenção de incêndios, proteção da vida e do patrimônio público, a Prefeitura de Porto Velho realizará um treinamento para servidores e alunos das escolas do município. O treinamento será aplicado pela Secretaria Municipal de Administração (Semad), sob a coordenação do Departamento de Saúde Ocupacional (DSO).

Durante o evento que acontecerá nos dias 23, 24, 30 e 31 de março, no CEPE – Teatro Banzeiros, das 8h às 14h, serão ministradas aulas sobre as Normas Regulamentadoras NR-23 (Lei Lucas – Primeiros Socorros e Combate a Incêndio), NR-01 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e NR-17 (Ergonomia).

“Estas capacitações funcionam como instrumentos indispensáveis para a promoção de um ambiente seguro e saudável para todos os servidores e alunos. Elas vão impactar diretamente na segurança e qualidade de vida no cotidiano das escolas”, ressaltou o secretário da Semad, Antônio Filho.

Por sua vez, o titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Giordani dos Santos, falou sobre a relevância do treinamento para toda a comunidade nas escolas municipais de Porto Velho, mediante o cumprimento das exigências legais.

Ele também enalteceu o trabalho da Semad e reforçou que “a ação visa resguardar o ambiente escolar como um todo, de maneira especial, a integridade física dos alunos e servidores da rede municipal”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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