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Governo de RO comemora 50 anos da Polícia Militar com formatura e entrega de medalhas
O governo de Rondônia celebrou, na segunda-feira (15), os 50 anos de criação da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), marcados por uma trajetória de serviços prestados à segurança pública e à sociedade rondoniense. A comemoração contou com uma formatura-geral e a outorga de medalhas a policiais militares e outros que se destacaram por relevantes serviços, em solenidade que reuniu autoridades civis e militares, e familiares dos homenageados.
A cerimônia simbolizou meio século de compromisso da Polícia Militar com a preservação da ordem pública, a proteção da população e o fortalecimento da cidadania em todo o estado. Durante a cerimônia, foram entregues medalhas em reconhecimento ao mérito, à dedicação e à contribuição de militares que ajudaram a construir a história da Corporação.

Foram entregues medalhas em reconhecimento ao mérito, à dedicação e à contribuição de militares
Entre as honrarias, foram concedidas a policiais militares de Rondônia:
- 151 Medalhas Mérito Forte do Príncipe da Beira, no Grau Cavaleiro; e
- 180 Medalhas Mérito Forte do Príncipe da Beira, no Grau Comendador.
Também foi outorgada 1 Medalha Mérito Forte do Príncipe da Beira, no Grau Comendador, ao Major da PMERJ, Capelão José Geraldo Gomes. Ainda no Grau Cavaleiro, foram agraciadas 23 autoridades militares de outros estados e 48 personalidades civis, entre as quais se destacam:
- Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas;
- Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro;
- Governador do Paraná, Ratinho Júnior;
- Governador de Goiás, Ronaldo Caiado; e
- Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes.
Além disso, o tenente Neves foi reconhecido por sua dedicação e disciplina, sendo agraciado com diversas medalhas, moções de aplauso e mais de 50 elogios, em razão dos valorosos serviços e relevantes contribuições prestados à Polícia Militar.

A comemoração contou com uma formatura-geral
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o evento evidenciou a importância histórica da PMRO e destacou a valorização da segurança pública. “Celebrar os 50 anos da Polícia Militar é reconhecer uma história marcada pela coragem, disciplina e compromisso com a vida. O governo tem trabalhado de forma contínua para valorizar os policiais, investir em estrutura, tecnologia e melhores condições de trabalho, porque sabemos que uma segurança pública forte é essencial para garantir tranquilidade e desenvolvimento à população rondoniense”, enfatizou.
RECONHECIMENTO
O comandante-geral da PMRO, coronel Regis Braguin, ressaltou o simbolismo da data e a importância do reconhecimento aos profissionais da Corporação. “Este é um dia importante de honraria e de reconhecimento. Celebramos os 50 anos da Polícia Militar no estado de Rondônia e a entrega de medalhas aos militares, que apresentam resultados expressivos no combate ao crime organizado. Nos últimos anos, conseguimos avançar de forma significativa, graças à força e à energia dos valorosos policiais. Esse trabalho também é fruto do legado deixado por aqueles que nos antecederam, que construíram as bases para que hoje possamos servir e proteger com ainda mais efetividade. A Medalha Forte do Príncipe da Beira é a maior honraria da nossa Corporação e simboliza esse reconhecimento, que também se estende a civis e instituições que contribuíram para que a Polícia Militar se tornasse o que é hoje.”

Primeiro-sargento Ralciclei da Silva, um dos homenageados
Entre os homenageados, o primeiro-sargento Ralciclei da Silva Carvalho, agradeceu o reconhecimento recebido. “Agradeço ao comando da Polícia Militar e ao governo de Rondônia por esta medalha. Ela representa, para nós, o reconhecimento da atuação dos homens e mulheres da Corporação.”
HISTÓRIA E CRIAÇÃO
A Polícia Militar do Estado de Rondônia foi criada pela Lei Federal nº 6.270, de 26 de novembro de 1975, no contexto de organização administrativa do então Território Federal de Rondônia. A criação foi publicada no Boletim Interno nº 001, de 31 de maio de 1976, e regulamentada pelo Decreto Federal nº 79.108, de 20 de janeiro de 1977, divulgado no Boletim Interno nº 014/1977, passando as Polícias Militares a ficarem subordinadas às Secretarias de Segurança Pública dos territórios.

Atualmente, a Polícia Militar de Rondônia conta com um efetivo de cerca de 5 mil policiais militar
O Comando-Geral da PMRO foi instalado em 13 de maio de 1976, inicialmente na Rua Benjamin Constant, nº 1.147, em Porto Velho. O primeiro comandante da Corporação foi o Major de Infantaria do Exército Brasileiro, Ivo Célio da Silva, responsável por estruturar os primeiros passos da instituição. Em 11 de junho de 1979, o Quartel do Comando-Geral (QCG) foi transferido para a atual sede, localizada na Avenida Tiradentes, nº 3.360, Bairro Pedacinho de Chão.
ESTRUTURA OPERACIONAL
Atualmente, a Polícia Militar de Rondônia conta com um efetivo de cerca de 5 mil policiais militares, atuando de forma estratégica na segurança pública dos 52 municípios do estado e em 87 localidades. A estrutura operacional da Corporação é composta por 11 batalhões operacionais, 6 batalhões especializados e 3 companhias, garantindo presença permanente e ações integradas em todo o território rondoniense.
Fonte: Secom
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Últimos dias para se inscrever no concurso do CRESS-RO com salários de até R$ 3 mil
Os interessados em participar do concurso público do Conselho Regional de Serviço Social da 23ª Região (CRESS-RO) devem ficar atentos ao prazo final de inscrição. O período para se candidatar às vagas disponíveis termina às 15h da próxima quarta-feira (24), no horário de Porto Velho.
O concurso contempla oportunidades para profissionais com formação de níveis médio e superior, além da formação de cadastro de reserva. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio da plataforma da banca organizadora, o Instituto Consulplan.
Entre os cargos ofertados estão o de Agente Administrativo, destinado a candidatos com ensino médio completo, e as funções de Agente Fiscal e Técnico Administrativo-Financeiro, voltadas para candidatos com formação superior. Todos os aprovados serão lotados na sede do CRESS-RO, localizada em Porto Velho.
Os salários iniciais podem chegar a R$ 3.007,98. Além da remuneração, os servidores terão direito a benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-transporte e outras vantagens previstas no plano de cargos e salários do órgão.
O processo seletivo será composto por prova objetiva para todos os candidatos. Já os concorrentes aos cargos de nível superior também passarão por prova discursiva e avaliação de títulos.
De acordo com o cronograma divulgado, as provas serão realizadas no dia 2 de agosto de 2026, nas cidades de Porto Velho e Ji-Paraná.
Os candidatos que ainda não efetuaram a inscrição devem consultar o edital e concluir o cadastro dentro do prazo estabelecido. Após o encerramento das inscrições, não haverá possibilidade de novos registros.

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Em 14 anos, mortes no trânsito por causa de álcool diminuem 19,5%
A taxa de mortes no trânsito relacionadas com o consumo de bebida alcoólica caiu 19,5% no Brasil entre os anos de 2010 e 2024. A análise, divulgada nesta sexta-feira (19), Dia Nacional da Lei Seca, foi feita pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), referência nacional no tema.

Para se ter uma ideia, em 2010, o número era de 15 mil mortes. Em 2024, foram 13.075. No entanto, o estudo pondera que a quantidade voltou a subir a partir de 2020 (quando 11.600 pessoas perderam a vida).
Referência no mundo
Segundo a coordenadora do Cisa, Mariana Thibes, a Lei Seca não deixou de funcionar e é uma legislação que serve de referência para o mundo ao reduzir os acidentes de trânsito e salvar vidas no Brasil.
“Essa redução foi da ordem de mais de 30%, desde que a lei surgiu (em 2008) até os últimos anos”, afirmou Mariana em entrevista à Agência Brasil. Ela concorda, no entanto, que há uma perda de fôlego em vista de “novos desafios”. A Lei Seca começou a apresentar menos eficiência, conforme revelam os números.
“A gente vinha observando uma curva constante de queda até 2019, e a partir daí a taxa de mortes começou a crescer depois da pandemia”, acrescentou.
Mariana explica que isso ocorreu porque, embora a fiscalização tenha aumentado nos últimos anos, as formas de burlar também ficaram cada vez mais sofisticadas. “As pessoas conseguem se comunicar, usar aplicativos e saber onde estão acontecendo as fiscalizações”.
Impunidades
Além disso, ela lamenta que prevalece na população um senso de que é possível passar impune pela lei seca. Para conter isso, defende a intensificação das ações de fiscalização, o acesso a atendimento de emergência e as ações de prevenção que alcancem especialmente o público masculino (o que mais morre no trânsito).
De acordo com a Cisa, a partir de 2019, o uso de álcool é responsável por 36,6% das ocorrências no trânsito entre os homens e 26,3% entre as mulheres. “O maior perfil de risco afetado pelas mortes são os homens jovens”.
Um problema é que a fiscalização convive com limitações, como o número de operações com uso de bafômetros e o aumento da frota e de acidentes com motocicletas.
Sensibilização
A coordenadora do Cisa recomenda que, para sensibilizar a sociedade a não beber e dirigir, as campanhas precisam ficar mais estratégicas. “É preciso ir além dos anúncios “de choque”.
“A evidência internacional mostra que as mensagens que se baseiam somente no medo têm efeito de curto prazo, mas não conseguem mudar o comportamento de forma sustentada”, disse ela.
O que funcionaria, na sua opinião, seria combinar educação, esclarecimento e percepção de risco real das pessoas.
“A pessoa precisa acreditar que vai ser fiscalizada e que vai ser punida”.
Os dados mostram que a maior parte das infrações acontecem nos finais de semana e durante a madrugada.
Por isso, um caminho seria promover a cultura de alternativas viáveis, como o transporte noturno e acessível, e os aplicativos de carona. “Quando a gente só sensibiliza, mas também não traz alternativa, ficamos com o limite claro”.
Tocantins lidera
De acordo com os dados, 18 estados apresentaram taxa de mortes por 100 mil habitantes superior à média nacional (6,2), como o Tocantins (13,4), Piauí (12,1) e Mato Grosso (11,1). Em relação às internações, 16 estados têm taxa superior. As maiores são no Espírito Santo, Pará e Acre.
“No caso dos estados com maior taxa de morte, a gente pode pensar em questões estruturais, rodovias mais perigosas, por exemplo, menor densidade de fiscalização e de acesso a serviços de emergência nas estradas”, afirmou Mariana Thibes.
Ela ressaltou que o hábito de beber e dirigir pode ser diferente conforme os estados. “São realidades específicas que precisam ser investigadas mais a fundo para que o poder público também possa dar respostas adaptadas”.
Fonte: Agência Brasil
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Sisu+: inscrições para concorrer a vagas do 2º semestre terminam hoje
Os candidatos interessados nas vagas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu+), a etapa inédita e complementar do Sisu, podem se inscrever até as 23h59 desta sexta-feira (19), no horário de Brasília.

Os estudantes devem ter participado de uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026.
O sistema amplia as chances de acesso à educação superior pública dentro do mesmo processo seletivo, porque oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre de 2026 em instituições públicas de ensino superior que aderiram ao processo
Nesta primeira edição do Sisu+, 34 instituições, como universidades e institutos federais, aderiram ao processo seletivo.
Inscrições
Para se inscrever no Sisu+, os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até dois cursos, de modo independente das escolhas feitas em janeiro deste ano.
Se necessário, os estudantes que participaram da etapa regular podem atualizar informações socioeconômicas e alterar modalidades de concorrência.
É preciso indicar a primeira e segunda opção de preferência dos cursos. Até o fim do período de inscrição, o candidato pode alterar sua inscrição quantas vezes quiser.
Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.
Confira o passo a passo para inscrição informado pelo Ministério da Educação (MEC):
– acesse o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior;
– faça o login na plataforma com a sua conta Gov.br;
– informe todos os dados de cadastro, como informações de contato, nome social e endereço;
– preencha o questionário de informações sociais e econômicas para que o MEC possa identificar as modalidades de cotas disponíveis;
– escolha o curso e a instituição desejadas;
– o sistema considerará a maior nota desde o Enem 2023 para classificar o candidato;
– com curso e opções definidos, e após verificar as modalidades de vagas disponíveis, é só confirmar a escolha e a inscrição no Sisu+ estará concluída.
Notas de corte
As notas de corte para a vaga pretendida já podem ser consultadas diretamente nas páginas do Sisu Aluno e do Sisu Vagas. As notas devem ser utilizadas pelos candidatos apenas como uma referência da situação em que se encontram para a vaga selecionada e não como uma garantia de seleção, avisa o MEC.
Restrições
Se o candidato aprovado na chamada regular do Sisu 2026 estiver matriculado em curso de graduação de instituição pública de ensino superior, pode participar normalmente do Sisu+, desde que opte por apenas uma das vagas, pois a legislação proíbe que uma mesma pessoa ocupe duas vagas simultaneamente.
Cronograma do Sisu+
A divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados será feita em 24 de junho na página eletrônica do Sisu.
Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.
De acordo com o edital, o processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho.
Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.
O que é o Sisu+
Coordenado pelo MEC, o Sisu regular tem o objetivo de democratizar o acesso ao ensino superior em instituições públicas que aderiram ao processo seletivo.
Já o Sisu+ não constitui novo processo seletivo, mas sim uma extensão do Sisu 2026. Foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente a fim de aperfeiçoar a seleção de candidatos a vagas no ensino superior.
O ministério projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, onde o estudante é admitido, mas desiste da vaga ou muda de área, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas.
Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.
Fonte: Agência Brasil
