Polícia
Repórter é atacada ao vivo durante cobertura do jogo do Santos
Aline Gomes, repórter da CazéTV, teve o microfone arrancado da mão de maneira violenta enquanto fazia a cobertura do jogo do Santos e Cruzeiro nos arredores da Vila Belmiro, no último domingo (7/12).
No momento, a equipe de reportagem comentava justamente sobre uma confusão que começou após a partida. “Confusão, gente, não entendi. Era um dia para ser de festa, de felicidade. Estávamos comemorando aqui, todas as torcidas. E aí chega uma confusão, gás de pimenta. Estou aqui. Ó, a galera correndo ali atrás. Eu não entendi o que aconteceu”, dizia a jornalista.
“Se foi confusão entre PM, se é a torcida do Cruzeiro, porque falavam que estavam realmente em uma briga antes do jogo começar. E agora simplesmente está todo mundo correndo. Hoje era um dia para ser de festa, felicidade, conquista…”, comentava antes de ser interrompida por um homem.
Ao notarem a agressão, os apresentadores que estavam no estúdio repudiaram a situação imediatamente: “A gente está ali mostrando, cara, para proteger o torcedor. O torcedor é protegido assim também com a imagem ali. É isso. Já mandar o recado para Lineca se proteger. Em primeiro lugar, é a sua segurança”. A repórter não ficou ferida.
Nas redes sociais, o perfil do CazéTV também lamentou o ocorrido: “É um absurdo presenciarmos tamanho desrespeito como o deste vídeo, em volta da Vila Belmiro. Um dia que era pra ser focado no futebol, vivenciamos cenas deploráveis como essa. Triste demais!”.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Foragido por homicídio em Rondônia é capturado em rodoviária de Curitiba
Um homem que tinha um mandado de prisão em aberto por homicídio no estado de Rondônia foi preso na tarde desta quarta-feira (7), na Rodoferroviária de Curitiba, no Paraná.
A prisão ocorreu após uma ação integrada entre a Diretoria de Inteligência da Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito (SMDT) e a Guarda Municipal de Curitiba. As equipes receberam informações sobre a possível chegada do foragido à capital paranaense e passaram a monitorar a região.
Os dados e a imagem do homem foram encaminhados ao Centro de Operações da Guarda Municipal (COP-GM) por meio da Muralha Digital e inseridos no sistema de reconhecimento facial.
Durante o patrulhamento na região da rodoviária, equipes da Patrulha de Proteção do Transporte Coletivo (PTC), com apoio do Grupo Tático de Motos (GTM), localizaram o suspeito no momento em que ele desembarcava de um ônibus.
Após a abordagem, a identidade foi confirmada e os agentes constataram a existência do mandado de prisão por homicídio. O homem foi levado à Central de Flagrantes e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional.
Segundo a Guarda Municipal, o sistema de reconhecimento facial da Muralha Digital contribuiu para a prisão de 20 foragidos durante os meses de agosto e setembro.

Polícia
Família de homem morto a tiros em casa noturna receberá R$ 350 mil
A família de um homem morto a tiros dentro de uma casa noturna, em Porto Velho, deverá receber R$ 350 mil por danos morais após decisão da Justiça de Rondônia. O crime aconteceu em agosto de 2021.
A sentença, assinada pela juíza Ângela Maria da Silva, da 2ª Vara Cível, também determinou o pagamento de R$ 5.480 pelos gastos com o funeral, além de uma pensão mensal destinada aos filhos da vítima. A condenação na esfera cível envolve a casa noturna e um policial militar da ativa.
Conforme apontado no processo, o estabelecimento permitia que policiais entrassem armados mediante apenas um registro na recepção. Na noite do crime, pelo menos 15 pessoas portavam armas dentro do local.
O policial envolvido também responde a uma ação na esfera criminal e aguarda julgamento pelo Tribunal do Júri. Como o processo ainda não foi julgado, ele deve ser tratado como réu, e não como condenado pelo homicídio.
A decisão da Justiça Cível ainda pode ser alvo de recurso.
Polícia
Mulher terá de pagar R$ 3 mil após expor família de prefeito
O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) manteve a condenação de uma mulher que utilizou fotos da esposa e dos filhos menores do prefeito de Ji-Paraná em publicações nas redes sociais acompanhadas de críticas à administração municipal.
A decisão mantém a indenização de R$ 3 mil por danos morais, além da determinação para retirada das postagens e proibição de novas publicações semelhantes.
A mulher alegou que as manifestações estavam relacionadas ao direito de crítica político-administrativa e tratavam de assuntos de interesse público. O Tribunal, porém, entendeu que a liberdade de expressão não autoriza a exposição de familiares que não exercem funções públicas.
Segundo o TJRO, a utilização das imagens ultrapassou os limites da livre manifestação e atingiu direitos relacionados à honra, imagem, intimidade e vida privada.
O recurso foi rejeitado por unanimidade. O julgamento ocorreu em sessão eletrônica entre 21 e 25 de setembro de 2026.
