Polícia
Motoboy é perseguido e executado dentro de residência
Um motoboy ainda não identificado foi morto a tiros na noite desta quinta-feira (4), na Rua Ibrahim Sued, bairro Teixeirão, zona Leste de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, João Pedro havia saído de casa para entregar um remédio para a esposa quando passou a ser perseguido por um homem armado. Testemunhas relataram que o suspeito se aproximou e disse: “Não falei que eu te achava?” antes de efetuar os primeiros disparos.
Mesmo ferido, o motoboy tentou correr para dentro da residência, mas foi seguido pelo criminoso, que o executou dentro do quarto do imóvel. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e confirmou o óbito.
A Polícia Militar isolou a área até a chegada da Perícia Técnica e do rabecão. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios, que apura a motivação e tenta identificar o autor do crime.


Polícia
Mulher pula de carro em movimento para escapar de agressões e ameaça de morte
Uma mulher procurou a Polícia Militar após conseguir escapar de uma série de agressões e ameaças de morte supostamente praticadas pelo companheiro, na noite de terça-feira (21), em Ji-Paraná (RO). O caso deverá ser investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e à Família (DEAM).
Conforme as informações iniciais, a vítima e o suspeito haviam participado de um evento realizado na região da RO-135, na zona rural do município. Durante o retorno, o homem teria deixado o trajeto habitual e seguido em direção à localidade de Nova Londrina.
Segundo o relato da mulher, ao chegar a uma estrada vicinal, o suspeito parou o veículo e passou a agredi-la violentamente. Ela afirmou aos policiais que sofreu diversos golpes e teve a cabeça lançada contra o vidro do carro. Ainda de acordo com a vítima, o agressor também utilizou uma pistola para intimidá-la durante o ataque.
Temendo ser morta, a mulher aproveitou o momento em que o veículo reduziu a velocidade para se jogar do carro. Em seguida, conseguiu se esconder em um local seguro e acionou a Polícia Militar por meio da Central de Operações.
Equipes realizaram buscas na região, mas o suspeito não foi localizado até o encerramento da ocorrência.
A vítima informou que mantinha um relacionamento com o homem havia cerca de dois meses. O caso será encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e à Família (DEAM), que dará continuidade às investigações e adotará as medidas cabíveis.
Polícia
Ataque deixa homem com 80% do corpo queimado; suspeito é preso em flagrante
Um homem de 36 anos permanece internado em estado gravíssimo após sofrer queimaduras que atingiram aproximadamente 80% do corpo, em Chupinguaia (RO). A identidade da vítima está sendo preservada.
De acordo com as informações apuradas, o homem foi intubado ainda na noite de terça-feira e segue no Hospital Municipal de Chupinguaia, aguardando a disponibilidade de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ser transferido a outro município, onde poderá receber atendimento especializado.
As investigações iniciais apontam que o caso pode estar relacionado a um conflito de natureza passional. A principal linha de apuração indica que o suspeito seria o ex-companheiro da atual esposa da vítima.
Conforme os relatos obtidos até o momento, o homem teria ateado fogo no veículo utilizado pelo atual marido da mulher. Durante a ação, as chamas acabaram atingindo a vítima, que sofreu queimaduras em grande parte do corpo. No entanto, a forma como o incêndio ocorreu e as circunstâncias exatas do caso ainda serão esclarecidas pela investigação.
O suspeito foi preso em flagrante e deverá ser ouvido pelas autoridades. A Polícia Civil apura a dinâmica dos fatos, incluindo a possível utilização de gasolina para provocar o incêndio, além da motivação do crime.
Enquanto o inquérito prossegue, a vítima, que pertence a uma das famílias mais tradicionais de Chupinguaia, continua internada em estado grave e aguarda transferência para uma unidade hospitalar com estrutura adequada para o tratamento de queimaduras de alta complexidade.
Polícia
Polícia interrompe cirurgia e prende falsas médicas em flagrante
Duas mulheres foram presas nesta quarta-feira (22), em Manaus (AM), suspeitas de exercer ilegalmente a medicina ao realizar procedimentos cirúrgicos em clínicas de estética sem possuir formação médica ou registro no Conselho Regional de Medicina (CRM).
A operação foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) de forma simultânea em estabelecimentos localizados nos bairros Adrianópolis e São José. Segundo as investigações, as suspeitas se apresentavam como médicas e ofereciam procedimentos considerados de alta complexidade, colocando em risco a saúde das pacientes.
Entre os serviços realizados estava a ninfoplastia, cirurgia íntima destinada à correção ou redução dos pequenos lábios vaginais, procedimento que, conforme a legislação, deve ser executado exclusivamente por médicos habilitados.
Em uma das clínicas, localizada no bairro Adrianópolis, os policiais flagraram as investigadas enquanto preparavam uma paciente para a realização da cirurgia. Ao ser informada sobre a ação policial, a mulher afirmou que desconhecia que as responsáveis pelo procedimento não eram médicas. A intervenção foi interrompida imediatamente para preservar a segurança da paciente.
Na outra clínica, situada no bairro São José, equipes da Polícia Civil e da perícia realizaram buscas e apreenderam materiais utilizados nos atendimentos, além de documentos e outros itens que poderão auxiliar no andamento das investigações.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, a operação foi planejada para impedir a continuidade dos atendimentos clandestinos realizados pelas investigadas.
A Polícia Civil informou que o inquérito também apura a possível prática de outros crimes relacionados à atuação da dupla. As autoridades ainda trabalham para identificar quantas pessoas foram atendidas nos estabelecimentos.
As duas mulheres foram conduzidas ao 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde permaneceram à disposição da Justiça. Até o momento, as identidades das suspeitas não foram divulgadas oficialmente.
