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Saiba como vai funcionar a cobrança do pedágio eletrônico na BR-364

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A Nova 364, com o objetivo de afastar dúvidas da população sobre o funcionamento do Free Flow, responde aos principais questionamentos ventilados na imprensa e nas redes sociais. 

Quais as vantagens do Free Flow?

O Free Flow, sistema de pórticos de cobrança do pedágio eletrônico, será implementado em breve na BR-364, entre Porto Velho e Vilhena. O motorista vai ter a comodidade de passar pelas estruturas ao invés de precisar parar nas praças de pedágio convencionais. Com isso, ganha tempo porque não vai ter fila, segue viagem sem precisar ao menos reduzir a velocidade, ganha também na economia de combustível e de freio. É vantajoso para o meio ambiente, na redução da emissão de gases poluentes. O Free Flow traz ainda tarifas diferenciadas e a facilidade de pagamento por múltiplas plataformas. 

O pedágio já está sendo cobrado pela Nova 364?

O início da cobrança do pedágio está condicionado à entrega de trabalhos iniciais como melhorias no pavimento, sinalização e serviços operacionais. A autorização será concedida pela ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres.

 Serão quantos pontos de cobrança?

Serão sete pórticos entre Candeias do Jamari até Pimenta Bueno. A localidade será divulgada em breve e poderá ser conferida no site www.nova364.com, pelo aplicativo Nova 364 ou consultada pelo 0800 0364 364. 

Como vai funcionar o sistema?

O sistema de pedágio eletrônico é capaz de captar o horário, a passagem e a categoria do veículo. As informações serão direcionadas para o banco de dados que fará a contabilização dos valores a serem pagos pelo veículo.

 Não há risco de eu ser cobrado indevidamente?

O sistema possui uma série de redundâncias na leitura das informações que garantem 100% de acurácia no processamento da fatura. Caso haja algum ponto a ser esclarecido, o usuário poderá acionar a concessionária pelo 0800 0364 364.  

É necessário fazer algum cadastro?

A recomendação é que o usuário da rodovia faça o cadastro já disponível pelo portal https://pedagioeletronico.nova364.com/ ou pelo aplicativo Nova 364. A plataforma permitirá, ainda, consultar valores pela placa do veículo. Ao fazer o cadastro, são necessárias informações do condutor e dados do veículo. Isto torna ainda mais prático a consulta de valores e o pagamento das tarifas. 

Quais os valores?

Os valores ainda serão definidos e informados de maneira antecipada ao usuário. 

Quando vou ter que pagar a passagem?

A passagem deve ser paga até 30 dias do registro. 

Como faço para pagar?

É possível pagar pelo aplicativo, no portal https://pedagioeletronico.nova364.com/ ou nos totens que serão instalados nas 14 bases de atendimento ao usuário na rodovia. 

Há algum desconto?

Motocicletas estão isentas de tarifa. Veículos com tag têm descontos nas tarifas:

 – Auto e Caminhão | DBT – Desconto Básico da Tarifa – 5% de desconto; 

– Somente Auto | DUF – Desconto de Usuário Frequente – a partir da segunda passagem pelo mesmo pórtico, no mesmo sentido e dentro do mesmo mês, o usuário passa a receber descontos adicionais e progressivos sobre a última tarifa paga. Quando atingir a 30ª passagem, o valor com desconto se mantém fixo até o fim do mês.

 O que acontece se eu não pagar o pedágio?

Se o valor não for pago até 30 dias após a passagem, o usuário poderá ser autuado por evasão de pedágio, infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro (artigo 209), sujeito a multa R$ 195,23 e acréscimo de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).  

Mas a concessionária vai cobrar pedágio sem fazer nada na rodovia?

Os investimentos na BR-364, no trecho de Porto Velho a Vilhena, já superam R$ 360 milhões. São recursos alocados na manutenção de pavimento, sinalização, na conservação da faixa de domínio e nos recursos operacionais, a partir da construção de 14 bases operacionais e do Serviço de Atendimento ao Usuário, frota de inspeção, guincho e ambulâncias, além da conectividade 4G que vai eliminar manchas de sinal e garantir pronta-resposta do recurso sempre que necessário. 

Sobre a Nova 364

A Nova 364 Concessionária de Rodovia administra 686,7 quilômetros da BR-364, de Porto Velho até Vilhena. Via arterial da economia agrícola, o trecho rodoviário receberá investimentos de mais de R$ 12 bilhões, que incluem obras de ampliações e melhoramentos entre duplicação, faixas adicionais, dispositivos, via marginal e o Expresso Porto.

Por Assessoria

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Frente fria coloca 12 estados e o DF sob alerta do Inmet

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Uma frente fria deve provocar queda nas temperaturas em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (4). O alerta foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que colocou 12 estados e o Distrito Federal em aviso de perigo potencial.

De acordo com o órgão, a previsão é de redução entre 3°C e 5°C nos termômetros, com validade até o meio-dia de sábado (6).  

Os estados atingidos são: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Ao todo, cerca de 2,6 mil municípios estão sob alerta.  

O Inmet classifica o aviso como “amarelo”, indicando risco leve à saúde, principalmente para pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e quem possui doenças respiratórias.  

Além da queda de temperatura, o instituto também mantém alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Nordeste, especialmente em Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Nessas regiões, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios.  

A orientação é que a população acompanhe os avisos meteorológicos e redobre os cuidados diante das mudanças no tempo.

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Após um século de espera, Porto Velho garante seu primeiro Hospital Universitário

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Sabe aquele projeto que parece um sonho distante, mas que, quando sai do papel, muda a vida de milhares de famílias? É exatamente essa a sensação que tomou conta de Porto Velho nesta terça-feira (3).

Um dia que marca mais um avanço na saúde da capital, quando a Prefeitura sancionou a lei que autoriza a doação do Hospital Municipal para a Universidade Federal de Rondônia (Unir), dando o passo definitivo para a implantação do tão sonhado Hospital Universitário.

Mais do que assinaturas em um documento, essa transição representa uma resposta para quem mais precisa. Hoje, quem mora na capital muitas vezes disputa uma vaga para cirurgia ou atendimento clínico com pacientes que vêm de todos os cantos do estado.

“O diferencial desse hospital é que vamos priorizar a população de Porto Velho. Aquela pessoa que está na fila de espera aguardando um procedimento vai começar a ver o reflexo dessa doação”, destacou a secretária municipal de Saúde, Sandra Maria Petrillo Cardoso.

De sonho à realidade

O projeto é resultado de um esforço conjunto que envolveu a compra do prédio com recursos próprios do município, um grande diferencial, já que a estrutura foi adquirida pronta, garantindo muito mais agilidade para a implantação. Agora, o passo definitivo acontece com a parceria entre Unir, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Para o prefeito Léo Moraes, o momento é um marco histórico.

“Hoje é o dia em que, legalmente, começamos a passar do sonho para a realidade. Não é um, não são dois, não são três anos. É um século de espera para termos um Hospital Universitário. O melhor está por vir em defesa do nosso povo”, celebrou.

O prefeito também fez questão de tranquilizar a população: a nova unidade não substitui o Hospital João Paulo II, que continuará atendendo casos de alta complexidade.

O Hospital Universitário chega para somar forças, oferecendo ambulatórios, médicos especialistas, UTI e salas de cirurgia, com a expectativa de ultrapassar a marca de 200 leitos. É um fôlego essencial para ajudar a reduzir a fila de regulação do SUS e desafogar o sistema de saúde como um todo. A previsão é que os primeiros atendimentos comecem já no segundo semestre, avançando gradativamente.

A sala de aula onde a vida acontece

Se, por um lado, o paciente ganha mais acesso à saúde, por outro, a juventude rondoniense ganha um espaço de excelência para aprender e pesquisar.

A reitora da Unir, Marília Pimentel, reforçou que o impacto na educação será imenso.

“É mais um equipamento de saúde que vem para a população, mas que também terá um impacto muito positivo na formação dos nossos alunos. É um avanço para a saúde do nosso estado”, pontuou.

E quem já vive essa expectativa na pele sabe o peso dessa conquista. João Felipe Xavier, estudante do quinto período de Medicina, resumiu o sentimento de quem em breve estará vestindo o jaleco nos corredores da nova unidade.

“Esse hospital não é um avanço só para nós, alunos, é um avanço para toda a população. Teremos mais locais de atuação e, no futuro, seremos médicos mais qualificados para atender a nossa própria comunidade.”

Esse sentimento de pertencimento e retorno social é compartilhado por Matheus Neri, também estudante de Medicina e presidente do Centro Acadêmico. Para ele, o grande ganho é fortalecer o elo entre a universidade e quem precisa de atendimento.

“Nós teremos uma melhor inserção junto à comunidade. É um lugar onde conseguiremos ter cada vez mais uma saúde de qualidade para a nossa população, sendo mais um centro de referência para a nossa cidade”, avaliou.

Em breve, as portas se abrirão. E o que antes era uma estrutura particular agora será um patrimônio de saúde, ensino e cuidado, de portas abertas para quem vive em Porto Velho.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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ONU alerta para risco de novo El Niño e possível seca severa na Região Norte

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A possibilidade de um novo episódio do fenômeno El Niño entre os meses de junho e agosto acendeu um sinal de alerta para autoridades e especialistas em clima. A previsão foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), que aponta elevada probabilidade de formação do fenômeno nos próximos meses.

A preocupação é ainda maior na Região Norte do Brasil, que continua enfrentando reflexos da severa estiagem registrada nos últimos anos. Durante o último evento climático de grande intensidade, diversos rios da Amazônia alcançaram níveis historicamente baixos, provocando dificuldades no transporte fluvial, comprometendo o abastecimento de água e afetando comunidades que dependem dos rios para locomoção e subsistência.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões climáticos em várias partes do mundo. Na Amazônia, o fenômeno costuma provocar redução das chuvas, temperaturas mais elevadas e aumento do risco de queimadas e incêndios florestais.

Especialistas alertam que uma nova estiagem severa pode gerar impactos não apenas para a Região Norte, mas também para outras áreas do país. Isso ocorre porque a floresta amazônica desempenha papel fundamental na formação de correntes de umidade responsáveis por influenciar o regime de chuvas em diferentes regiões brasileiras.

Diante da possibilidade de um novo período de seca, o governo federal anunciou a criação de um grupo de monitoramento para acompanhar a evolução do fenômeno e coordenar medidas preventivas. A iniciativa reúne órgãos públicos e instituições de pesquisa com o objetivo de reduzir os impactos sobre a população e os setores mais vulneráveis.

A recomendação de especialistas é que estados e municípios reforcem os planos de contingência, principalmente em áreas que historicamente sofrem com a redução dos níveis dos rios e com o aumento dos focos de incêndio durante períodos de estiagem prolongada.

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