Polícia
Homem é condenado a 19 anos por matar jovem queimado em via pública
Cleiton da Rocha Lucas foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte brutal de Maicon Willian Cardoso Madeira, de 20 anos. O julgamento ocorreu no dia 19 de novembro de 2025, no Tribunal do Júri de Jaru, e resultou na responsabilização do réu por homicídio triplamente qualificado: motivo fútil, emprego de fogo e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Como aconteceu o crime
O caso chocou a população de Jaru. Em fevereiro de 2024, Maicon foi atacado na Rua Ricardo Cantanhede, no Setor 05. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens chegaram de motocicleta, agrediram a vítima com capacetes e, em seguida, jogaram gasolina sobre ela, ateando fogo.
Em desespero, Maicon correu pelas ruas completamente em chamas e chegou a invadir uma residência pedindo ajuda. Moradores relataram que o jovem gritava por socorro enquanto tentava apagar o fogo que consumia seu corpo. Ele foi socorrido com queimaduras em cerca de 75% da superfície corporal, mas morreu no hospital devido à gravidade dos ferimentos.
Motivação considerada fútil
As investigações da Polícia Civil apontaram que Cleiton e outro suspeito acreditavam que Maicon teria incendiado a motocicleta de um deles. A acusação sustentou que essa suposta motivação era totalmente desproporcional, classificando-a como fútil para justificar tamanha violência.
Com a condenação, Cleiton seguirá para o sistema prisional para cumprir a pena em regime fechado. O segundo suspeito segue respondendo ao processo, conforme andamento judicial.
A decisão encerra mais um capítulo de um crime que marcou a cidade pela extrema crueldade e repercutiu em toda a região.
Polícia
IDENTIFICADO: Jovem atacado a tiros não resiste e morre no hospital João Paulo II
A tarde de sábado (28/02) foi marcada por violência na zona leste de Porto Velho. O jovem Abraão Fernandes Costa da Silva, de 27 anos, natural de Rio Branco (AC), foi surpreendido por criminosos armados na rua Fábia, bairro Esperança da Comunidade, enquanto estava em frente à própria residência. Os suspeitos efetuaram vários disparos e fugiram logo em seguida. A vítima foi socorrida inicialmente à UPA Leste e, devido à gravidade dos ferimentos, transferida ao Hospital João Paulo II, onde permaneceu internada em estado grave.
Segundo apurado pela equipe do Notícias Urgentes, Abraão não resistiu às lesões e morreu na manhã de domingo (01/03), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João Paulo II, em Porto Velho. A confirmação do óbito gerou comoção entre familiares e amigos.
A Polícia Civil abriu investigação para esclarecer a motivação do crime e identificar os autores do atentado. Até o momento, ninguém foi preso.
Polícia
PROFESSOR AFASTADO: IFRO emite nota e esclarece caso de abuso sexual contra aluna em Porto Velho
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) informa que tomou conhecimento, no dia 23 de fevereiro, de denúncia envolvendo possível situação de assédio. A instituição destaca que não tolera condutas que violem a dignidade humana. O IFRO adotou as medidas administrativas cabíveis para apuração dos fatos e reafirma seu compromisso com a construção de um ambiente institucional seguro, respeitoso e livre de qualquer forma de assédio ou discriminação.
Na mesma data, uma equipe institucional realizou os procedimentos iniciais de escuta da estudante denunciante, assegurando acolhimento, escuta qualificada e os encaminhamentos necessários. A manifestação foi devidamente registrada na Ouvidoria e encaminhada à Corregedoria da instituição para a adoção das providências cabíveis.
Diante da denúncia, foram adotadas imediatamente medidas administrativas preventivas, por meio de Portaria, determinando o afastamento cautelar do servidor de suas funções, bem como o impedimento de sua entrada nas dependências da instituição, com o objetivo de resguardar a integridade da estudante denunciante, da comunidade escolar e a lisura do processo de apuração.
O caso será tratado no âmbito da Comissão Permanente de Processos Administrativos Disciplinares, que possui prazo de até 60 dias para emissão de relatório final, observando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme determina a legislação vigente. Paralelamente, o IFRO está prestando acolhimento e suporte à família denunciante.
A instituição reafirma seu compromisso com um ambiente seguro, ético e respeitoso, não tolerando qualquer forma de assédio, violência ou violação de direitos. Situações dessa natureza são tratadas com rigor, responsabilidade e transparência, em conformidade com a legislação vigente e as normativas institucionais.
Como medidas adicionais, serão reforçadas as ações de prevenção e enfrentamento às violências no ambiente escolar, incluindo:
- intensificação de campanhas educativas sobre respeito, consentimento e convivência;
- fortalecimento dos canais de denúncia, com garantia de sigilo e proteção;
- ampliação das formações continuadas para servidores e estudantes sobre ética e prevenção de violências;
- revisão e aprimoramento dos protocolos institucionais de acolhimento e encaminhamento de casos.
A instituição seguirá acompanhando e adotará todas as medidas cabíveis conforme os resultados das apurações.
Polícia
Homem é preso por tentar atacar ex-patroa da esposa a facadas
A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de vias de fato no distrito de Riozinho, em Cacoal, na noite da última sexta-feira (27). A informação inicial apontava que um dos envolvidos estaria armado com uma faca.
No local, a vítima relatou que, após tratar de uma dívida com uma ex-colaboradora, retornou ao seu comércio, momento em que o companheiro dela teria ido até o estabelecimento portando uma faca e avançado em sua direção. Para se proteger, a vítima correu para a residência anexa e trancou o portão.
Segundo apurado, a faca foi retirada das mãos do suspeito, que ainda tentou arrombar o portão utilizando uma cadeira de madeira, mas fugiu em seguida. A guarnição localizou o homem em sua residência, onde ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil. Não foi necessário o uso de algemas.
A vítima informou ainda que recebeu ameaças de morte durante a confusão e por meio de mensagens, manifestando interesse em representar criminalmente e solicitar medida protetiva. A Polícia Militar permaneceu em patrulhamento na região para garantir a segurança da comunidade.
Assessoria PM/RO
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