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Porto Velho é palco da 8ª etapa do Campeonato Estadual de Motocross

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Neste sábado e domingo (25 e 26), a Capital de Rondônia promoveu a 8ª etapa do Campeonato Estadual de Motocross. O evento ganhou reforço com a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), em parceria com a Liga Independente de Motocross do Estado de Rondônia (Limero) e governo do estado.

A competição no Parque de Exposições, marca a antepenúltima etapa da temporada e reúne os principais pilotos. Neste sábado (25), o ronco dos motores marcou o início de uma disputa com muita adrenalina. A primeira fase do campeonato contou com treinos oficiais cronometrados, que foram classificatórios.

“Estamos falando de um dos eventos mais aguardados do calendário de motocross no estado. E para nós, é uma honra receber participantes de diferentes municípios e até mesmo fora do estado, trazendo suas famílias para curtir esse momento que é pura adrenalina. A prefeitura, por meio da Semtel, veio para somar, contribuindo com o apoio na infraestrutura do espaço, além de promover e aquecer o turismo, o esporte e o lazer em nossa cidade”, disse o prefeito Léo Moraes.

O campeonato coloca Porto Velho no cenário nacional da modalidade e aquece a economia. “É com grande alegria, que Porto Velho recebe essa etapa do campeonato, contribuindo para o sucesso que está sendo. Ao mesmo tempo em que fortalecemos essa prática, aquecemos também a economia local. Pois muitos comerciantes estão presentes, vendendo sua água, sua pipoca, seu doce para somar com a renda da família. E isso é fruto de um trabalho contínuo, com seriedade e planejamento”, Falou Paulo Moraes Júnior, secretário da Semtel.

CATEGORIAS

A disputa conta com 14 categorias, como: Nacional Pró, Nacional MX3, Importada Iniciante, Nacional 230, Importada MX3, Júnior, Feminina, Importada Pró, Importada MX4, Importada MX5, Nacional Intermediária, Mirim, entre outras. E neste domingo (26), acontecem as provas oficiais.

De acordo com o presidente da Liga, Adelmo Dias, a pista de motocross já existe desde os anos 80, porém, até então, não havia uma manutenção adequada. Mas agora o cenário mudou com o apoio da Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

“Todo o ambiente recebeu as manutenções devidas, e a Prefeitura de Porto Velho trouxe máquinas e trabalhou na infraestrutura, como a limpeza do terreno, poda de árvores, uso do caminhão pipa, instalação de placas, dando qualidade no espaço para que os competidores pudessem realizar as provas com bom êxito. Um novo cenário, podemos dizer. O apoio que tivemos foi diferenciado, comparado com as gestões passadas”.

ADRENALINA NA PISTA

A organização da competição garantiu a segurança e comodidade do público. Da arquibancada foi possível observar a vibração e torcida de familiares e amigos, pelos seus competidores favoritos. O campeonato atraiu a atenção do piloto Adalberto Machado Costa, que mora em Vilhena e se dedica ao esporte há cerca de oito anos.

“O que mais me atraiu a praticar Motocross é a adrenalina, a importância de se envolver com o esporte, principalmente, em função da saúde. Rodamos praticamente 700 km para participar aqui em Porto Velho. O apoio da Prefeitura de Porto Velho é de suma importância, uma vez que podemos contar com uma boa pista para treinarmos é muito bom. Se toda prefeitura fizesse isso seria um grande apoio pra gente. Cada etapa é uma circunstância diferente, dando novas expectativas”, disse.

Do mesmo sentimento compartilha o piloto Luide Mota, que veio de Sena Madureira, no Acre, praticante há 20 anos. “Essa paixão pelo Motocross foi passada para o meu filho, que há cinco anos já participa de competições. O prazer de pilotar é maravilhoso e praticar numa pista boa como essa de Porto Velho é melhor ainda. Quero agradecer a esse apoio da Prefeitura, pois é nítido que o local está em boas condições, um investimento bem aplicado e um apoio maravilhoso. Vamos torcer para que possamos levar o troféu para o Acre. Parabéns à Prefeitura e a toda a equipe Limero pela organização”, elogiou.

VENDAS AQUECIDAS

O campeonato movimenta e aquece a economia. Foi o que aconteceu com Alda Alves, comerciante ambulante há 20 anos. “O evento está sendo gratificante, pois atrai muita gente. E para nós, que somos ambulantes, é muito bom. A Prefeitura está de parabéns pelo apoio e que continue assim, valorizando os eventos na cidade. Com isso, contribui muito para o aquecimento de minhas vendas. É o que acontece quando há turismo e lazer nos lugares. Temos a oportunidade de ganhar um dinheiro a mais. Além de vender, ainda assisto a esse campeonato grandioso”.

PREMIAÇÃO

No domingo (26), as provas oficiais começam pela manhã prometendo levantar muita emoção na pista e premiações para os ganhadores. Ao todo serão R$ 20 mil divididos para as categorias, além do troféu ao campeão.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Frente fria coloca 12 estados e o DF sob alerta do Inmet

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Uma frente fria deve provocar queda nas temperaturas em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (4). O alerta foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que colocou 12 estados e o Distrito Federal em aviso de perigo potencial.

De acordo com o órgão, a previsão é de redução entre 3°C e 5°C nos termômetros, com validade até o meio-dia de sábado (6).  

Os estados atingidos são: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Ao todo, cerca de 2,6 mil municípios estão sob alerta.  

O Inmet classifica o aviso como “amarelo”, indicando risco leve à saúde, principalmente para pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e quem possui doenças respiratórias.  

Além da queda de temperatura, o instituto também mantém alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Nordeste, especialmente em Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Nessas regiões, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios.  

A orientação é que a população acompanhe os avisos meteorológicos e redobre os cuidados diante das mudanças no tempo.

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Após um século de espera, Porto Velho garante seu primeiro Hospital Universitário

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Sabe aquele projeto que parece um sonho distante, mas que, quando sai do papel, muda a vida de milhares de famílias? É exatamente essa a sensação que tomou conta de Porto Velho nesta terça-feira (3).

Um dia que marca mais um avanço na saúde da capital, quando a Prefeitura sancionou a lei que autoriza a doação do Hospital Municipal para a Universidade Federal de Rondônia (Unir), dando o passo definitivo para a implantação do tão sonhado Hospital Universitário.

Mais do que assinaturas em um documento, essa transição representa uma resposta para quem mais precisa. Hoje, quem mora na capital muitas vezes disputa uma vaga para cirurgia ou atendimento clínico com pacientes que vêm de todos os cantos do estado.

“O diferencial desse hospital é que vamos priorizar a população de Porto Velho. Aquela pessoa que está na fila de espera aguardando um procedimento vai começar a ver o reflexo dessa doação”, destacou a secretária municipal de Saúde, Sandra Maria Petrillo Cardoso.

De sonho à realidade

O projeto é resultado de um esforço conjunto que envolveu a compra do prédio com recursos próprios do município, um grande diferencial, já que a estrutura foi adquirida pronta, garantindo muito mais agilidade para a implantação. Agora, o passo definitivo acontece com a parceria entre Unir, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Para o prefeito Léo Moraes, o momento é um marco histórico.

“Hoje é o dia em que, legalmente, começamos a passar do sonho para a realidade. Não é um, não são dois, não são três anos. É um século de espera para termos um Hospital Universitário. O melhor está por vir em defesa do nosso povo”, celebrou.

O prefeito também fez questão de tranquilizar a população: a nova unidade não substitui o Hospital João Paulo II, que continuará atendendo casos de alta complexidade.

O Hospital Universitário chega para somar forças, oferecendo ambulatórios, médicos especialistas, UTI e salas de cirurgia, com a expectativa de ultrapassar a marca de 200 leitos. É um fôlego essencial para ajudar a reduzir a fila de regulação do SUS e desafogar o sistema de saúde como um todo. A previsão é que os primeiros atendimentos comecem já no segundo semestre, avançando gradativamente.

A sala de aula onde a vida acontece

Se, por um lado, o paciente ganha mais acesso à saúde, por outro, a juventude rondoniense ganha um espaço de excelência para aprender e pesquisar.

A reitora da Unir, Marília Pimentel, reforçou que o impacto na educação será imenso.

“É mais um equipamento de saúde que vem para a população, mas que também terá um impacto muito positivo na formação dos nossos alunos. É um avanço para a saúde do nosso estado”, pontuou.

E quem já vive essa expectativa na pele sabe o peso dessa conquista. João Felipe Xavier, estudante do quinto período de Medicina, resumiu o sentimento de quem em breve estará vestindo o jaleco nos corredores da nova unidade.

“Esse hospital não é um avanço só para nós, alunos, é um avanço para toda a população. Teremos mais locais de atuação e, no futuro, seremos médicos mais qualificados para atender a nossa própria comunidade.”

Esse sentimento de pertencimento e retorno social é compartilhado por Matheus Neri, também estudante de Medicina e presidente do Centro Acadêmico. Para ele, o grande ganho é fortalecer o elo entre a universidade e quem precisa de atendimento.

“Nós teremos uma melhor inserção junto à comunidade. É um lugar onde conseguiremos ter cada vez mais uma saúde de qualidade para a nossa população, sendo mais um centro de referência para a nossa cidade”, avaliou.

Em breve, as portas se abrirão. E o que antes era uma estrutura particular agora será um patrimônio de saúde, ensino e cuidado, de portas abertas para quem vive em Porto Velho.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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ONU alerta para risco de novo El Niño e possível seca severa na Região Norte

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A possibilidade de um novo episódio do fenômeno El Niño entre os meses de junho e agosto acendeu um sinal de alerta para autoridades e especialistas em clima. A previsão foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), que aponta elevada probabilidade de formação do fenômeno nos próximos meses.

A preocupação é ainda maior na Região Norte do Brasil, que continua enfrentando reflexos da severa estiagem registrada nos últimos anos. Durante o último evento climático de grande intensidade, diversos rios da Amazônia alcançaram níveis historicamente baixos, provocando dificuldades no transporte fluvial, comprometendo o abastecimento de água e afetando comunidades que dependem dos rios para locomoção e subsistência.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões climáticos em várias partes do mundo. Na Amazônia, o fenômeno costuma provocar redução das chuvas, temperaturas mais elevadas e aumento do risco de queimadas e incêndios florestais.

Especialistas alertam que uma nova estiagem severa pode gerar impactos não apenas para a Região Norte, mas também para outras áreas do país. Isso ocorre porque a floresta amazônica desempenha papel fundamental na formação de correntes de umidade responsáveis por influenciar o regime de chuvas em diferentes regiões brasileiras.

Diante da possibilidade de um novo período de seca, o governo federal anunciou a criação de um grupo de monitoramento para acompanhar a evolução do fenômeno e coordenar medidas preventivas. A iniciativa reúne órgãos públicos e instituições de pesquisa com o objetivo de reduzir os impactos sobre a população e os setores mais vulneráveis.

A recomendação de especialistas é que estados e municípios reforcem os planos de contingência, principalmente em áreas que historicamente sofrem com a redução dos níveis dos rios e com o aumento dos focos de incêndio durante períodos de estiagem prolongada.

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