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Política

Léo Moraes encara as chuvas de frente, resolve pontos históricos de alagamento e age rápido nos novos focos

Os locais que antes ficavam debaixo d’água agora drenam em minutos resultado do trabalho firme e direto da Prefeitura nas ruas da capital.

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A Prefeitura de Porto Velho, sob a liderança do prefeito Léo Moraes, vem alcançando resultados expressivos na solução dos pontos históricos de alagamento da capital. O trabalho coordenado com as equipes nas ações de drenagem, limpeza de canais e ampliação da capacidade de escoamento tem garantido que, áreas antes conhecidas pelos transtornos em períodos de chuva, hoje apresentem resposta muito mais rápida e eficiente.

“O grande diferencial do nosso trabalho é a capacidade de vazão que conseguimos implementar. Em vários pontos onde antes a água ficava represada por horas, hoje ela escoa poucos minutos após o fim da chuva. É resultado de planejamento, técnica e presença constante das nossas equipes”, destacou o prefeito Léo Moraes.

Com o retorno das chuvas, a Prefeitura também vem identificando novos pontos de alagamento, consequência natural de uma cidade que cresceu de forma desordenada, sobre antigos igarapés, córregos e áreas de várzea. Porto Velho, assim como grandes metrópoles do mundo, Dubai, Londres, Paris, São Paulo e Nova York, enfrenta desafios naturais de drenagem urbana, especialmente por ser uma cidade de relevo plano e com pouca declividade em direção ao Rio Madeira.

Mas o que diferencia Porto Velho hoje é a capacidade de resposta imediata da gestão. “Onde o problema aparece, nossas equipes estão indo, avaliando, limpando, substituindo manilhas, abrindo drenagem. Não esperamos o problema crescer. Atuamos de forma preventiva, com responsabilidade e agilidade”, afirmou.

A agilidade da gestão tem sido o principal diferencial. Assim que um novo ponto de alagamento é identificado, as equipes são imediatamente mobilizadas. Em muitos casos, em menos de 24 horas o problema já recebe vistoria e plano de intervenção. “Porto Velho voltou a ter governo presente nas ruas. É assim que trabalhamos: agindo, resolvendo e entregando”, reforçou Léo Moraes.

Entre as frentes de trabalho que já apresentam resultados concretos estão os serviços de drenagem profunda nas avenidas Imigrantes, Rio de Janeiro e Raimundo Cantuária, além da limpeza e desobstrução de canais e galerias em diversas regiões da cidade. As ações envolvem a instalação de novas manilhas, ecobueiros, bocas de lobo, poços de visita e a ampliação da rede de drenagem, melhorando a fluidez das águas e a mobilidade urbana.

Léo Moraes reforça que o combate aos alagamentos é uma tarefa contínua e exige o envolvimento de toda a sociedade. “É um desafio histórico que estamos enfrentando com seriedade e resultados concretos. A cidade está melhorando, e isso é fruto de gestão, de planejamento e de amor por Porto Velho. Estamos cuidando da nossa capital para que as famílias tenham mais segurança, conforto e qualidade de vida”, concluiu.

O Prefeito reforça ainda a importância da colaboração da população, evitando o descarte irregular de lixo nas vias e canais e comunicando os órgãos municipais sobre possíveis pontos de risco.

Fonte: Assessoria

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Política

Segundo turno terá mudanças em locais de votação em Rondônia

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Eleitores de Porto Velho, Guajará-Mirim e Presidente Médici devem ficar atentos às mudanças nos locais de votação para o segundo turno das eleições, marcado para este domingo (25). Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), 12 seções eleitorais funcionarão em endereços diferentes dos utilizados no primeiro turno.

As alterações foram necessárias devido a reformas, problemas estruturais e questões relacionadas ao mobiliário dos espaços anteriormente utilizados.

Em Porto Velho, dez seções da 2ª Zona Eleitoral, de números 381 a 389 e 542, foram transferidas da Creche Santa Marcelina para a Escola Santa Marcelina.

No município de Presidente Médici, os eleitores da seção 323, pertencente à 3ª Zona Eleitoral, deverão comparecer à Unidade Básica de Saúde Dayse Fernandes Felício. Anteriormente, a votação acontecia na Associação dos Pequenos Produtores Rurais da Linha 128 Sul (Amarjumac), localizada na Vila Camargo, comunidade Segunda Linha.

Já em Guajará-Mirim, a seção 191, da 1ª Zona Eleitoral, deixará de funcionar na Escola Indígena 5 de Julho e passará a atender no Posto de Saúde da CASAI. Os dois locais ficam na Comunidade Indígena Ricardo Franco. A mudança ocorreu devido a obras de reforma na unidade escolar.

De acordo com o TRE-RO, as transferências foram definidas após avaliações realizadas pelos juízes eleitorais, considerando as condições de segurança e acessibilidade dos novos espaços.

Para evitar transtornos, os eleitores podem consultar o endereço atualizado pelo aplicativo e-Título, no portal do TRE-RO ou pela Central de Atendimento ao Eleitor, no telefone 0800 148 0148.

A Justiça Eleitoral também informou que serão colocados avisos nos antigos locais de votação para orientar os eleitores sobre as mudanças.

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Política

Datafolha divulga última pesquisa presidencial neste sábado (24/10)

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O Datafolha divulga neste sábado (24/10) a última pesquisa de intenção de votos antes do segundo turno das eleições presidenciais. A divulgação está prevista para 19h. 

A pesquisa deve ouvir 4.050 brasileiros.  A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.

O Datafolha fez três pesquisas. Na primeira, divulgada em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro tinha 49%, ante 45% de Lula. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O instituto ouviu 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre 6 e 7 de outubro. A pesquisa, contratada pela Folha e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

Na semana seguinte, em 15 de outubro, Flávio acumulava 47% das intenções de voto, um recuo de dois pontos percentuais, contra 45% do atual presidente.

O Datafolha ouviu 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre 13 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026.

Já na pesquisa publicada nessa quinta-feira (22/10), a diferença entre os dois diminuiu mais um ponto percentual. Flávio manteve os mesmos 47%, enquanto Lula subiu para 46%.

Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Datafolha entrevistou 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa, encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, está registrada sob o código BR-09709/2026.

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Flávio pede cassação de Lula por suposto uso eleitoral da Rádio Nacional

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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (23/10), contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e dois responsáveis pela programação da Rádio Nacional.

A ação acusa a emissora pública de favorecer a campanha de reeleição do petista e pede a cassação da chapa, além da inelegibilidade dos envolvidos.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), assinada pela advogada Maria Cláudia Bucchianeri, aponta 36 trechos da programação transmitidos entre 20 de agosto e 15 de outubro que, segundo a defesa de Flávio, teriam beneficiado Lula ou prejudicado o candidato do PL.

Do total, 12 teriam elogios ao presidente e a medidas do governo, enquanto outros 24 apresentariam críticas a Flávio.

A representação também pede a aplicação de multas por supostas condutas vedadas pela legislação eleitoral. A defesa argumenta que a Rádio Nacional, por integrar a estrutura de comunicação pública federal e ser mantida com recursos públicos, não poderia utilizar sua programação para favorecer candidaturas.

Fonte: Metrópoles

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