Polícia
Bebê de 1 ano não resiste e morre após dar entrada em unidade hospitalar na zona leste
Um bebê de apenas 1 ano morreu na manhã desta segunda-feira (29) após dar entrada na Unidade Básica de Saúde Hamilton Gondim, localizada na Avenida José Amador dos Reis, Zona Leste de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, a vítima foi socorrida às pressas até a unidade de saúde, mas devido à gravidade não resistiu e morreu.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas, assim como a Polícia Militar.
As circunstâncias do caso ainda estão sendo apuradas e a ocorrência segue em atualização.
Polícia
Caminhonete bate em van que transportava detentos na BR-429
Uma caminhonete e uma van utilizada no transporte de detentos se envolveram em um acidente na tarde desta terça-feira (20), na BR-429, nas proximidades de Alvorada do Oeste (RO). Apesar da colisão, ninguém ficou ferido.
O acidente ocorreu por volta das 15h35. Conforme as informações preliminares, a caminhonete saía da Linha 48 para entrar na rodovia federal quando atingiu a lateral da van.
A colisão foi registrada por uma câmera de monitoramento instalada em uma residência às margens da rodovia.
A Polícia Militar foi acionada inicialmente para atender à ocorrência. No entanto, por se tratar de uma rodovia federal, o caso ficou sob responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A perícia técnica também foi chamada para realizar os levantamentos no local.
As circunstâncias do acidente deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis.
Polícia
Mulher confessa ter envenenado companheiro e esquartejado corpo
Uma mulher identificada como Esther Pestana Cabral foi presa na noite desta terça-feira (21), após confessar ter matado o companheiro, Edmilson Batista Vila Verde, com veneno e esquartejado o corpo. O crime ocorreu em 16 de outubro, no bairro Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a suspeita também decapitou a vítima e escondeu os restos mortais em locais diferentes.
O caso começou a ser investigado depois que o filho de Edmilson encontrou parte do corpo do pai dentro da residência onde ele morava e acionou a Polícia Militar. Os agentes foram até o endereço e solicitaram a presença da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
Durante a perícia e as buscas no imóvel, os policiais localizaram o tronco da vítima. No local, também encontraram uma nota fiscal referente à compra de luvas que teriam sido utilizadas no esquartejamento. O documento ajudou os investigadores a identificar a farmácia onde o material havia sido adquirido.
A cerca de 500 metros da residência, os agentes encontraram a cabeça e os membros da vítima dentro do carro dele, estacionado na rua. Enquanto uma equipe realizava as buscas, outros policiais foram até a farmácia e apuraram que Esther havia comprado as luvas.
Suspeita confessou o crime
Esther foi conduzida à delegacia para prestar depoimento. Inicialmente, ela apresentou outra versão sobre o ocorrido, mas, de acordo com a Polícia Civil, admitiu o crime após ser confrontada com as informações levantadas durante a investigação.
A mulher foi autuada em flagrante por ocultação de cadáver. Como o homicídio teria ocorrido em 16 de outubro, a autoridade policial também solicitou à Justiça a prisão temporária da suspeita por homicídio qualificado.
Até o momento informado pela Polícia Civil, o pedido de prisão temporária aguardava análise da Justiça.
Fonte: G1
Polícia
Avó pega neta nas férias e some com a criança por quase 1 ano: ‘Não sei se minha filha está viva’
Familiares procuram por Alice Vitória Ribeiro Duarte, de 6 anos, que não é vista há quase um ano, após a avó paterna levá-la para passar as férias escolares. Os pais relatam que tentam contato com a mulher, mas não têm as chamadas nem as mensagens respondidas. Eles também afirmam que não a encontraram nos endereços ligados a ela em Belo Horizonte e região.
A menina foi buscada pela avó em 20 de dezembro de 2025, no bairro Novo Progresso, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, após a mulher procurar a mãe da criança, Carla Duarte. “Ela me pediu para levar a Alice para passear e passar as festas de fim de ano. Não fui contra porque achei importante que ela tivesse esses momentos com a avó”, relata a mãe.
Carla conta que a mulher passou a apresentar “comportamentos diferentes”, deixando de atender ligações e demorando para responder mensagens. “Eu iniciava as conversas, mas ela demorava muito para retornar. Então, pedi que trouxesse minha filha de volta.”
Segundo a mãe, a avó justificou que levaria a neta para casa após o Carnaval, a tempo do início do ano letivo na escola em que a criança estava matriculada. “Ela não cumpriu o combinado. Quando questionei novamente, disse que tinha feito a inscrição da Alice em uma aula de balé no Centro de Belo Horizonte. Dias depois, fui informada de que ela havia entrado com um pedido de guarda na Justiça”, afirma Carla.
Após o episódio, a relação entre as duas piorou. “Procurei questionar o motivo, pois sempre tivemos uma boa relação, mesmo após o fim do meu relacionamento com o filho dela. Ela justificou apenas que precisava dos documentos da Alice, sem entrar em detalhes, e passou a apagar as mensagens que me enviava”, acrescenta a mãe.
Buscas e histórico familiar
O pai da criança, o autônomo Matheus Pereira, de 30 anos, relata ter procurado a filha em diversos endereços ligados à mãe dele. “Procurei por todos os lugares possíveis. Ela não atende, não responde e não nos deixa ver a Alice nem por chamada de vídeo”, afirma.
Pereira conta que foi criado pelos avós a partir dos 2 anos de idade e que não manteve convívio com a mãe durante a infância e a adolescência. “Só passamos a nos comunicar depois que me tornei adulto. Nem a considero como mãe”, relata.
Registros na polícia e apelo da família
Os pais de Alice registraram boletins de ocorrência em março e nesta segunda-feira (20/10). Segundo a família, o caso não foi divulgado anteriormente por orientação de advogados.
“Chegou a um ponto em que decidimos expor a situação para tentar encerrar essa angústia. É o meu último recurso. Desde o sumiço da Alice, passei a ter crises de ansiedade. O que me mantém de pé são os meus outros dois filhos, que também precisam de mim”, desabafa Carla.
O pai também relata o impacto emocional do afastamento, que se intensifica em datas comemorativas, como o Dia dos Pais e o aniversário da filha. “É muito difícil o que estamos vivendo. Ao mesmo tempo em que tento pensar que ela está bem, fico preocupado. Não sei se minha filha está viva. É uma dor insuportável”, lamenta.
Como denunciar
Quem tiver qualquer informação que ajude a localizar a criança pode entrar em contato com o Disque Denúncia Unificado pelos telefones 181 ou 0800-2828-197. O sigilo e o anonimato são garantidos.
A Polícia Civil foi procurada para prestar esclarecimentos sobre o andamento das investigações. A reportagem aguarda retorno.
Fonte: O tempo
