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Política

Cristiane Lopes reforça apoio à PEC 47 e articula avanço da Transposição de Servidores na Câmara

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A deputada federal Cristiane Lopes (União-RO) participou de uma importante reunião no Congresso Nacional, reafirmando seu compromisso com a aprovação da PEC 47, que trata da transposição dos servidores para o quadro da União.

O encontro teve como objetivo definir estratégias para destravar a tramitação da proposta e garantir que ela avance com urgência na Câmara dos Deputados. A parlamentar destacou que, nas próximas semanas, se reunirá junto à bancada do Norte com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para cobrar prioridade na pauta.

“A PEC já foi aprovada no Senado e agora precisa avançar com urgência na Câmara. Essa é uma causa de justiça para milhares de trabalhadores que ajudaram a construir nosso estado. Nossos servidores não podem mais esperar”, afirmou Cristiane Lopes.

Desde o início do mandato, a deputada tem defendido a transposição como bandeira prioritária, lembrando que a proposta corrige desigualdades históricas e garante mais justiça para Rondônia e toda a região Norte.

“Seguiremos firmes até a aprovação total da PEC, porque essa não é apenas uma pauta administrativa, é uma reparação para aqueles que dedicaram suas vidas ao serviço público e merecem respeito e reconhecimento”, reforçou.

Com a articulação política em andamento, a expectativa é de que a matéria avance nas próximas etapas do Congresso, representando uma vitória histórica para milhares de servidores que aguardam, há décadas, pela efetivação de seus direitos.

Assessoria Parlamentar

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Política

Léo Moraes explica por que não apoiará Hildon Chaves ao Governo; Hildon rebate em tom de revolta

Ex-prefeito de Porto Velho ignorou asfalto feito sem drenagem ao “desenhar” o próprio legado como uma espécie de cartão postal de Porto Velho; a realidade, no entanto, é outra

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A recusa do atual prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, em apoiar politicamente Hildon Chaves gerou um rompante desproporcional. Enquanto Léo embasou sua decisão na dura realidade administrativa herdada, Hildon partiu para o ataque pessoal, ironizando o sucessor e mandando-o “trabalhar”. Contudo, a agressividade abrupta do ex-prefeito tenta encobrir um incômodo evidente e, principalmente, um legado estrutural desastroso no quesito saneamento básico.

Hildon gosta de vender a imagem de quem entregou a cidade como um cartão-postal pronto, mas a verdade inconveniente está escondida debaixo do asfalto. Durante seus oito anos de mandato, a capital amargou a última posição no ranking nacional de saneamento. Com irrisórios 9,89% de acesso a esgoto tratado e mais da metade da população sem água, o propalado progresso revelou-se uma perigosa maquiagem urbana: quilômetros de pavimentação jogados sobre a terra sem a devida e indispensável drenagem profunda.

O resultado dessa política de vitrine foi previsível, resultando em alagamentos crônicos e vias que se deterioravam a cada chuva. Agora, a atual gestão precisa, literalmente, quebrar o asfalto do “legado” de Hildon para instalar a infraestrutura básica que faltou. Na avenida Raimundo Cantuária, por exemplo, foram necessários 600 metros de escavação profunda para criar um escoamento real. O mesmo cenário se repetiu na avenida Pinheiro Machado, que escondia tubulações minúsculas e obsoletas sob sua capa asfáltica.

Invertendo a lógica da obra puramente eleitoreira que rende fotografias, Léo Moraes assumiu o ônus da infraestrutura invisível, optando por enterrar manilhas e tubos antes de pavimentar, o que já curou pontos históricos de alagamento, como no entorno do Skate Park. Para consertar essa década de atraso, o município precisou captar R$ 200 milhões voltados à macrodrenagem em Brasília.

Hildon pode ter sentido o revés político e subido o tom no debate, mas a ofensa real não está no discurso de Léo. A resposta mais incômoda e barulhenta encontra-se nas ruas que hoje precisam ser rasgadas, expondo ao público a drenagem que a gestão passada preferiu ignorar em nome do asfalto fácil e maquiado.

Fonte: Assessoria

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Política

Rondônia ultrapassa 1,26 milhão de eleitores aptos para as eleições de 2026

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O número de eleitores aptos a votar em Rondônia nas eleições de 2026 chegou a 1.267.105, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em relação ao pleito de 2022, o Estado ganhou 36.118 novos eleitores, registrando um crescimento de aproximadamente 2,9% no cadastro eleitoral.

Outro dado que chama a atenção é o avanço da biometria entre o eleitorado rondoniense. Atualmente, 1.227.082 eleitores, o equivalente a 96,84% do total, já estão aptos a votar utilizando a identificação biométrica. Apenas 40.023 pessoas ainda não realizaram o cadastramento, representando 3,16% do eleitorado.

Na comparação com as eleições de 2022, o número de eleitores biometrizados aumentou em quase 100 mil pessoas. Naquele ano, Rondônia contabilizava 1.127.153 cidadãos com biometria cadastrada, índice correspondente a 91,56% do eleitorado, enquanto mais de 103 mil ainda não haviam realizado o procedimento.

Os dados também mostram que as mulheres seguem como maioria entre os eleitores rondonienses. Elas representam 653.593 votantes, ou 51,58% do total, enquanto os homens somam 613.512 eleitores, correspondendo a 48,42%.

Em relação à faixa etária, o maior grupo de eleitores está entre 40 e 44 anos, com 130.199 pessoas. Logo atrás aparecem os cidadãos de 30 a 34 anos, com 129.708 eleitores, e de 35 a 39 anos, com 128.788.

Entre os jovens, Rondônia possui 24.074 adolescentes com idade entre 16 e 17 anos aptos a votar nas eleições de 2026. Como determina a legislação eleitoral, o voto para essa faixa etária é facultativo.

Porto Velho permanece como o maior colégio eleitoral do Estado, concentrando 368.124 eleitores, o equivalente a cerca de 29% de todo o eleitorado rondoniense. O município continua liderando o ranking das cidades com maior número de votantes e será novamente um dos principais polos eleitorais nas eleições do próximo ano.

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Política

TSE abre prazo para solicitação de voto em trânsito

Pedido pode ser feito até o dia 20 de agosto

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A Justiça Eleitoral abriu nesta segunda-feira (20) o prazo para o eleitor solicitar a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro. O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito.

A solicitação pode ser feita até o dia 20 de agosto pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país. 

Se optar pela solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu “Fazer Transferência temporária do local de votação”. Em seguida, deve preencher seus dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir os comandos da página.

No caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.

Regras

O eleitor que optar pelo voto em trânsito deve ficar atento às regras para ter acesso ao benefício, que está disponível nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores. 

Quem estiver em uma cidade (domicílio eleitoral) que está localizada no mesmo estado em que mora poderá votar em trânsito para todos os cargos que estarão em disputa: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.

Se a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor só poderá votar para presidente.

O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos.

Alterações ou cancelamentos nas solicitações de voto em trânsito poderão ser feitos até o dia 20 de agosto. Após o prazo, nenhuma alteração poderá ser feita.

O eleitor que solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local de votação deverá fazer a justificativa de ausência, que estará disponível por meio do aplicativo e-Título.

Exterior

Eleitor que tem título registrado no exterior poderá solicitar voto em trânsito se estiver de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.

O eleitor com documento registrado no Brasil não poderá votar em trânsito se estiver fora do país no dia da votação.

Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. O eleitor voltará às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Fonte: Agência Brasil

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