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Campanha Vacinação Sem Fronteira encerra atividades nos municípios fortalecendo cooperação com a Bolívia
Nos dias 9 e 10 de setembro, o governo de Rondônia intensificou a vacinação na fronteira rondoniense com a Bolívia. Na quarta-feira (10), as equipes de imunização da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) e as equipes locais de 13 municípios selecionados por conta da baixa cobertura vacinal, concluíram as atividades da campanha do governo de Rondônia Vacinação Sem Fronteira. No município de Guajará Mirim, que faz divisa direta com Guayaramerín, na Bolívia, uma reunião técnica definiu a continuidade do bloqueio sanitário.
Ao longo da campanha, 18 frentes de trabalho foram distribuídas em 13 municípios da faixa de fronteira rondoniense, com o apoio das equipes municipais de saúde. O objetivo foi reforçar a cobertura vacinal e alcançar comunidades de difícil acesso, garantindo proteção contra doenças como o sarampo, que voltou a registrar casos confirmados no país vizinho.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a Vacinação Sem Fronteira em Guajará-Mirim simboliza o esforço conjunto do governo e das autoridades bolivianas em proteger a saúde das populações fronteiriças. “A ação reforçou a cobertura vacinal e a cooperação internacional necessária para garantir a segurança sanitária de ambos os países”, salientou.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
No dia 9 de setembro, a equipe da Agevisa/RO, composta pelo diretor executivo, Edilson Batista da Silva; a gerente epidemiológica, Arlete Baldez; e por vacinadores, esteve em Guayaramerín para dialogar com autoridades sanitárias bolivianas. O grupo foi recebido pelo coordenador de saúde do município, José Alberto Cuellar, e pela responsável pela imunização local, Carmem Salazan Ojopi.

Durante o encontro, as autoridades discutiram estratégias conjuntas para ampliar a vacinação em ambos os lados da fronteira, considerando as diferenças entre calendários vacinais e esquemas de aplicação no Brasil e na Bolívia. Foi destacada a necessidade de integração de informações entre os sistemas de saúde, de forma a contabilizar corretamente os cidadãos vacinados em cada país, além de trocar dados sobre a situação epidemiológica, com foco no sarampo.
O diretor executivo da Agevisa/RO, destacou que “essa cooperação é essencial para manter altas coberturas vacinais e evitar que doenças já eliminadas no Brasil voltem a circular na região de fronteira.” A gerente epidemiológica da Agevisa/RO, reforçou que a proposta é construir estratégias conjuntas, com protocolos unificados, para que nenhuma oportunidade de imunização seja perdida.

COMUNIDADES RURAIS
No dia 10 de setembro, último dia da campanha, a equipe brasileira seguiu para a Zona Rural de Guajará-Mirim e alcançou, pela primeira vez, a comunidade de Cachoeirinha, localizada a 70 quilômetros da cidade. A ação foi realizada em parceria com a Estratégia Saúde da Família, unindo esforços para melhorar a cobertura vacinal da região.
A comunidade, que reúne cerca de 100 famílias ligadas à Associação dos Produtores Rurais do Ramal Cachoeirinha, vive da pecuária de leite e de gado. Segundo o presidente da Associação, Jocélio Fernandes, o atendimento itinerante facilita o acesso da população, já que, quando estão na cidade, os moradores priorizam atividades comerciais e domésticas e acabam deixando a saúde em segundo plano.
Além de Cachoeirinha, a equipe também vacinou moradores de duas localidades próximas: Serra Grande (Bom Jesus) e o Ramal dos Macacos (Nova Aliança), dentro da Reserva Extrativista do Rio Ouro Preto.
IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA

Rondônia possui 1.342 quilômetros de fronteira com a Bolívia, abrangendo 12 municípios, entre eles Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Costa Marques e São Francisco do Guaporé. A região faz parte da Faixa de Fronteira definida pelo Decreto Estadual nº 24.821/2020, que orienta ações integradas para o desenvolvimento regional e a proteção sanitária.
Fonte: Secom
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Concurso da Marinha tem 374 vagas com salário inicial de mais de R$ 9 mil
Concurso aberto pela Marinha do Brasil oferece 374 vagas para o Serviço Militar Voluntário de Oficiais Temporários (SMV-OF-RM2). As oportunidades são para nível superior completo, com lotação nos nove distritos navais espalhados em todas as unidades federativas pelo país.
A remuneração bruta inicial é superior a R$ 9 mil. Quem quiser participar as inscrições estão abertas e podem ser feitas até 10 de novembro, pelo site de cada distrito naval. A taxa custa R$ 150.
Podem participar apenas candidatos brasileiros natos, com idade entre 18 e 41 anos completos até agosto de 2027, data prevista para a incorporação.
O processo seletivo contará com cinco etapas: prova escrita objetiva, prova de títulos, verificação de dados biográficos e verificação documental, inspeção de saúde e teste de aptidão física.
As vagas são divididas em cinco grupos: saúde; apoio à saúde; técnica; técnica-magistério; e engenharia.
Distribuição de vagas
- 1º Distrito Naval (RJ, ES, MG): 171 vagas
- 2º Distrito Naval (BA e SE): 24 vagas
- 3º Distrito Naval (CE, RN, PB, PE, AL): 35 vagas
- 4º Distrito Naval (AP, PA, MA, PI): 25 vagas
- 5º Distrito Naval (RS e SC): 27 vagas
- 6º Distrito Naval (MT e MS): 16 vagas
- 7º Distrito Naval (TO, GO e DF): 17 vagas
- 8º Distrito Naval (SP e PR): 36 vagas
- 9º Distrito Naval (RR, AC, AM e RO): 23 vagas
Prova
A prova escrita objetiva será realizada no dia 21 de fevereiro de 2027, com duração de três horas. Para a maioria das profissões, a avaliação será composta por 40 questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa.
Para os profissionais de medicina, a prova terá 50 questões sobre atendimento e conduta em situações de urgência e emergência médica, inclusive em áreas remotas.
“Os candidatos aprovados nas etapas previstas serão convocados para o curso de formação, no qual receberão treinamento militar. Ao término, serão designados para as Organizações Militares que integram a área de jurisdição do Distrito Naval escolhido, conforme as necessidades da Administração Naval”, informou a corporação.
Ingresso
Apesar do serviço ser temporário e não gerar estabilidade na Marinha, os militares incorporados poderão permanecer no Serviço Militar por até oito anos, com prorrogação anual.
Os candidatos aprovados ingressarão no posto de guarda-Marinha e, após seis meses de incorporação, poderão ser promovidos a segundo-tenente, desde que cumpridos os requisitos previstos. Além da remuneração, os oficiais RM2 têm acesso a benefícios como assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa.
Fonte: Metrópoles
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Parque Circuito reabre neste sábado (24) com muitas novidades
Playground, academia ao ar livre, espaço para os pets, chuveirão, banheiros reformados com espaço para cuidar dos bebês, deck de madeira e iluminação especial são algumas das novidades do Parque Circuito, que será entregue neste próximo sábado (24).
Completando 60 anos de fundação em 2027, é um espaço que conta uma parte da história de Porto Velho. Bastante utilizado por famílias em confraternizações e por praticantes de esportes, como corrida e caminhada, o Parque Circuito ganha uma nova vida com essa obra.
De acordo com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, essa primeira fase da obra já irá modernizar o espaço, que também contará com a primeira fonte interativa do estado de Rondônia.
“Está tudo preparado para receber as famílias e garantir muita diversão! Espero toda a comunidade nessa grande reabertura, que representa mais um passo em prol de uma cidade que oferece qualidade de vida e opções de lazer”, disse o prefeito Léo Moraes.
A reabertura do Parque Circuito está programada para às 15h e contará com programação cultural voltada para o público cristão.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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INSS: Justiça libera R$ 2,9 bilhões para pagamentos atrasados
O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,9 bilhões para pagar atrasados de benefícios previdenciários e assistenciais a 192,2 mil pessoas que venceram ações na Justiça. Os recursos correspondem a 138.945 processos e serão distribuídos pelos Tribunais Regionais Federais (TRFs).
O lote reúne Requisições de Pequeno Valor (RPVs) autuadas, ou seja, registradas nos tribunais, em setembro de 2026. Entre os processos estão pedidos de revisão de aposentadorias, pensões, auxílio-doença e outros benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
As RPVs são utilizadas para quitar dívidas judiciais de até 60 salários mínimos por beneficiário. O pagamento ocorre em até 60 dias contados do protocolo da requisição no tribunal.
Quem tem direito
Estão incluídos neste lote os beneficiários com créditos reconhecidos judicialmente e que tiveram as RPVs registradas em setembro.
Os atrasados envolvem valores devidos em ações de concessão ou revisão de benefícios, como aposentadorias, pensões, auxílios e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Cada TRF define seu cronograma de depósitos. Por isso, a liberação dos recursos pelo CJF não significa que todos os beneficiários já possam sacar o dinheiro.
A data de disponibilidade deve ser conferida na consulta da RPV no portal do tribunal responsável pelo processo.
Os depósitos são feitos em contas judiciais na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. As informações sobre a instituição bancária e a situação do pagamento ficam disponíveis na consulta do requisitório.
Como consultar
Para verificar o pagamento, o beneficiário deve acessar o site do TRF responsável pela ação e procurar a área de precatórios e requisições de pagamento.
Os dados exigidos variam conforme o sistema. Em alguns sistemas é obrigatório informar o CPF do beneficiário e mais um dado, como o número do processo ou a inscrição do advogado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
A consulta mostra o andamento da requisição e, após o pagamento, o banco responsável pelo depósito.
Veja quanto foi liberado a cada TRF
TRF da 1ª Região — Distrito Federal e 12 estados: R$ 914,4 milhões para 51.162 beneficiários, em 42.064 processos. Atende DF, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP;
TRF da 2ª Região — Rio de Janeiro e Espírito Santo: R$ 217,8 milhões para 14.649 beneficiários, em 9.880 processos;
TRF da 3ª Região — São Paulo e Mato Grosso do Sul: R$ 370,2 milhões para 16.667 beneficiários, em 12.584 processos;
TRF da 4ª Região — Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina: R$ 589 milhões para 46.914 beneficiários, em 32.386 processos;
TRF da 5ª Região — Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte e Paraíba: R$ 523,2 milhões para 42.362 beneficiários, em 25.066 processos;
TRF da 6ª Região — Minas Gerais: R$ 316,4 milhões para 21.488 beneficiários, em 16.965 processos.
Fonte: Metrópoles
