Polícia
Corpo de jovem desaparecido há cinco meses é encontrado enterrado em quintal
O corpo de Gustavo Henrique Marçal Pereira, de 22 anos, foi localizado nesta segunda-feira (1º) em Vilhena (RO), após cinco meses de desaparecimento. Ele estava enterrado em uma cova rasa no quintal de uma residência no bairro São José.
Segundo a Polícia Civil, Gustavo foi assassinado a facadas antes de ser ocultado no local. Durante as diligências, os policiais utilizaram um radar de solo que indicou o ponto exato onde o corpo estava.
Na casa, foram presos em flagrante uma mulher de 44 anos e o filho dela, de 24, suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver.
A ação foi conduzida pela Delegacia Especializada no Combate aos Crimes Contra a Vida (DERCCV), com apoio da 1ª Delegacia de Polícia e do Núcleo de Analistas da Polícia Civil Regional. Ao todo, 12 agentes participaram da operação.
Polícia
Homem é perseguido e executado a tiros dentro de taberna
Um homem de 28 anos foi morto a tiros, na Travessa Doze de Dezembro, no bairro Compensa, zona oeste de Manaus (AM). O crime aconteceu dentro de uma taberna e está sendo investigado pela Polícia Civil.
A vítima foi identificada como Nadson Barbosa. Segundo as primeiras informações, ele estava sentado em frente ao estabelecimento, fazendo um lanche, quando foi surpreendido por dois homens que chegaram em uma motocicleta e abriram fogo.
Na tentativa de escapar dos disparos, Nadson correu para o interior da taberna em busca de proteção. No entanto, os suspeitos deixaram o local por alguns instantes e retornaram logo em seguida, acompanhados de um terceiro homem.
De acordo com a polícia, os criminosos invadiram o estabelecimento e efetuaram novos disparos contra a vítima, que morreu ainda no local antes da chegada do socorro.
Após a perícia, o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML). A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) instaurou inquérito para identificar os autores e esclarecer a motivação do assassinato.
Polícia
Mulher é presa com mais de 3 kg de drogas presos ao corpo em aeroporto
Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Federal, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus (AM), ao ser flagrada transportando cerca de 3,1 quilos de skunk presos ao corpo.
A prisão ocorreu durante uma fiscalização de rotina realizada por agentes federais no terminal de passageiros. Segundo a Polícia Federal, a suspeita pretendia embarcar em um voo com destino a Brasília (DF).
Durante a abordagem, os policiais identificaram atitudes que levantaram suspeitas e decidiram realizar uma inspeção mais detalhada. Na revista, foram encontrados oito pacotes da droga escondidos sob as roupas da passageira.
O material apreendido foi identificado como skunk, uma variedade de maconha com elevada concentração de THC, substância responsável pelos principais efeitos psicoativos da planta.
Após o flagrante, a mulher foi encaminhada à Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, onde foi autuada pelo crime de tráfico interestadual de drogas. Ela permanece à disposição da Justiça, enquanto o caso segue sob investigação.
Polícia
PM é preso suspeito de matar dono de bar após discussão
Um policial militar foi preso na madrugada desta quinta-feira (16), suspeito de matar a tiros o proprietário de um bar no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus (AM). O caso está sendo investigado pelas autoridades.
A vítima foi identificada como William Kramer. De acordo com informações preliminares, o policial chegou ao local acompanhado da esposa e, por motivos ainda apurados, iniciou uma discussão em frente ao estabelecimento.
Testemunhas relataram que, durante o desentendimento, a mulher teria pedido ajuda. Ao tentar intervir na situação, William acabou sendo baleado pelo policial.
Ainda segundo relatos, um amigo da vítima conseguiu levá-la para o interior do bar e fechou o portão do imóvel na tentativa de evitar novos disparos. No entanto, o suspeito teria invadido o estabelecimento e efetuado outros tiros. William foi atingido por pelo menos cinco disparos.
A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. O amigo que tentou ajudá-lo também foi atingido de raspão, recebeu atendimento e sobreviveu.
Familiares informaram que William trabalhava como motorista de aplicativo e havia inaugurado o bar há cerca de dois meses.
Após o crime, o policial militar foi preso. Em sua versão, ele alegou ter agido em legítima defesa após supostamente ter sido vítima de uma tentativa de assalto. A versão, porém, é contestada por familiares da vítima e por testemunhas que presenciaram a ocorrência.
A Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer a dinâmica do caso e apurar as circunstâncias do homicídio.
