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Polícia

Polícia Civil confirma feminicídio de mulher encontrada morta em junho e busca prender o ex-marido suspeito

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A Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra a Vida (DERCV) da Polícia Civil de Rondônia confirmou nesta segunda-feira (4) que a morte de Jane Roberto de Carvalho, ocorrida no dia 28 de junho deste ano, em Porto Velho, foi feminicídio. O caso, inicialmente registrado como morte a esclarecer, passou a ser investigado como homicídio qualificado após laudo pericial apontar fratura cervical e lesões faciais compatíveis com agressões físicas.

O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, Josué Soares da Silva, que permaneceu na residência até a constatação do óbito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas fugiu logo em seguida. Desde então, equipes da Delegacia de Homicídios realizam contínuas para localizá-lo.

De acordo com o laudo cadavérico do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi fratura no pescoço, elemento que reforça a linha de investigação por feminicídio. Com base nos indícios colhidos, incluindo oitivas de testemunhas, o inquérito resultou na representação pela prisão preventiva do investigado, prontamente decretada pelo Poder Judiciário.

Josué chegou a se apresentar com advogado e foi formalmente interrogado, mas agora está foragido desde então. A Polícia Civil segue em busca do suspeito e pede apoio da população para que informações sejam repassadas, mesmo que de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 197.

Relembre o caso:

Jane Roberto de Carvalho foi encontrada morta na tarde do dia 28 de junho em uma residência localizada na rua José Vieira Caúla, bairro Igarapé, zona leste de Porto Velho. O caso foi inicialmente registrado como morte a esclarecer.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 17h30 pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP). Ao chegar ao local, os policiais encontraram uma equipe do Samu, que já havia constatado o óbito.

O médico responsável pelo atendimento relatou que Jane já estaria morta há aproximadamente seis horas e apresentou hematomas na cabeça e na nuca, o que motivou o acionamento da Perícia Técnica e do Instituto Médico Legal (IML). O corpo da vítima foi removido para o IML, onde os exames necroscópicos confirmaram as lesões compatíveis com agressão física

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Polícia

Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio

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Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.

Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.

Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.

A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.

As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.

De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.

O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.

Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.

A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.

O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.

Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.

A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.

Fonte: Notícias Urgentes

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Mãe de bebê morto em explosão também não resiste e morre no hospital

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A tragédia que abalou moradores do bairro Valparaíso, na região da T-19, em Ji-Paraná, fez mais uma vítima fatal na madrugada desta terça-feira (03/03). Kyara, mãe do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, não resistiu às complicações provocadas pela explosão registrada no último domingo (01/03).

O filho do casal, de apenas 1 ano e 7 meses, já havia falecido horas após o acidente.

De acordo com informações apuradas, a explosão ocorreu na manhã de domingo após um vazamento de gás dentro da residência da família. No momento em que uma lâmpada foi acionada, houve a ignição do gás acumulado no ambiente, causando uma forte explosão no imóvel.

O bebê e os pais foram socorridos por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados ao hospital. A criança não resistiu ainda no mesmo dia. Kyara permaneceu internada sob cuidados intensivos desde o ocorrido, mas teve o óbito confirmado na madrugada desta terça-feira.

O pai da criança continua hospitalizado e segue recebendo atendimento médico.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente.

Fonte: Notícias Urgentes

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Vendedor é encontrado morto em quarto de hotel no interior de Rondônia

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Um vendedor foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (2) em um hotel no município de Machadinho d’Oeste. A ocorrência foi atendida por uma guarnição da Polícia Militar, acionada pela Central de Operações para averiguar um caso de possível morte natural.

No local, os policiais constataram que a vítima, que estava hospedada no estabelecimento, já se encontrava em óbito. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou a avaliação clínica e informou que não havia fraturas, hematomas ou sinais aparentes de violência que indicassem a participação de terceiros.

De acordo com os socorristas, os indícios apontam que a causa provável da morte tenha sido um infarto.

A Polícia Militar realizou o registro fotográfico do corpo e fez vistoria no quarto, onde foram encontradas caixas de medicamentos comumente utilizados por pacientes com problemas cardíacos.

Após a liberação pela equipe médica, a funerária de plantão foi acionada e realizou a remoção do corpo, que ficou sob responsabilidade da empresa e foi liberado aos familiares para os procedimentos fúnebres.

Os pertences pessoais permaneceram sob responsabilidade da administração do hotel. A esposa da vítima deverá comparecer ao local para providenciar a retirada dos objetos.

Concluídos os procedimentos, a guarnição retornou ao patrulhamento de rotina. O caso foi registrado como morte natural.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do site Machadinho online

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