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Polícia

Mulher fica ferida na cabeça após colisão entre carro e caminhão leiteiro

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Uma mulher ficou ferida na madrugada deste sábado, 19 de julho de 2025, após o carro em que estava colidir com um caminhão leiteiro na Rodovia Estadual RO-133, próximo ao Travessão 1, na zona rural de Theobroma, Rondônia.

Segundo informações da Polícia Militar, um casal havia saído da festa “Expotheo” e seguia para sua residência no Travessão 4, também na RO-133, sendo transportados por um amigo da família em um Fiat Palio vermelho.

O passageiro Marcos Antônio Pereira dos Santos relatou que o acidente ocorreu quando um caminhão leiteiro, cuja identificação não foi anotada, teria invadido a pista contrária, causando uma colisão frontal. Após o impacto, o condutor do carro desceu e seguiu em direção ao caminhão, enquanto a mulher, identificada como Ruth Cardoso Guedes, permaneceu no local. Ela foi socorrida por uma ambulância e levada ao Hospital Municipal.

Já na unidade de saúde, Ruth Cardoso Guedes informou à polícia que sofreu uma forte pancada na cabeça, resultando em um corte na testa que precisou de sutura. Ela permaneceu em observação médica devido ao risco de traumatismo craniano leve.

A perícia técnica esteve no local do acidente, mas a ausência dos veículos dificultou a coleta de vestígios. Até o momento, nem o motorista do caminhão nem o condutor do Fiat Palio foram localizados. A dinâmica inicial do acidente aponta para uma possível infração por parte do condutor do caminhão, que teria invadido a contramão. O caso será investigado como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

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Polícia

Polícia Civil prende suspeito por comercialização irregular de canetas emagrecedoras

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia (1ª DP) de Vilhena, realizou, nesta quinta-feira (05), uma operação voltada ao combate da venda irregular de medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”.

A ação teve como objetivo apurar denúncias relacionadas à comercialização clandestina dessas substâncias, que possuem venda regulamentada e exigem prescrição médica e controle sanitário.

Durante o cumprimento das buscas, foram encontradas unidades de substâncias que possuem a venda controlada pela vigilância sanitária. Como os itens estavam em desacordo com as normas sanitárias, foi efetuada a prisão em flagrante no local.

A Polícia Civil ressalta que a comercialização e o uso de medicamentos sem orientação médica e fora dos canais legais representam riscos à saúde da população e podem configurar infrações administrativas e penais.

PC/RO

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Polícia

Rondônia é o segundo estado com maior taxa de feminicídio do país

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Rondônia registrou 25 casos de feminicídio em 2025, colocando o estado entre os três com as maiores taxas desse tipo de crime no Brasil. Os dados fazem parte do relatório “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, na semana em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.

De acordo com o levantamento, o estado apresentou taxa de 2,9 feminicídios para cada 100 mil mulheres, ficando atrás apenas do Acre, que registrou 3,2. Mato Grosso do Sul aparece logo em seguida, com taxa de 2,7.

O estudo também aponta que Rondônia tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos. Entre 2021 e 2025, o aumento foi de 53,8% no número de casos, percentual bastante superior à média nacional, que ficou em 14,5% no mesmo período.

Evolução dos casos em Rondônia

Os dados mostram variações ao longo dos últimos anos, mas indicam uma tendência recente de alta:

  • 2021: 16 casos
  • 2022: 23 casos
  • 2023: 21 casos
  • 2024: 13 casos
  • 2025: 25 casos

Segundo o relatório, esse crescimento coloca Rondônia entre os estados que tiveram maior aumento proporcional de feminicídios no país.

Cenário nacional

Em todo o Brasil, 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025, o que representa aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.

Desde que a Lei do Feminicídio entrou em vigor, em 2015, pelo menos 13.703 mulheres foram assassinadas no país por razões relacionadas ao gênero.

A análise de 5.729 casos registrados entre 2021 e 2024 revela que, na maioria das situações, o autor do crime possui vínculo direto com a vítima:

  • 59,4% foram mortas pelo companheiro
  • 21,3% pelo ex-companheiro
  • 10,2% por outros familiares
  • 4,9% tiveram como autores pessoas desconhecidas

Perfil das vítimas

O levantamento também traz um retrato das mulheres assassinadas:

  • 62,6% eram negras
  • 36,8% eram brancas
  • cerca de metade tinha entre 30 e 49 anos
  • 15,5% tinham 50 anos ou mais
  • 5,1% eram menores de 18 anos

Outro dado relevante é que 97,3% dos feminicídios foram cometidos por homens.

Locais onde ocorrem os crimes

Na maioria dos casos, o crime acontece dentro do próprio ambiente doméstico. A residência da vítima foi o local de 66,3% dos feminicídios, enquanto 19,2% ocorreram em vias públicas.

Em relação aos meios utilizados:

  • 48,7% dos assassinatos foram cometidos com arma branca
  • 25,2% com arma de fogo

Maior risco em cidades pequenas

O estudo também indica que municípios menores apresentam maior vulnerabilidade. Em cidades com até 100 mil habitantes, a taxa foi de 1,7 feminicídio por 100 mil mulheres, acima da média nacional, que é de 1,4.

Nos municípios com até 20 mil habitantes, a taxa chega a 1,8, cerca de 28,5% maior que a média do país.

Mesmo concentrando apenas 41% da população feminina brasileira, cidades com até 100 mil habitantes registraram metade dos feminicídios no período analisado.

Um dos fatores apontados para esse cenário é a baixa estrutura da rede de proteção às vítimas:

  • apenas 5% dos pequenos municípios possuem Delegacia da Mulher
  • 3% contam com Casa Abrigo
  • cerca de 27,1% oferecem algum serviço especializado de atendimento

Medidas protetivas

O relatório também revela que 13,1% das vítimas tinham Medida Protetiva de Urgência ativa no momento do crime, considerando dados de 16 estados analisados.

Os números reforçam a necessidade de fortalecer políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento às mulheres em situação de violência, especialmente em regiões com menor estrutura de assistência.

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Polícia

Suspeito de estupro é alvo de operação da Polícia Civil

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Vilhena, deflagrou, na data de ontem (04), operação policial no município de Vilhena.

O objetivo da ação foi dar cumprimento ao mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação que apura os crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e registro não autorizado da intimidade sexual (art. 216-B do Código Penal). Os fatos estão sendo apurados em procedimento que tramita sob sigilo, medida adotada para resguardar a integridade e privacidade da vítima.

Durante o cumprimento da ordem judicial, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica. No local, os policiais também localizaram aproximadamente 200 gramas de substância análoga à skunk, conhecida como “super maconha”, além de uma balança de precisão e outros objetos comumente associados à prática do tráfico de drogas. As investigações também indicam que o investigado é suspeito de fornecer entorpecentes em festas universitárias.

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a proteção das vítimas, especialmente em casos que envolvem crimes contra a dignidade sexual, e informa que novas atualizações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

Fonte: Polícia Civil

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