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Polícia

Pedra de boi avaliada em R$ 1 milhão é furtada de frigorífico em RO

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Uma pedra de fel de boi foi furtada de um frigorífico de Ji-Paraná (RO), na noite da última quinta-feira (26). De acordo com a Polícia Civil, a substância é avaliada em R$ 1 milhão e estava guardada em um frigobar dentro de uma sala.

O material, também conhecido como pedra da vesícula de boi ou cálculo biliar bovino, é o resultado do acúmulo de sais biliares e de cálcio na vesícula. Elas são extremamente raras e encontradas somente em alguns animais.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito entrou no prédio pelos fundos. Durante a ação, ele desativou os alarmes e sensores de movimento, além de arrombar três portas até alcançar o local onde a substância estava armazenada. A invasão durou cerca de 12 minutos.

O furto só foi percebido horas depois, por volta das 4h20 da manhã, quando uma funcionária da limpeza chegou ao trabalho e notou os sinais de arrombamento. O coordenador administrativo da empresa foi até o local e, após confirmar o crime, acionou a polícia.

O caso foi registrado como furto qualificado, já que envolveu arrombamento e aconteceu durante a noite. A Polícia Civil está investigando o caso.

Pedra da vesícula de boi  — Foto: Reprodução/EPTV

Valor da pedra biliar

O valor da pedra de fel bovino pode variar conforme a qualidade, cor, formato e mercado de venda. No Brasil, o preço por grama pode variar entre R$ 12 e R$ 300. Dessa forma, a pedra de 12 gramas pode chegar ao valor de R$ 3,6 mil.

Já no mercado internacional, especialmente na China, o preço pode ser ainda mais alto, podendo chegar a 65 dólares por grama, o que equivale a aproximadamente R$ 300 por grama, ou R$ 3.600 por 12 gramas.

Mas por que o fel do boi é tão valioso?

A pedra amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa no tratamento de convulsões, desmaios, febres e diversas outras doenças. A substância é rara e não é encontrada em todos os bovinos. Na maioria das vezes, aparece em grãos muito pequenos, que não chegam a pesar um grama.

Fonte: G1

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Polícia

Família procura jovem desaparecida e pede ajuda da população

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Familiares de Emilly Braga Cordeiro estão à procura da jovem, que está desaparecida desde o último domingo. Sem notícias sobre seu paradeiro, parentes e amigos intensificaram a divulgação do caso e pedem a colaboração da população para ajudar nas buscas.

Segundo informações da família, Emilly foi vista pela última vez na região da Linha 86, nas proximidades de um rio. Desde então, ela não manteve mais contato, aumentando a preocupação de familiares, que seguem em busca de qualquer informação que possa contribuir para sua localização.

Quem tiver visto a jovem ou souber de algum detalhe sobre seu paradeiro pode entrar em contato pelo telefone (69) 99372-3554. A família destaca que qualquer informação, por mais simples que pareça, pode ser importante para auxiliar nas buscas.

Além disso, os familiares pedem que a divulgação do desaparecimento seja compartilhada para ampliar o alcance das informações e aumentar as chances de encontrar Emilly o quanto antes.

Caso alguém possua informações concretas sobre a localização da jovem, a orientação é comunicar imediatamente a família e também acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou a Polícia Civil.

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Mulher que confessou matar a filha é encontrada morta em cela de delegacia

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A morte de uma mulher de 27 anos, presa após confessar o assassinato da própria filha, de 1 ano e 8 meses, passou a ser investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso. Ela foi encontrada sem vida na cela da Delegacia de Juara, município localizado a cerca de 690 quilômetros de Cuiabá, na sexta-feira (17).

A mulher havia sido detida durante as investigações sobre o desaparecimento da criança, que não era vista há aproximadamente dois anos. O caso ganhou novos rumos depois que o pai da menina procurou a Justiça para regularizar o direito de visitas e tratar da pensão alimentícia, levantando dúvidas sobre o paradeiro da filha.

Inicialmente, a suspeita informou aos investigadores que havia entregue a criança, em janeiro de 2024, a uma pessoa desconhecida que moraria em Campinas, no interior de São Paulo. No entanto, a versão apresentada não foi confirmada e acabou sendo contestada durante a investigação.

Posteriormente, acompanhada por seu advogado, ela prestou um novo depoimento e confessou ter tirado a vida da filha. Segundo relatou, utilizou um saco plástico para provocar a asfixia da criança e, depois, enterrou o corpo em uma cova rasa nos fundos da propriedade rural onde vivia com familiares.

Após a confissão, a suspeita levou os policiais até o local onde afirmou ter ocultado o corpo. Equipes da Polícia Civil e da Politec realizaram buscas na área indicada, mas, até o momento, os restos mortais da criança ainda não foram encontrados. Conforme os investigadores, as condições do terreno dificultam as escavações, embora a área continue sendo considerada o principal ponto de interesse das buscas.

Uma das linhas investigativas aponta que o crime pode ter sido motivado por desentendimentos envolvendo o ex-companheiro da suspeita, pai da criança. A hipótese, entretanto, ainda depende da conclusão das investigações.

Além de esclarecer a morte da menina, a Polícia Civil também instaurou um novo inquérito para apurar as circunstâncias da morte da mulher, encontrada sem vida enquanto permanecia presa na delegacia. Os exames periciais deverão indicar a causa do óbito.

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Polícia Civil procura mulher foragida da Justiça em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia divulgou um pedido de colaboração da população para localizar Tatiane dos Santos Jacob, que é considerada foragida da Justiça e possui um mandado de prisão em aberto.

De acordo com a corporação, as investigações conduzidas pela Delegacia Regional de Ariquemes não conseguiram localizar a suspeita, que permanece sendo procurada pelas forças de segurança.

A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa contribuir para a localização de Tatiane seja repassada por meio dos canais oficiais de denúncia. As informações podem ser comunicadas pelos telefones 197 ou 190, além do WhatsApp (69) 3216-8940.

O mandado de prisão está registrado sob o número 7021175-96.2024.8.22.0002. A corporação reforça que todas as denúncias são tratadas com absoluto sigilo e destaca que a colaboração da população pode ser fundamental para auxiliar nas investigações e no cumprimento da ordem judicial.

Fonte: Polícia Civil

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