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Polícia

Corpo de homem é encontrado amarrado dentro de rio em área rural

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Um homem identificado como José de Alencar, de 31 anos, foi encontrado morto na tarde de quarta-feira (9), em um local conhecido como “Poção da 180”, situado no km 05 da área rural de Rolim de Moura (RO).

De acordo com informações repassadas pelas autoridades, a Polícia Militar foi acionada após o Núcleo de Inteligência receber uma denúncia sobre um possível homicídio na região. Equipes da Patamo se deslocaram até o ponto indicado, onde localizaram o corpo da vítima submerso no rio.

Uma equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros foi acionada para realizar a retirada do corpo. Durante os trabalhos periciais, foi constatado que José de Alencar estava com as mãos e os pés amarrados, além de apresentar cortes profundos na região do pescoço.

Ainda conforme a perícia técnica, há evidências de que o homem foi morto em outro local e teve o corpo desovado no rio posteriormente.

A ocorrência foi registrada e o caso segue sob investigação pela Polícia Civil. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou a motivação do crime.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

PF cumpre mandado em investigação sobre abuso sexual infantil

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A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), a Operação Deep Storage 6, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Boa Vista.

A operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre a suspeita do crime de armazenamento de cenas de abuso sexual infantojuvenil em ambiente cibernético.

O inquérito policial permanece em andamento, e as investigações prosseguirão com o objetivo de esclarecer as circunstâncias dos fatos e de reunir elementos probatórios que contribuam para a completa elucidação da conduta investigada.

Alerta

A Polícia Federal alerta pais e responsáveis sobre a importância de orientar e acompanhar as atividades de crianças e adolescentes nos ambientes virtual e físico, contribuindo para a prevenção de situações de abuso e exploração sexual. A conscientização e a vigilância são fundamentais para garantir a segurança e a proteção de crianças e adolescentes.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Estudante é preso suspeito de divulgar fotos de mulheres em sites pornográficos

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A Justiça manteve a prisão preventiva de um estudante de Direito de 21 anos, suspeito de fotografar mulheres sem consentimento e divulgar as imagens em sites pornográficos, em João Pessoa, na Paraíba. A decisão foi confirmada após audiência de custódia.

O estudante foi preso na quarta-feira (14), no bairro Castelo Branco. Segundo a Polícia Civil, o caso chegou às autoridades após seis mulheres denunciarem o suspeito.

Durante as investigações, os policiais identificaram que ele estudava Direito na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e teria fotografado mulheres que também frequentavam a instituição.

Ainda conforme a polícia, o suspeito também teria fotografado mulheres em academias e lanchonetes que frequentava. O número total de possíveis vítimas não foi informado.

A decisão que manteve a prisão foi assinada pela juíza Silse Maria da Nóbrega Torres, da 1ª Vara Regional de Garantias de João Pessoa. O suspeito será encaminhado à Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecida como Presídio do Róger.

Durante a operação, a polícia apreendeu o celular que teria sido utilizado na prática dos crimes. O aparelho será analisado para auxiliar no andamento das investigações.

Fonte: G1 Paraíba

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Justiça condena 15 pessoas por lavagem de dinheiro em RO

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve a condenação de 15 réus no âmbito da Operação Alcance, também denominada Aysha.

As penas aplicadas somam 97 anos de reclusão, pela prática dos crimes de lavagem de capitais e integração de organização criminosa.

A sentença foi proferida pela 1.ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho e reconheceu a prática de lavagem de capitais por 14 acusados e a integração de organização criminosa por 12, sendo que parte dos réus foi responsabilizada pelos dois crimes.

A maior pena foi fixada em 14 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 55 dias-multa. A segunda maior condenação alcançou 10 anos de reclusão, também em regime fechado, e 37 dias-multa.

Dos 15 condenados, dois deverão iniciar o cumprimento das penas em regime fechado, dez no semiaberto e três no aberto.

Conforme reconhecido pela Justiça, a organização criminosa possuía divisão de tarefas relacionadas à logística de lavagem de dinheiro obtida com o tráfico de entorpecentes, à articulação entre integrantes e à circulação dos recursos provenientes das atividades ilícitas. As condenações por lavagem de capitais abrangeram a utilização de estabelecimentos comerciais e contas bancárias para ocultar ou dissimular a origem, a movimentação e a destinação dos valores.

A investigação foi iniciada e conduzida pela Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia (DRE/SR/PF/RO) e do Grupo de Investigações Sensíveis em Porto Velho (GISE/PVH). O trabalho teve origem em informações preliminares e envolveu vigilância e monitoramento, quebras de sigilos bancário e fiscal, buscas, apreensões e outras medidas cautelares.

A fase ostensiva da Operação Alcance foi deflagrada pela PF em 1º de setembro de 2021, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em quatro unidades da Federação. Após a conclusão do inquérito, o MPRO ofereceu denúncia em 10/12/2021, recebida pela Justiça em 17 de dezembro do mesmo ano. O GAECO atuou na persecução penal e no acompanhamento da ação judicial até a sentença.

A denúncia abrangia 45 pessoas. Nesta etapa, foram julgados 37 réus, dos quais 15 foram condenados por pelo menos um dos crimes imputados.

O MPRO recorrerá das absolvições e dos demais pontos da sentença em que não houve acolhimento integral da acusação.

A atuação conjunta do Ministério Público e da Polícia Federal resultou na responsabilização de integrantes de uma estrutura criminosa dedicada à circulação e à ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas, reafirmando o compromisso institucional com o combate ao crime organizado e à lavagem de capitais.

Fonte: MP/RO

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