Política
Deputada Cristiane Lopes pede ações urgentes para minimizar impactos das cheias em Rondônia

Diante da grave situação das cheias em Rondônia, a Deputada Federal Cristiane Lopes encaminhou, na última semana, ofícios aos Ministérios dos Transportes e da Integração e Desenvolvimento Regional solicitando medidas emergenciais para minimizar os transtornos causados à população.
Entre as reivindicações, está o alteamento da BR-425, principalmente no trecho do Km 30, próximo à ponte do Rio Araras, e o envio de ajuda humanitária para as famílias desabrigadas em Porto Velho.
“Todos os anos, a elevação das águas do Rio Madeira causa inundações e bloqueia a BR-425, afetando o transporte e a mobilidade da população. Agora, com o nível do rio já acima dos 16 metros e previsão de subir ainda mais, a situação se agrava”, comentou.
A interdição da BR-425 pela Polícia Rodoviária Federal no último dia 24 de março reforça a necessidade de obras para evitar novos alagamentos na rodovia, que é uma via essencial para o deslocamento entre Porto Velho e Guajará-Mirim.
Além disso, a Prefeitura de Porto Velho já decretou Situação de Emergência devido às inundações, o que exige o reconhecimento federal para que o município possa acessar recursos e receber apoio da Defesa Civil Nacional.
Cristiane Lopes segue acompanhando a situação de perto e reafirma seu compromisso em buscar soluções para minimizar os impactos das cheias na região.
“Centenas de famílias estão desabrigadas e precisam de apoio imediato. Por isso, estou cobrando do Governo Federal ações urgentes para garantir assistência à nossa gente e evitar mais prejuízos”, concluiu.
Fonte: Assessoria
Política
CCJ do Senado adia análise de novo Código Eleitoral

O projeto de lei complementar que unifica todas as leis que tratam de eleições em uma única legislação, com quase 900 artigos, teve a leitura adiada nesta quarta-feira (2), a pedido dos senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para terem mais tempo para analisar o tema.
A leitura do PLP 112, de 2021, foi adiada para o dia 7 de maio, após a realização de três audiências públicas, com a votação na CCJ prevista para o dia 14 de maio. Para valer nas eleições de 2026, o projeto deve ser aprovado até outubro.
O PLP unifica sete legislações eleitorais e trata de temas como:
- participação feminina na política;
- fiscalização das urnas eletrônicas;
- prazo de 8 anos de inelegibilidade da Lei de Ficha Limpa;
- uso de fake news e disparo de mensagens em massa;
- quarentena para militares, magistrados e policiais se candidatarem;
- propaganda eleitoral na internet;
- prestação de contas, entre outros assuntos.
Mulheres
O relator da matéria, senador Marcelo Castro (MDB/PI), apresentou nesta quarta-feira uma complementação de voto fixando cota para mulheres nas casas legislativas a 20%, no mínimo.
“Mantivemos a obrigatoriedade da reserva de candidaturas no art. 145, mas estabelecemos que, no período de 20 anos após a edição da lei que ora se pretende aprovar, durante o qual vigorará a reserva de vagas, os partidos não serão penalizados com o indeferimento da chapa caso não consigam preencher o percentual mínimo de candidaturas, desde que as vagas remanescentes fiquem vazias”, defende Marcelo Castro em seu relatório.
A complementação do voto define ainda que, a cada duas eleições gerais, será avaliada a reserva de vagas para mulheres, “com o fim se verificar a efetividade da política de ação afirmativa e a necessidade de aumento do percentual de vagas reservadas para mulheres”.
A senadora Augusta Brito (PT/CE) disse que é preciso estudar se as mudanças representam, ou não, um retrocesso.
“No momento, ainda tenho dúvidas se o que está no relatório não é um retrocesso em relação à participação feminina, ou se é um avanço”, comentou.
Urnas e fake news
O projeto de lei estabelece que compete ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disciplinar as etapas para a votação, garantindo o direito de fiscalização “aos partidos políticos, às coligações, aos candidatos, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil, à Defensoria Pública e à sociedade civil organizada que se fizerem presentes ou representados”. Prevê também a participação das Forças Armadas na fiscalização.
O título III do projeto estabelece os crimes de divulgação de fatos inverídicos, as chamadas fake news, com prisão de 1 a 4 anos, mais multa, aos candidatos que divulgarem ou compartilharem “fatos sabendo ou devendo saber serem inverídicos”.
A proposta ainda proíbe o disparo em massa de conteúdos nas plataformas digitais. “A utilização de disparos em massa para divulgar posicionamento pessoal ou conteúdo político-eleitoral não constitui livre manifestação democrática”, define a proposta.
O projeto, no entanto, permite o impulsionamento para divulgação de candidatos a partir do início do ano eleitoral “com valor limitado a 10% do limite de gastos do cargo pretendido”.
Quarentena e inelegibilidade
O projeto ainda disciplina o prazo para agentes públicos deixarem suas funções para se candidatarem, fixando em 2 de abril do ano da eleição para ministros de Estado, governadores e prefeitos, entre outros cargos.
No caso de magistrados ou membros do Ministério Público, policiais federais e civis e militares, tanto da União como dos estados, o prazo da quarentena é fixado em 4 anos antes da eleição que pretende concorrer.
A proposta ainda fixa o prazo máximo de inelegibilidade para cargos políticos em 8 anos, o que inclui aqueles condenados com base na Lei da Ficha Limpa.
“Em quaisquer das hipóteses previstas neste artigo, a inelegibilidade não ultrapassará o prazo de 8 (oito) anos”, define o texto. Atualmente, o prazo varia de acordo com decisão do Poder Judiciário.
Fonte: Agência Brasil
Política
Câmara aprova Lei da Reciprocidade Comercial e texto vai à sanção

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 2.088/2023, que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial.
O texto do PL já havia sido aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e no plenário do Senado, por unanimidade.
O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais. O anúncio do novo tarifaço, realizado mais cedo pelo líder norte-americano, incluiu uma nova sobretaxa de 10% sobre produtos brasileiros.
Durante toda a tarde, enquanto a matéria estava sendo debatida, o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, apresentou requerimentos de obstrução das votações para pressionar pelo Projeto de Lei da Anistia.
Porém, um acordo entre todas as bancadas, do governo à oposição, resultou na retirada de todos os destaques para atrasar a matéria, que acabou sendo aprovada por unanimidade, em votação simbólica. Em troca, a ordem do dia da Câmara foi suspensa, e projetos que estavam na pauta de votação do plenário serão analisados nas próximas sessões.
“Nas horas mais importantes não existe um Brasil de esquerda ou um Brasil de direita. Existe apenas o povo brasileiro. E nós, representantes do povo, temos de ter a capacidade de defender o povo acima de nossas diferenças”, declarou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que presidiu toda a votação.
Reciprocidade
O Artigo 1º do Projeto de Lei da Reciprocidade comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.
A lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.
No Artigo 3º, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.
O prazo para que seja sancionada pelo presidente da República e entre definitivamente em vigor são 15 dias úteis após a aprovação.
Fonte: Agência Brasil
Política
Cristiane Lopes destina 360 mil para ampliar atendimento aos Autistas em Rondônia
Deputada reforça compromisso com a causa no Dia Mundial de Conscientização do Autismo

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril, a deputada federal Cristiane Lopes reafirmou seu compromisso com a causa ao visitar a Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia (AMA-RO).
Durante a visita, a parlamentar anunciou a destinação de R$ 360 mil em emenda parlamentar para a ampliação da sede da instituição, garantindo mais estrutura para o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). “A jornada de quem tem um filho autista pode ser extremamente desafiadora, mas juntas podemos construir uma sociedade mais acolhedora e compreensiva”, destacou.
A AMA-RO tem um papel essencial no suporte a crianças, jovens e adultos com TEA, oferecendo atendimento terapêutico, educacional e social. Com o novo investimento, a instituição poderá expandir suas atividades, aumentando o número de vagas e criando novos projetos, como uma oficina de corte e costura e um laboratório multimídia e de robótica, alinhados ao projeto PCD + Mães Atípicas, também de autoria da deputada.
A presidente da AMA-RO, Nilza Maria Ferreira, destacou a importância do recurso para a continuidade e ampliação dos serviços. “Toda a nossa gratidão pelo empenho e dedicação da deputada Cristiane Lopes às necessidades das famílias atípicas. Esse investimento chega num momento essencial para fortalecer nossa missão e garantir mais inclusão”.

O compromisso de Cristiane Lopes com a causa vai além das emendas parlamentares. A deputada é autora da Frente Parlamentar de Apoio às Mães Atípicas e de projetos de lei que ampliam os direitos e garantias das famílias atípicas, como o PL 561/2024, que cria a Semana Nacional da Maternidade Atípica, e o PL 4942/2023, que assegura atendimento psicológico gratuito pelo SUS para mães atípicas.
“Seguirei firme nessa luta, pois entendo a importância de garantir condições dignas para as pessoas com TEA e suas famílias. Nosso trabalho é constante, e com a união de esforços poderemos construir um futuro mais justo e inclusivo para todos”, concluiu.
Fonte: Assessoria
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