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Polícia

Homem é morto a tiros enquanto consertava bicicleta em Porto Velho

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Na tarde desta segunda-feira (24/03), um homem identificado como Ricardo Silva de Paiva Neto foi assassinado a tiros na avenida Plácido de Castro, no bairro Mariana, zona leste de Porto Velho(RO).

De acordo com informações preliminares, a vítima estava em uma vila de apartamentos realizando o conserto de uma bicicleta quando um suspeito se aproximou e efetuou pelo menos dois disparos de arma de fogo. Após o crime, o atirador fugiu do local.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e compareceu à cena do crime, mas ao chegar constatou que Ricardo já estava sem vida. Policiais militares do 5º Batalhão estiveram no local registrando a ocorrência e colhendo informações para auxiliar nas investigações.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da capital, que agora trabalha para identificar e prender os envolvidos no crime.

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Polícia

Homem é executado com facada no peito em via pública

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Um homem foi assassinado na tarde desta segunda-feira (20) na Rua João Paulo I, no bairro Novo Horizonte, nas proximidades dos condomínios da Caixa, em Porto Velho.

De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a vítima foi atingida por um golpe de faca na região do peito. As circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas, mas relatos iniciais apontam que o homicídio pode ter ocorrido após um desentendimento.

Moradores encontraram o homem caído na via e acionaram a Polícia Militar. Na sequência, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi enviada ao local, porém os socorristas apenas confirmaram que a vítima já estava sem vida.

A área foi isolada pela Polícia Militar para preservar a cena do crime até a realização dos trabalhos da perícia técnico-científica. Após a conclusão dos procedimentos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A Polícia Civil abriu investigação para identificar o autor do homicídio, esclarecer a motivação do crime e reconstruir a dinâmica dos fatos.

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Polícia

Mãe é indiciada por morte de bebê de 10 meses

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A Polícia Civil do Ceará concluiu a investigação relacionada ao caso da bebê de 10 meses que morreu em Fortaleza (CE). Mãe da menina Helena, Ysabelle Rodrigues foi indiciada pela morte da criança.

Em nota, a Polícia Civil informou que, após a investigação e emissão do laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), o inquérito foi concluído e pediu o indiciamento de duas pessoas.

  • A mãe de Helena, de 29 anos, pelo crime de homicídio culposo comissivo por omissão;
  • Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26, pelo crime de homicídio culposo. Ele é primo de Francisco Ray, de 22, “ficante” de Ysabelle. Francisco não foi indiciado.

Defesa de Ysabelle Rodrigues

A defesa da mãe de Helena, por meio do advogado Weryd Simões, afirmou que o indiciamento da cliente é um “grave equívoco na condução deste inquérito policial”.

“Trata-se da mesma investigação que, antes de esclarecer os fatos, promoveu a prisão de pessoas inocentes, arruinou reputações, submeteu cidadãos à exposição pública e colocou vidas em risco, circunstâncias que serão oportunamente demonstradas nos autos”, diz a nota.

O advogado aponta, ainda, que acredita na condução do processo e destaca que o indiciamento não significa a condenação. “A defesa está convicta de que o Ministério Público do Estado do Ceará realizará uma análise técnica, criteriosa e independente dos elementos constantes dos autos e, se necessário, o Poder Judiciário restabelecerá a correta aplicação da Justiça”, pondera.

Weryd Simões pontua, também, que o indiciamento de Ysabelle imputa à mulher um sofrimento ainda maior, para além da morte da filha.

“Ao atribuir à mãe da bebê responsabilidade criminal pela morte da própria filha, tenta-se impor a ela um sofrimento ainda maior. A mais severa das penas já lhe foi imposta pela própria vida: a perda irreparável de sua filha, de apenas 10 meses. Não existe sanção mais cruel do que a dor de uma mãe que sepulta o própria filha. Essa é uma pena perpétua, irreversível e impossível de ser mensurada, que ela já suporta todos os dias”, ressalta o defensor da mãe de Helena.

Defesa de Francisco Ray

A defesa de Francisco Ray, preso após a morte da menina, destacou que desde o início o cliente alegou inocência. 

“Ele não foi indiciado por nenhuma prática de crime que tenha culminado no falecimento da criança Helena, como esta defesa sempre sustentou desde o início”, declarou Gleicy. A advogada afirmou que os dois indiciados no caso deverão responder pelo crime de homicídio culposo.

“Francisco Ray colaborou integralmente com a apuração dos fatos, permaneceu à disposição das autoridades”, diz em nota enviada ao Metrópoles.

A advogada também afirmou que Francisco está profundamente abalado com os recentes acontecimentos, marcados por uma “forte exposição pública” e pelo “julgamento antecipado ao qual foi submetido”. A defesa declarou que avaliará as medidas legais cabíveis para a responsabilização pelos prejuízos que o cliente sofreu em decorrência da prisão e da imputação indevida do crime.

O Metrópoles não localizou a defesa de Roberto Levy Oliveira Magalhães. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.

Entenda o caso

  • Helena morreu no último dia 13 de julho, após ser levada pela mãe a um hospital de Fortaleza;
  • Segundo relato prestado à polícia, Ysabelle Rodrigues afirmou que decidiu procurar atendimento médico ao perceber que a filha passava mal durante uma festa em um apartamento;
  • Em depoimento, Ysabelle afirmou que conheceu Francisco Ray Magalhães poucos dias antes do crime;
  • Segundo ela, antes do ocorrido, participou de uma festa de aniversário do avô e do tio dele;
  • Depois, foi convidada para uma confraternização em um apartamento no bairro Dionísio Torres;
  • A mãe relatou que dormia em uma rede com Helena, mas decidiu levá-la para um quarto porque a criança estaria tossindo por causa do ar-condicionado;
  • Nesse momento, disse ter discutido com Roberto Levy e, em seguida, afirmou que “apagou”. Quando acordou, percebeu que a filha estava em outra posição;
  • Segundo o depoimento, ela viu Roberto Levy sobre a criança, o empurrou e saiu correndo para pedir ajuda. Naquele momento, acreditava que Helena havia se engasgado.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Bebê de 10 meses é abandonada em frente a residência

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Uma bebê de apenas 10 meses foi encontrada sozinha em frente ao portão de uma residência em Vale do Paraíso, município localizado a cerca de 36 quilômetros de Ouro Preto do Oeste. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e do Conselho Tutelar e agora é investigado pela Polícia Civil.

Segundo as informações apuradas, a criança teria sido deixada no local pela própria mãe, que saiu sem comunicar familiares ou qualquer responsável sobre a presença da bebê. A menina foi encontrada pelo tio paterno, que se preparava para sair de casa quando percebeu a criança desacompanhada na calçada. Imediatamente, ele a acolheu e entrou em contato com o pai da bebê.

Após ser informado da situação, o pai acionou o Conselho Tutelar, que enviou conselheiras ao endereço para prestar atendimento. Em um primeiro momento, a criança ficou sob os cuidados da avó paterna e, posteriormente, conforme informado pelas autoridades, foi encaminhada para um abrigo do município, onde permanecerá sob proteção até a definição das medidas cabíveis.

Durante o registro da ocorrência, o pai apresentou à Polícia Militar uma medida protetiva expedida pela Justiça. Conforme o documento, a mãe estava proibida de se aproximar tanto do ex-companheiro quanto da própria filha.

Diante desse cenário, além da apuração sobre o possível abandono de incapaz, o caso também envolve a suspeita de descumprimento de decisão judicial. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, que ficará responsável por investigar as circunstâncias do fato e adotar as providências legais.

Por envolver uma criança e um processo que tramita sob segredo de Justiça, as identidades dos envolvidos não foram divulgadas, em respeito às normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e à legislação que protege a privacidade das partes em ações de natureza familiar.

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