Polícia
Em um ano, 245 colisões de veículos em postes são registradas em Rondônia
O número de colisões de veículos em postes de energia elétrica em Rondônia chegou a 245 no último ano, mais que em 2023, quando foram registrados 113 casos. A Energisa alerta que, além dos riscos à vida, essas colisões geram interrupção no fornecimento de energia nas residências, escolas, comércios e hospitais, além de causar diversos transtornos no trânsito.
Os números correspondem a acidentes que causaram danos a estruturas da rede elétrica, tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais dos municípios atendidos pela Energisa. Nessas ocorrências, carros e caminhões atingiram postes e ainda danificaram cabos, equipamentos e demais estruturas da rede, impactando o fornecimento de energia para clientes das proximidades.
“A preocupação da Energisa não é apenas com os danos à rede elétrica. É com a segurança da população. São vidas em risco de diversas formas por conta de um acidente que, muitas vezes, poderia ser evitado”, afirma Claudinês Duarte, técnico de segurança da Energisa.
Orientações em caso de acidentes
O técnico de segurança da Energisa em Rondônia explica que, no caso de acidentes, existem algumas orientações que devem ser seguidas para evitar problemas ainda maiores, como acidentes elétricos.
“Sempre que possível, deve-se evitar sair do veículo nestes casos, pois pode haver risco de choque elétrico, uma vez que podem existir cabos sobre o veículo ou próximos não visualizados pela vítima. Além do Samu e do Corpo de Bombeiros, é imprescindível que a Energisa seja imediatamente acionada para realizar todos os procedimentos com segurança. Quem for prestar socorro, deve também ficar afastado do veículo e acionar a Energisa”, explica Duarte.
Outra orientação é sempre estar atento ao trânsito, o que pode evitar acidentes deste tipo. “Se o condutor estiver atento e dentro do limite de velocidade permitido nas vias, as chances de se envolver em um acidente com poste caem consideravelmente. Sempre orientamos que os cuidados sejam redobrados em curvas também”, lembra.
Canais de atendimento
Em caso de urgência envolvendo a rede elétrica, avise a Energisa. O atendimento pode ser realizado site, aplicativo Energisa On, WhatsApp Gisa, pelo telefone (69) 99358 9673, ou pelo telefone 0800 647 0120.
Polícia
Família procura jovem desaparecida e pede ajuda da população
Familiares de Emilly Braga Cordeiro estão à procura da jovem, que está desaparecida desde o último domingo. Sem notícias sobre seu paradeiro, parentes e amigos intensificaram a divulgação do caso e pedem a colaboração da população para ajudar nas buscas.
Segundo informações da família, Emilly foi vista pela última vez na região da Linha 86, nas proximidades de um rio. Desde então, ela não manteve mais contato, aumentando a preocupação de familiares, que seguem em busca de qualquer informação que possa contribuir para sua localização.
Quem tiver visto a jovem ou souber de algum detalhe sobre seu paradeiro pode entrar em contato pelo telefone (69) 99372-3554. A família destaca que qualquer informação, por mais simples que pareça, pode ser importante para auxiliar nas buscas.
Além disso, os familiares pedem que a divulgação do desaparecimento seja compartilhada para ampliar o alcance das informações e aumentar as chances de encontrar Emilly o quanto antes.
Caso alguém possua informações concretas sobre a localização da jovem, a orientação é comunicar imediatamente a família e também acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou a Polícia Civil.
Polícia
Mulher que confessou matar a filha é encontrada morta em cela de delegacia
A morte de uma mulher de 27 anos, presa após confessar o assassinato da própria filha, de 1 ano e 8 meses, passou a ser investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso. Ela foi encontrada sem vida na cela da Delegacia de Juara, município localizado a cerca de 690 quilômetros de Cuiabá, na sexta-feira (17).
A mulher havia sido detida durante as investigações sobre o desaparecimento da criança, que não era vista há aproximadamente dois anos. O caso ganhou novos rumos depois que o pai da menina procurou a Justiça para regularizar o direito de visitas e tratar da pensão alimentícia, levantando dúvidas sobre o paradeiro da filha.
Inicialmente, a suspeita informou aos investigadores que havia entregue a criança, em janeiro de 2024, a uma pessoa desconhecida que moraria em Campinas, no interior de São Paulo. No entanto, a versão apresentada não foi confirmada e acabou sendo contestada durante a investigação.
Posteriormente, acompanhada por seu advogado, ela prestou um novo depoimento e confessou ter tirado a vida da filha. Segundo relatou, utilizou um saco plástico para provocar a asfixia da criança e, depois, enterrou o corpo em uma cova rasa nos fundos da propriedade rural onde vivia com familiares.
Após a confissão, a suspeita levou os policiais até o local onde afirmou ter ocultado o corpo. Equipes da Polícia Civil e da Politec realizaram buscas na área indicada, mas, até o momento, os restos mortais da criança ainda não foram encontrados. Conforme os investigadores, as condições do terreno dificultam as escavações, embora a área continue sendo considerada o principal ponto de interesse das buscas.
Uma das linhas investigativas aponta que o crime pode ter sido motivado por desentendimentos envolvendo o ex-companheiro da suspeita, pai da criança. A hipótese, entretanto, ainda depende da conclusão das investigações.
Além de esclarecer a morte da menina, a Polícia Civil também instaurou um novo inquérito para apurar as circunstâncias da morte da mulher, encontrada sem vida enquanto permanecia presa na delegacia. Os exames periciais deverão indicar a causa do óbito.
Polícia
Polícia Civil procura mulher foragida da Justiça em Rondônia
A Polícia Civil de Rondônia divulgou um pedido de colaboração da população para localizar Tatiane dos Santos Jacob, que é considerada foragida da Justiça e possui um mandado de prisão em aberto.
De acordo com a corporação, as investigações conduzidas pela Delegacia Regional de Ariquemes não conseguiram localizar a suspeita, que permanece sendo procurada pelas forças de segurança.
A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa contribuir para a localização de Tatiane seja repassada por meio dos canais oficiais de denúncia. As informações podem ser comunicadas pelos telefones 197 ou 190, além do WhatsApp (69) 3216-8940.
O mandado de prisão está registrado sob o número 7021175-96.2024.8.22.0002. A corporação reforça que todas as denúncias são tratadas com absoluto sigilo e destaca que a colaboração da população pode ser fundamental para auxiliar nas investigações e no cumprimento da ordem judicial.
Fonte: Polícia Civil
