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Polícia

Pecuarista encontrado morto em RO noivou recentemente e tinha sonho de ser pai

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“Tínhamos o sonho de nos tornar pais. No final do ano passado ficamos noivos durante uma viagem”, conta Silvia Santos, noiva de José Cacio de Oliveira, o pecuarista que foi encontrado morto na zona rural de Cacaulândia (RO) no último domingo (16). As hipóteses policiais são homicídio ou latrocínio.

O caso: José Cacio estava desaparecido desde o dia 3 de fevereiro e seu corpo foi encontrado boiando no rio Canaã. A polícia informou que a vítima foi rendida por criminosos e teve a caminhonete roubada. Até o momento, quatro suspeitos foram presos e outros dois continuam foragidos.

Em entrevista, Silvia Santos relata que o noivo era um homem trabalhador, admirado e querido por amigos e familiares.

“Para os amigos era o parceiro que gostava de receber os amigos no rancho, de beber uma cervejinha, assar uma carne. Amava fazer galope, um prato típico com frango caipira e miúdo de porco. Ele amava pescar”, conta.

Sempre dedicado, em setembro do ano passado, José Cacio deu à Silvia uma viagem como presente de aniversário. José tinha planos de construir uma vida ao lado dela e nos últimos meses o casal planejava oficializar a união e ter filhos.

“Morávamos juntos e noivamos em dezembro, já que queríamos casar em julho. Ele queria seguir todos os protocolos para ficar tudo certinho. Apesar de ser da área rural ele era romântico. Queria fazer todos os trâmites”

José Cacio de Oliveira foi sepultado na última segunda-feira (17) em um cemitério na cidade de Monte Negro (RO), a 250 km da capital Porto Velho. Para Silvia, a morte do noivo é como ter um sonho interrompido.

“Hoje em dia você achar um parceiro de vida que queira viver com você, te respeitar, te valorizar e ter uma família com você está em extinção. Então me sentia abençoada. Ele era o homem que pedi pra Deus em oração por anos. Perdi tudo. Meu sonho de Cinderela alguém interrompeu”, finaliza Silvia.

Suspeito foragido

Segundo a polícia, durante as investigações quatro homens foram apontados como suspeitos de participação no crime. Uma arma de fogo e munições foram apreendidas. A caminhonete de José Cacio foi encontrada abandonada na cidade de Guajará-Mirim (RO). Dois homens seguem sendo procurados pela polícia por envolvimento no crime.

A polícia divulgou nas redes sociais a foto do principal suspeito, Natanael Lemes Santos. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelos telefones 197, (69) 3216-8940 e 190. O crime está sendo investigado sob duas linhas: homicídio e latrocínio (roubo seguido de morte).

Fonte: G1

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Polícia

Homem tenta matar idoso com garrafa quebrada e acaba preso

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Um homem identificado como Joelson D.S.R., conhecido pelo apelido de “Pepeu”, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (20), suspeito de tentar matar um idoso durante um ataque ocorrido no município de Nova União, em Rondônia.

Segundo informações da Polícia Militar, a vítima, identificada pelas iniciais G.L., descansava sob uma árvore quando foi surpreendida pelo agressor. O suspeito teria atingido o idoso na cabeça com uma garrafa, fazendo com que ele caísse no chão. Em seguida, a garrafa foi quebrada e os cacos de vidro utilizados para desferir golpes na região do pescoço da vítima, provocando diversos ferimentos.

O ataque só foi interrompido após a intervenção de uma mulher, tia do suspeito e esposa da vítima, que empurrou o agressor e evitou que as agressões continuassem. Antes de fugir, Joelson ainda teria jogado a garrafa quebrada dentro de uma fossa. O idoso foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal para atendimento médico.

Assim que recebeu as informações sobre o crime, a Polícia Militar iniciou buscas pela cidade. Com o apoio de testemunhas, os policiais conseguiram localizar o suspeito nas proximidades do local da ocorrência.

De acordo com a corporação, Joelson apresentava comportamento bastante alterado no momento da abordagem. Diante da possibilidade de fuga e de resistência, os militares utilizaram técnicas de uso progressivo da força para contê-lo.

Após receber voz de prisão, o suspeito foi levado à Delegacia da Polícia Civil de Mirante da Serra, onde permaneceu à disposição da Justiça e foram adotadas as medidas legais cabíveis.

Conforme informações obtidas pela polícia, Joelson possui antecedentes por tentativa de homicídio e já teria cumprido pena pelo mesmo tipo de crime, em um caso envolvendo os próprios avós. Ainda segundo relatos, ele faz uso de medicação controlada e, quando interrompe o tratamento e consome bebida alcoólica, apresenta episódios de surto e comportamento agressivo.

Moradores do município afirmam que o caso exige acompanhamento especializado e defendem que o suspeito seja encaminhado para tratamento de saúde mental, caso venha a responder ao processo em liberdade.

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Polícia

Família procura jovem desaparecida e pede ajuda da população

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Familiares de Emilly Braga Cordeiro estão à procura da jovem, que está desaparecida desde o último domingo. Sem notícias sobre seu paradeiro, parentes e amigos intensificaram a divulgação do caso e pedem a colaboração da população para ajudar nas buscas.

Segundo informações da família, Emilly foi vista pela última vez na região da Linha 86, nas proximidades de um rio. Desde então, ela não manteve mais contato, aumentando a preocupação de familiares, que seguem em busca de qualquer informação que possa contribuir para sua localização.

Quem tiver visto a jovem ou souber de algum detalhe sobre seu paradeiro pode entrar em contato pelo telefone (69) 99372-3554. A família destaca que qualquer informação, por mais simples que pareça, pode ser importante para auxiliar nas buscas.

Além disso, os familiares pedem que a divulgação do desaparecimento seja compartilhada para ampliar o alcance das informações e aumentar as chances de encontrar Emilly o quanto antes.

Caso alguém possua informações concretas sobre a localização da jovem, a orientação é comunicar imediatamente a família e também acionar a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou a Polícia Civil.

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Mulher que confessou matar a filha é encontrada morta em cela de delegacia

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A morte de uma mulher de 27 anos, presa após confessar o assassinato da própria filha, de 1 ano e 8 meses, passou a ser investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso. Ela foi encontrada sem vida na cela da Delegacia de Juara, município localizado a cerca de 690 quilômetros de Cuiabá, na sexta-feira (17).

A mulher havia sido detida durante as investigações sobre o desaparecimento da criança, que não era vista há aproximadamente dois anos. O caso ganhou novos rumos depois que o pai da menina procurou a Justiça para regularizar o direito de visitas e tratar da pensão alimentícia, levantando dúvidas sobre o paradeiro da filha.

Inicialmente, a suspeita informou aos investigadores que havia entregue a criança, em janeiro de 2024, a uma pessoa desconhecida que moraria em Campinas, no interior de São Paulo. No entanto, a versão apresentada não foi confirmada e acabou sendo contestada durante a investigação.

Posteriormente, acompanhada por seu advogado, ela prestou um novo depoimento e confessou ter tirado a vida da filha. Segundo relatou, utilizou um saco plástico para provocar a asfixia da criança e, depois, enterrou o corpo em uma cova rasa nos fundos da propriedade rural onde vivia com familiares.

Após a confissão, a suspeita levou os policiais até o local onde afirmou ter ocultado o corpo. Equipes da Polícia Civil e da Politec realizaram buscas na área indicada, mas, até o momento, os restos mortais da criança ainda não foram encontrados. Conforme os investigadores, as condições do terreno dificultam as escavações, embora a área continue sendo considerada o principal ponto de interesse das buscas.

Uma das linhas investigativas aponta que o crime pode ter sido motivado por desentendimentos envolvendo o ex-companheiro da suspeita, pai da criança. A hipótese, entretanto, ainda depende da conclusão das investigações.

Além de esclarecer a morte da menina, a Polícia Civil também instaurou um novo inquérito para apurar as circunstâncias da morte da mulher, encontrada sem vida enquanto permanecia presa na delegacia. Os exames periciais deverão indicar a causa do óbito.

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