Política
Governadores criticam decreto do Governo sobre o uso da força pelas Polícias
O decreto federal que estabelece diretrizes para o uso da força por agentes de segurança tem gerado polêmica entre os governadores.
Alguns líderes estaduais avaliam que as normas para orientar a atuação policial durante abordagens já são aplicadas nos estados e consideram o decreto uma tentativa de interferência do governo federal em questões de competência estadual.
Governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná criticaram a medida em notas oficiais, afirmando que ela compromete a autonomia dos estados no gerenciamento das forças de segurança pública.
Por outro lado, governadores do Nordeste defenderam o decreto, argumentando que ele estabelece parâmetros importantes para coibir abusos e garantir a proteção dos cidadãos.
A discussão ganhou novos contornos com a declaração do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que criticou uma portaria publicada pelo Ministério da Justiça para investigar abordagens policiais em Rondônia. Segundo Caiado, o foco do ministério está equivocado:
“Porto Velho está completamente tomada por faccionados, e o ministro segue discutindo regras como se estivesse tratando da segurança pública na Suécia.”
O governo federal, por sua vez, afirma que o decreto busca reforçar a padronização e evitar excessos nas ações policiais, especialmente após episódios de violência que repercutiram nacionalmente no final do ano passado.
Política
Lula esteve com Vorcaro em encontro fora da agenda em dezembro de 2024
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em dezembro de 2024, num encontro fora da agenda oficial. Também participou da reunião o à época indicado à presidência do Banco Central, Gabriel Galípolo.
A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles e confirmada pela CNN. No encontro, Lula teria ouvido de Vorcaro relatos sobre a situação operacional do Banco Master. Conforme a CNN apurou, no encontro, Lula teria dito que as questões apresentadas pelo banqueiro eram técnicas e deviam ser direcionadas ao Banco Central.
A reunião teria sido articulada por Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff (PT). Mantega havia pedido uma reunião com o chefe do gabinete pessoal do presidente da República, Marco Aurélio Marcola, e chegou ao encontro com Vorcaro e o ex-CEO do Banco Master Augusto Lima. Após o despacho, o ex-ministro, junto com Vorcaro e Augusto Lima, tiveram uma conversa com Lula.
Em novembro de 2025, o BC decretou a liquidação extrajudicial do Master, meses após a tentativa de compra de parte da instituição financeira de Vorcaro pelo Banco de Brasília (BRB). Na ocasião, a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes financeiras cometidas pelo Master.
A CNN entrou em contato com o Palácio do Planalto, mas até o momento não obteve resposta sobre o motivo do encontro não ter constado na agenda oficial do presidente.
Fonte: CNN Brasil
Política
Léo Moraes anuncia pré-candidatura do delegado Flori ao Governo de Rondônia
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, anunciou publicamente a pré-candidatura do prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, ao Governo de Rondônia nas eleições de 2026. A confirmação ocorreu durante um evento institucional realizado na sede da OAB Rondônia, no último fim de semana.
A fala de Léo Moraes marcou a primeira sinalização oficial do partido Podemos sobre o nome de Flori Cordeiro como possível candidato ao Palácio Rio Madeira. O anúncio foi feito na presença de autoridades, lideranças políticas e representantes da sociedade civil.
Durante o pronunciamento, Léo destacou a atuação administrativa de Flori à frente da Prefeitura de Vilhena, mencionando resultados positivos em setores estratégicos, com ênfase na saúde. Para o prefeito da capital, a experiência administrativa e a capacidade de diálogo credenciam Flori para disputar o comando do Estado.
Léo Moraes também enfatizou o perfil conciliador e articulador do prefeito vilhenense, afirmando que ele possui reconhecimento político e institucional, fatores considerados decisivos para um projeto estadual competitivo.
Ao final, o prefeito de Porto Velho reforçou que o Podemos discute ativamente o cenário eleitoral de 2026 e busca fortalecer nomes com densidade política e potencial de crescimento, consolidando a legenda como protagonista no processo eleitoral rondoniense.
Política
AROM convoca prefeitos para pressionar ALE/RO pela votação da Transação Tributária nesta segunda-feira (26)
A Associação Rondoniense de Municípios (AROM) convoca prefeitos, prefeitas, vereadores(as) e gestores municipais de todo o estado para uma mobilização conjunta nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, com o objetivo de pressionar a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO) a pautar e votar o projeto de Transação Tributária, considerado estratégico para a recuperação de receitas municipais.
A concentração está marcada para às 13h30, na sede da AROM, localizada em frente ao Centro Político Administrativo (CPA). Em seguida, os gestores seguirão juntos até a Assembleia Legislativa para acompanhar a sessão plenária das 15h e reforçar, de forma organizada e institucional, a urgência da apreciação da matéria.
O foco da mobilização é sensibilizar o presidente da ALE/RO, deputado Alex Redano, para que o projeto seja pautado e apreciado ainda hoje, permitindo sua votação em plenário. Segundo a AROM, a proposta representa uma das mais relevantes pautas municipalistas dos últimos anos, por possibilitar a recuperação de créditos tributários de grandes devedores que hoje se encontram judicializados há anos.
A entidade destaca que a aprovação do projeto permitirá que recursos atualmente parados na Justiça sejam transformados em receita efetiva para o Estado e para os municípios, que possuem participação constitucional nos valores arrecadados com ICMS, IPVA e ITCD. Esses recursos são considerados fundamentais para garantir investimentos em áreas essenciais, como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.
A Transação Tributária é uma pauta histórica da AROM, defendida desde 2019, resultado de audiências públicas, mobilizações institucionais, diálogo com o Governo do Estado, com a Assembleia Legislativa e com o setor produtivo. O atual projeto é fruto da evolução jurídica do tema e segue modelos mais modernos, seguros e eficientes de recuperação de créditos públicos.
Segundo a AROM, o momento é decisivo. O ano de 2026 se inicia em um cenário de queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), aumento das despesas obrigatórias e avanço de projetos que ampliam encargos aos municípios sem a devida compensação financeira. Diante desse contexto, a recuperação dessas receitas é considerada essencial para preservar o equilíbrio fiscal das prefeituras e a continuidade dos serviços públicos.
A entidade reforça que a presença dos gestores municipais é fundamental para demonstrar unidade, força política e o compromisso do movimento municipalista com soluções estruturantes para Rondônia. Prefeitos de diversas regiões do estado já confirmaram presença na mobilização.
Assessoria
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