Polícia
Polícia Militar apreende menor com 30 kg de drogas
Um menor foi apreendido e um homem de 48 anos foi preso pela Polícia Militar de Rondônia no Porto do Pérola, no município de Guajará-Mirim, Rondônia, por volta das 7 horas de hoje, 7 de janeiro de 2025, com cerca de 30 kg de entorpecentes. A PM informou que visualizou dois indivíduos saindo de um porto clandestino conhecido como “Porto do Pérola”, cada qual carregando uma caixa. Diante da atitude suspeita, foi iniciada a abordagem policial, momento em que os indivíduos abandonaram as caixas no chão.
Foram encontrados 20 tabletes de substância análoga à maconha, totalizando 22,200kg; 5 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, totalizando 5,200 kg; e 2 tabletes de substância análoga à cocaína, totalizando 2,10 kg. O peso total das substâncias foi de 30,200 kg.
O menor permaneceu no local, enquanto o outro tentou se evadir em direção ao barranco do Rio Mamoré. O suspeito que permaneceu foi identificado como o menor de 16 anos, o qual alegou desconhecer o conteúdo da caixa que transportava, afirmando apenas que estava carregando o objeto. Após verificação preliminar, constatou-se que as caixas continham substâncias entorpecentes.
A guarnição seguiu em busca do segundo suspeito, sendo localizado a cerca de 100 metros do local na beira do barranco do Rio Mamoré. Ao ser questionado, afirmou ter sido contratado apenas para transportar as caixas até as proximidades de uma empresa no lado brasileiro e que um determinado sujeito estaria esperando para ele entregar a droga.
Além disso, foi apreendido um aparelho celular em posse do menor. Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão, sendo-lhes garantidos os direitos constitucionais. Ambos foram conduzidos à sede da Polícia Federal, onde foram apresentados juntamente com as substâncias apreendidas e o material probatório. O menor teve sua apresentação à Delegacia de Polícia Civil para os trâmites relacionados ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Polícia
Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio
Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.
Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.
Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.
A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.
As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.
De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.
O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.
Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.
A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.
O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.
Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.
A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.
Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Mãe de bebê morto em explosão também não resiste e morre no hospital
A tragédia que abalou moradores do bairro Valparaíso, na região da T-19, em Ji-Paraná, fez mais uma vítima fatal na madrugada desta terça-feira (03/03). Kyara, mãe do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, não resistiu às complicações provocadas pela explosão registrada no último domingo (01/03).
O filho do casal, de apenas 1 ano e 7 meses, já havia falecido horas após o acidente.
De acordo com informações apuradas, a explosão ocorreu na manhã de domingo após um vazamento de gás dentro da residência da família. No momento em que uma lâmpada foi acionada, houve a ignição do gás acumulado no ambiente, causando uma forte explosão no imóvel.
O bebê e os pais foram socorridos por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados ao hospital. A criança não resistiu ainda no mesmo dia. Kyara permaneceu internada sob cuidados intensivos desde o ocorrido, mas teve o óbito confirmado na madrugada desta terça-feira.
O pai da criança continua hospitalizado e segue recebendo atendimento médico.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente.
Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Vendedor é encontrado morto em quarto de hotel no interior de Rondônia
Um vendedor foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (2) em um hotel no município de Machadinho d’Oeste. A ocorrência foi atendida por uma guarnição da Polícia Militar, acionada pela Central de Operações para averiguar um caso de possível morte natural.
No local, os policiais constataram que a vítima, que estava hospedada no estabelecimento, já se encontrava em óbito. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou a avaliação clínica e informou que não havia fraturas, hematomas ou sinais aparentes de violência que indicassem a participação de terceiros.
De acordo com os socorristas, os indícios apontam que a causa provável da morte tenha sido um infarto.
A Polícia Militar realizou o registro fotográfico do corpo e fez vistoria no quarto, onde foram encontradas caixas de medicamentos comumente utilizados por pacientes com problemas cardíacos.
Após a liberação pela equipe médica, a funerária de plantão foi acionada e realizou a remoção do corpo, que ficou sob responsabilidade da empresa e foi liberado aos familiares para os procedimentos fúnebres.
Os pertences pessoais permaneceram sob responsabilidade da administração do hotel. A esposa da vítima deverá comparecer ao local para providenciar a retirada dos objetos.
Concluídos os procedimentos, a guarnição retornou ao patrulhamento de rotina. O caso foi registrado como morte natural.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do site Machadinho online
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