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Polícia

Rondônia é alvo de operação da Polícia Civil do Paraná contra ‘Grupo de extermínio’ acusado de assassinar mais de 20 pessoas

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Uma milícia, considerada como um “grupo de extermínio” pela Polícia Civil do Paraná (PC-PR), foi alvo de uma operação na manhã desta quarta-feira (11).

De acordo com a PC, o grupo é suspeito de executar pelo menos 21 pessoas no intervalo de um ano e oito meses em Ponta Grossa, nos Campos Gerais.

Os crimes, conforme a investigação, eram filmados e enviados ou transmitidos em tempo real por vídeo ao mandante, que estava preso na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Saiba mais abaixo.

“As investigações que culminaram no desencadeamento da operação tiveram início após o setor de homicídios da Polícia Civil detectar que o grupo criminoso havia constituído uma milícia privada para execução de seus rivais e desafetos, elevando o número de mortes na cidade de Ponta Grossa. […] Foi identificado que o grupo, bem estruturado, possuía ao menos 28 integrantes, sendo seis adolescentes”, afirma a corporação.

Segundo o Ministério Público, também foram obtidas provas de corrupção de um monitor de ressocialização, servidor terceirizado do sistema penitenciário, que receberia propina para conceder benefícios e facilidades aos investigados presos.

“Esse servidor terceirizado teve a sua prisão preventiva decretada nesta fase das investigações e já foi afastado das funções pelo próprio Departamento de Polícia Penal do Estado”, afirma o órgão.

Para operação, foram expedidos 38 mandados de prisão preventiva e 69 mandados de busca e apreensão em 46 residências dos seguintes estados:

  • Paraná, em Ponta Grossa, Curitiba, Carambeí, Colombo, Imbituva, Ivaí, Piraquara e São José dos Pinhais;
  • Mato Grosso do Sul, em Campo Grande e Cassilândia;
  • Santa Catarina, em Florianópolis, Herval D´Oeste e Palhoça;
  • São Paulo, em Araçatuba, Birigüi e Sud Mennucci;
  • Rondônia, em Parecis.

A Justiça também determinou a transferência de um preso para o sistema penitenciário federal, além do imediato isolamento de outros três presos da Casa de Custódia de São José dos Pinhais, que foram identificados como associados do grupo.

A operação foi deflagrada em conjunto pela Polícia Civil de Ponta Grossa, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Militar (PM-PR), com apoio do canil da Guarda Municipal e da Polícia Penal nas investigações.

Investigações

Segundo a Polícia Civil, para identificar todos os envolvidos e desarticular as atividades da organização, foram instaurados três inquéritos policiais.

“Após a coleta de diversas provas de atuação do grupo criminoso, que contou com apoio do setor de inteligência da Polícia Penal, foi constatado que membros da milícia já eram alvos de investigações pelo Gaeco pela prática de diversos crimes, dentre os quais pertencer a organização criminosa e lavagem de capitais”, afirma o delegado Nagib Nassif Palma, chefe da 13ª Subdivisão Policial da Civil.

A corporação, através do setor de homicídios, ficou responsável pelas investigações relacionadas à atuação da milícia.

Em conjunto com a Polícia Militar, a Civil também foi responsável pelas investigações relacionadas às associações criminosas do grupo, visando a identificação de envolvidos com o tráfico de drogas e porte ilegal de armas de fogo.

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Polícia

Execução de casal teria sido motivada por ciúmes

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O duplo homicídio que vitimou o casal Alan Tons, de 26 anos, e Larissa Rodrigues de Paula, de 24 anos, pode ter sido motivado por ciúmes, segundo a Polícia Civil do DF. A principal linha de investigação da 15ª Delegacia de Polícia (DP) é que os suspeitos do crime acreditavam que Alan estaria interessado nas esposas dos deles.

Durante a investigação, os dois principais suspeitos do crime foram presos: João Victor Rodrigues e Tancredo Pereira da Silva, de 41 anos.

Segundo o delegado Ataliba Neto, João Victor e Tancredo suspeitavam que Alan estivesse interessado nas respectivas companheiras. A mulher de Tancredo foi ouvida pela polícia e negou que Alan tivesse dado em cima dela, mas relatou que o companheiro costumava desconfiar de que Alan a observava quando bebia.

O crime

  • Uma câmera de segurança registrou o som dos disparos que levaram a morte de Larissa Rodrigues de Paula, de 24 anos, e Arlandson de Sousa Alves, de 34, conhecido artisticamente como Alan Tons, na madrugada de domingo (11/10), em Ceilândia (DF).
  • O casal foi executado próximo de 2h50 da manhã. Em um primeiro momento, é possível escutar ao menos 10 tiros sendo realizados.
  • Cerca de 25 segundos depois, outros 15 disparos são efetuados.
  • O primeiro suspeito do crime preso é João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, vizinho do casal. Ele morava com a mulher no mesmo lote que o casal e foi repreendido por Larissa e Alan após agressões contra a companheira. João Victor já teria sido preso duas vezes por conta das agressões contra a mulher, mas foi solto. Na última vez que foi detido, jurou vingança a Larissa e Alan. O suspeito se entregou na 15ª DP e negou ter cometido o crime.
  • O segundo suspeito do crime foi preso nesta quarta-feira (14/10). Trata-se de Tancredo Pereira da Silva, de 41 anos. 
  • A polícia apura a participação do suspeito no crime. Ele teria ido até a casa de Alan e Larissa em um carro de aplicativo e questionou o motorista sobre o que ele faria se fosse traído. “Ele perguntou para o motorista do Uber o que ele faria se soubesse que tinha um cara dando em cima da mulher. […] Falou que tinha descoberto que o amigo dele estava dando em cima da mulher e que estava levando um presente para esse amigo”, relatou o delegado.

Queima de arquivo

Larissa também é apontada pela Polícia Civil como possível vítima de queima de arquivo. Ela jantava com Alan quando a casa foi invadida por um homem armado. Como estava ao lado do marido no momento do ataque, a principal linha de investigação é que ela também tenha sido morta para evitar que testemunhasse contra os envolvidos no homicídio do cantor.

Outro ponto investigado é a possível participação de João Victor Rodrigues na entrada de Tancredo na residência das vítimas. Os dois já haviam morado no mesmo conjunto de kitnets que Alan e Larissa, em Ceilândia, e deixaram o local pouco antes do duplo homicídio.

A suspeita de envolvimento de João Victor no duplo homicídio também é reforçada pelas contradições identificadas pela Polícia Civil no depoimento dele. Segundo o delegado Ataliba Neto, João Victor afirmou que estava em uma distribuidora de bebidas na noite do crime, mas informações colhidas na região apontam que ele não esteve no local.

“A gente quer apurar de fato o que aconteceu. Se ele realmente estava lá dentro, se ele só instigou, induziu, auxiliou no planejamento, entregou a chave do imóvel para facilitar a entrada do executor do crime”, disse o delegado João Ataliba.

Além disso, imagens mostram o suspeito com um celular, embora ele tenha afirmado que não possuía aparelho. A polícia também identificou contradições no depoimento da esposa dele. Para o delegado, os elementos reunidos durante a investigação reforçam a suspeita de envolvimento de João Victor nos assassinatos.

Fonte: Metrópoles

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“Vou arrancar sua cabeça”: homem espanca companheira grávida e é preso

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A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Águas Lindas de Goiás, prendeu em flagrante um homem, de 24 anos, suspeito de agredir e ameaçar de morte a companheira, de 19 anos, grávida de quatro meses.

Segundo as investigações, o suspeito teria desferido socos contra a cabeça e as costas da vítima, além de proferir ofensas e ameaças de morte.

Durante o episódio, o homem teria retirado uma faca da cintura e colocado o objeto sobre a mesa, com o intuito de intimidá-la.

Os investigadores também tiveram acesso a um histórico de mensagens nas quais o suspeito ameaçou de morte a mulher. Em uma delas, o homem diz: “Só vai parar quando eu arrancar sua cabeça, né?”.

Veja ameaças:

A vítima relatou também que já havia sofrido agressões anteriores, mas não procurou a polícia por medo das ameaças.

Após o registro da ocorrência, equipes da Deam realizaram diligências e localizaram o suspeito no Parque Barragem. Ele foi preso em flagrante.

O investigado foi conduzido à unidade policial e autuado pelos crimes de ameaça e lesão corporal, além de injúria, no contexto da Lei Maria da Penha. Ele permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Adolescente é morto a facadas e suspeito acaba preso após confusão em bar

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Ronnyel dos Santos Pascoal, de 17 anos, foi assassinado com diversos golpes de faca desferidos por um homem de 28 anos nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (14), em Lucas do Rio Verde (352 km de Cuiabá). A vítima estava acompanhada de outras cinco pessoas em um bar. Durante uma confusão, o grupo em que estava a vítima teria provocado o suspeito que passava de moto em frente ao estabelecimento.

Conforme informações obtidas pela reportagem, o suspeito já estava armado com a faca e partiu para cima dos clientes do bar. Em um primeiro momento, quatro pessoas foram atingidas. Uma mulher que estava no bar partiu para cima da esposa do suspeito, que estava na garupa da moto, e a atingiu com um golpe de capacete, o que desmaiou a agredida.

O suspeito então teria partido para cima da autora do golpe de capacete e de Ronnyel. O suspeito atacou o adolescente diversas vezes.

O adolescente foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito, que tinha um ferimento profundo na mão, também foi levado ao hospital e posteriormente encaminhado à delegacia da Polícia Civil. Os outros feridos no ataque foram encaminhados ao hospital e o caso será investigado.

Fonte: Olhar Direto

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