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Matrícula escolar marca inclusão de crianças com TEA

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Todas as manhãs, antes mesmo do sol ganhar força no bairro São Francisco, Bélit Regis organiza a casa, prepara a rotina e observa com carinho cada gesto do pequeno Noah, de 3 anos. Entre brinquedos, terapias e descobertas diárias, ela vive a expectativa de um momento muito especial: o início da vida escolar do filho. Uma conquista que carrega sonhos, desafios e a certeza de que a educação inclusiva pode transformar futuros.

Bélit é vendedora e também participa da feira de mães atípicas. Mãe de três filhos, divide a rotina entre Noah, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível dois, Brian, de 6 anos, e Isabelly, de 15. A rotina é intensa, mas guiada pelo cuidado e pela persistência de quem nunca deixou de buscar o melhor para os filhos.

No caso de Noah, a caminhada até a vaga escolar começou cedo e exigiu paciência. “A gente já estava aguardando, participando do processo desde o ano passado, só que, por causa da idade, ainda não havia conseguido. Seguimos todo o processo, dentro das datas, e ele foi chamado logo na primeira chamada”.

Quando o nome de Noah apareceu na Chamada Escolar, a ansiedade deu lugar ao alívio. A matrícula foi feita para a Escola Jornalista Fernando Escariz, no bairro Marcos Freire, onde ele começa a estudar no dia 4 de fevereiro. “A gente já fez a matrícula, porque eu estava muito ansiosa pela vaga. É o primeiro ano dele na escola e demanda um pouco mais de atenção. Eles fazem todo esse cuidado no atendimento, e conseguimos garantir a matrícula para iniciar em fevereiro”.

Mais do que aprender letras e cores, a escola representa para Noah um espaço de socialização, respeito e desenvolvimento. Para a mãe, a expectativa é grande. “A gente sabe que a escola ajuda muito na socialização, principalmente com criança atípica. A gente está bem ansioso para começar. A expectativa é a melhor possível”.

Quando o nome de Noah apareceu na Chamada Escolar, a ansiedade deu lugar ao alívio

Quando o nome de Noah apareceu na Chamada Escolar, a ansiedade deu lugar ao alívio

A história de Noah se conecta com a política pública de inclusão desenvolvida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que busca garantir o direito à educação para todas as crianças, respeitando o tempo, as necessidades e as particularidades de cada aluno.

Em casa, cada detalhe é pensado para ajudar Noah a se sentir seguro e confiante. A preparação para a volta às aulas começou ainda no ano passado, com conversas, estímulos e cuidado diário.

“Ele é bem tranquilo, mas também hiperativo. A terapia ajuda, mas no dia a dia ele é uma criança muito ativa. Apesar do autismo, consegue realizar as atividades do dia a dia e atender alguns comandos. A gente respeita o tempo dele e tenta trabalhar isso da melhor forma em casa, pensando também na vida social no futuro”, explica a mãe.

História de Noah se conecta com a política pública de inclusão desenvolvida pela Prefeitura de Porto Velho

História de Noah se conecta com a política pública de inclusão desenvolvida pela Prefeitura de Porto Velho

Desde segunda-feira (19), está aberto o período oficial de matrículas da Chamada Escolar, que segue até o dia 23 de janeiro, para as escolas contempladas pelo Edital nº 18/2025.

Os responsáveis que não realizarem a matrícula dentro do prazo deverão aguardar a próxima etapa, quando a rede municipal passa a seguir a lista de espera, respeitando a ordem de inscrição.

A nova fase tem início no dia 28 de janeiro, com a abertura do cadastro reserva. A orientação é que pais e responsáveis fiquem atentos aos prazos e realizem a matrícula dentro do período estabelecido.

A história de Noah mostra que, por trás de cada matrícula, existe uma família inteira sonhando com um futuro mais justo e acolhedor. Quando a escola se abre para a inclusão, ela fortalece vínculos e reafirma que educação é direito, cuidado e esperança.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Porto Velho oferece passeios gratuitos de barco durante aniversário de 112 anos

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Contemplar Porto Velho por uma perspectiva diferente, navegando pelo Rio Madeira e tendo como ponto de partida um dos principais símbolos históricos da capital. Essa será uma das experiências oferecidas à população durante a programação dos 112 anos do município.

Nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, serão realizados passeios gratuitos de barco pelo Rio Madeira, com saída do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Ao todo, serão disponibilizados 1.500 ingressos para a população.

Além da navegação pelo rio, os passeios terão atrações regionais, levando música e cultura para dentro da programação. Durante a atividade, também haverá distribuição de Dydyo Tubaína e pipoca aos participantes.

Os ingressos serão disponibilizados a partir das 12h do dia 28 de setembro, por meio do PVH+. A participação será gratuita, mas será necessário retirar antecipadamente o ingresso pela plataforma.

Para o prefeito Léo Moraes, o passeio também representa uma oportunidade de aproximar os moradores de elementos que fazem parte da história e da identidade da capital. 

“Celebrar Porto Velho também é valorizar aquilo que faz parte da nossa história. O Rio Madeira e a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré têm uma ligação muito forte com a nossa cidade. Queremos proporcionar esse momento para que as famílias possam passear, aproveitar as atrações regionais e comemorar conosco os 112 anos da nossa capital”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Rondônia terá calor de 34°C e chance de trovoadas nesta quinta

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A previsão do Censipam indica uma quinta-feira (17) de condições instáveis em Rondônia. O dia deve alternar entre períodos de sol e céu parcialmente nublado, com temperaturas elevadas em diferentes regiões do estado.

Os ventos permanecem fracos e algumas áreas podem registrar chuvas isoladas, com possibilidade de trovoadas.

Em Porto Velho, a temperatura deve ficar entre 24°C e 34°C. Vilhena terá mínima de 20°C e máxima de 27°C, enquanto Castanheiras também deve registrar temperaturas entre 20°C e 27°C.

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HPV: dose é indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos

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O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A informação consta em nota técnica publicada esta semana pela pasta.

Até então, a vacinação contra o HPV era indicada para vítimas de violência sexual com idades de 9 a 45 anos.

De acordo com a nota técnica, a ampliação da faixa etária se deve, entre outros fatores, à elevada vulnerabilidade de crianças vítimas de violência sexual e ao aumento de notificações de violência sexual em menores de 9 anos.

Números

Um dos achados mais críticos, segundo o documento, refere-se ao aumento expressivo da violência sexual na chamada primeira infância, entre crianças de 0 a 4 anos. Em dez anos, os registros mais do que quadruplicaram: em 2014 foram 1.671 casos; em 2014, foram 7.845 casos. 

Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período – aproximadamente 4,4 vezes maior. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos cresceram de 1.632 para 6.869, também mais de quatro vezes.

Riscos

Na nota, o ministério reforça que a infecção por HPV constitui um importante problema de saúde pública em todo o mundo em razão da elevada prevalência e da associação com diversos tipos de cânceres, incluindo colo do útero, pênis, vulva, vagina, canal anal e orofaringe.

A infecção por HPV, segundo a pasta, também está relacionada ao desenvolvimento de verrugas anogenitais e lesões de vias aéreas superiores, causando repercussões clínicas, psicossociais e econômicas significativas.

“A violência sexual na infância está associada a maior vulnerabilidade para aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HPV. Além do risco imediato decorrente da exposição inicial, há evidências de recorrência da violência em parcela dessas vítimas, ampliando o potencial de exposição futura ao vírus.”

“Adicionalmente, estudos demonstram que vítimas de violência sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas emocionais, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, comportamento sexual de risco e outras condições que podem aumentar sua suscetibilidade às IST ao longo da vida”, concluiu a nota.

Fonte: Agência Brasil

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