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Polícia

PF pede que bombeiros atendam Bolsonaro com “agilidade”

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A Polícia Federal (PF) enviou um ofício ao Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) pedindo que, caso sejam acionados para atender Jair Bolsonaro (PL) na prisão, respondam com “celeridade”.

O documento, obtido pelo Metrópoles, foi enviado ao 15º grupamento do CBMDF, localizado na Asa Sul, na quinta-feira (27/11). A PF argumentou que a solicitação “se dá em razão do estado de saúde” de Bolsonaro. O ex-presidente está preso na Superintendência Regional da Polícia Federal do Distrito Federal. Ele cumpre a pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Veja os documentos:

Em resposta à PF, o Corpo de Bombeiros afirmou que “todos foram orientados quanto ao procedimento a ser adotado, reforçando a necessidade de atendimento imediato sempre que houver acionamento relacionado ao referido custodiado”.

Em audiência de custódia, o ex-presidente reforçou o quadro de saúde e informou ter sido diagnosticado com doenças e necessitar de tratamento especial:

  • Refluxo;
  • apneia do sono;
  • disse precisar de alimentação especializada;
  • citou laudos nos autos da ação sobre suas doenças;
  • disse que faz uso de cinco remédios.

Prisão

Em 25 de novembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou o início do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele foi considerado o líder da organização criminosa que visava mantê-lo no poder depois das eleições de 2022 e condenado ao cumprimento da pena em regime fechado.

O ex-titular do Planalto foi condenado pelos seguintes crimes:

  • organização criminosa armada;
  • tentativa de abolição do Estado Democrático;
  • golpe de Estado;
  • dano qualificado pela violência;
  • grave ameaça contra patrimônio da União; e
  • deterioração de patrimônio tombado.

Fonte: Metrópoles

Polícia

Condenado a mais de 68 anos por estuprar enteados em Rondônia é capturado pela Interpol nos EUA

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Um homem de 45 anos, condenado a mais de 68 anos de prisão por três crimes de estupro de vulnerável em Rondônia, foi localizado nos Estados Unidos e preso após uma operação conjunta do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), da Polícia Federal (PF) e da Interpol.

De acordo com o TJRO, os crimes ocorreram entre os anos de 2014 e 2016 e tiveram como vítimas três crianças, com idades de 12, 7 e 4 anos à época dos abusos. A condenação foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Guajará-Mirim (RO).

O condenado estava foragido desde maio de 2025, quando foi sentenciado. As autoridades conseguiram rastrear o paradeiro dele após a inclusão do nome na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo internacional utilizado para localizar e capturar criminosos procurados pela Justiça em outros países.

A Polícia Federal informou que, após ser localizado em território norte-americano, o homem foi capturado e deportado ao Brasil. Ele foi detido em Minas Gerais, onde permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

A PF não divulgou detalhes sobre como o condenado conseguiu deixar o país nem as circunstâncias exatas da prisão nos Estados Unidos. O caso segue sob acompanhamento das autoridades brasileiras.

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Polícia

Estudante de medicina e mãe, naturais de Rondônia, morrem em grave acidente na BR-070, em Mato Grosso

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Uma mãe e a filha morreram em um grave acidente de trânsito registrado na manhã desta quinta-feira (15), na BR-070, em Cáceres, município localizado a cerca de 250 quilômetros de Cuiabá (MT).

As vítimas foram identificadas como a estudante de medicina Hilda Isabela Bianchini, de 25 anos, e a mãe dela, Cleusi Terezinha Michalczuk Bianchini, de 59 anos, ambas naturais de Nova Brasilândia D’Oeste.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro em que as duas estavam colidiu frontalmente com um caminhão. Com o impacto da batida, mãe e filha ficaram presas às ferragens e morreram ainda no local do acidente.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram o trabalho de desencarceramento para a remoção dos corpos. Após a retirada das vítimas, a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para os procedimentos de praxe e investigação das causas do acidente.

A morte de Hilda causou grande comoção em Cáceres. A faculdade de medicina onde ela cursava o 5º ano divulgou nota de pesar nas redes sociais. A atlética do curso e a Liga Acadêmica de Cirurgia Geral, da qual a estudante foi membro fundadora, também lamentaram a perda e prestaram solidariedade aos familiares e amigos.

As circunstâncias da colisão seguem sendo apuradas pelas autoridades competentes.

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Polícia

Polícia Civil deflagra operação contra esquema criminoso que envolvia servidores do IPAM na gestão Hildon Chaves

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO-II), deflagrou, no início da manhã desta sexta-feira (16), a Operação Sutura, com o objetivo de cumprir medidas cautelares de busca e apreensão, afastamento de função pública, sequestro e indisponibilidade de bens, entre outras providências judiciais, no âmbito de investigações que apuram fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM.

As investigações indicam que uma empresa do ramo de Fonoaudiologia, credenciada exclusivamente para a prestação de serviços básicos de saúde, passou a faturar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com os termos contratuais, além de praticar superfaturamento de valores. O esquema criminoso envolvia servidores públicos do IPAM e particulares, mediante manipulação de sistemas informatizados, duplicação de guias médicas e realização de pagamentos irregulares, ocasionando prejuízos aos cofres públicos.

Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim, além de medidas judiciais de afastamento de agentes públicos de suas funções, bem como sequestro e indisponibilidade de bens, visando assegurar a reparação do dano e a efetividade da persecução penal.

A operação conta com o apoio do Departamento de Combate à Corrupção (DECCO), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRO), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCRO), bem como de diversas delegacias de polícia.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil

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