Polícia
Israel atacou 150 alvos no Irã durante a noite, diz oficial do Exército
Israel usou centenas de munições para atingir 150 alvos no Irã durante a noite, informou um oficial das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) neste sábado (14), alegando que os ataques israelenses prejudicaram o programa nuclear iraniano.
O exército israelense lançou uma operação contra altos escalões, instalações militares e cientistas nucleares do Irã na sexta-feira (13), em uma das maiores escaladas militares no Oriente Médio nas últimas décadas. Teerã afirmou que dezenas foram mortas no ataque.
Os iranianos responderam disparando quatro barragens de mísseis balísticos contra Israel, matando três pessoas e ferindo dezenas, afirmou o oficial das IDF em um briefing.
A autoridade afirmou que os ataques às instalações nucleares iranianas em Natanz e Isfahan foram capazes de causar danos “significativos”. O Irã afirmou anteriormente que os danos às instalações foram limitados.
“Ouvi alguns especialistas ou pessoas falando na mídia dizendo que tudo o que podemos fazer é adiar o plano nuclear por algumas semanas. Quero dizer novamente que, de acordo com nosso entendimento inicial… levará muito mais do que algumas semanas para ser reparado”, disse.
Segundo a fonte, Israel tinha “informações concretas” de que o Irã estava “avançando para uma bomba nuclear” na instalação de Isfahan.
Apesar de avançar significativamente em seu enriquecimento de urânio, o Irã afirmou repetidamente que seu programa nuclear tem fins pacíficos e negou estar desenvolvendo uma bomba atômica.
Israel agora considera a “estrada aérea para Teerã” como “efetivamente aberta” após sua operação militar, disse a autoridade. “Não poderíamos ter dito isso meses atrás”, acrescentou.
Sobre os nove cientistas nucleares iranianos mortos por Israel na sexta-feira (13), a autoridade alegou que eles eram as “principais fontes de conhecimento” e as “principais forças… que impulsionam o programa nuclear”.
Enquanto isso, o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), Brigadeiro-General Effie Defrin, disse que mais de 70 caças israelenses atingiram 40 alvos dentro e ao redor da capital iraniana durante a noite.
“Esta é a primeira vez que operamos neste espaço aéreo”, declarou Defrin, acrescentando que esta é a ofensiva mais profunda no Irã até o momento.
“Dezenas dessas aeronaves agora operam livremente sobre Teerã, graças aos nossos ataques iniciais, que eliminaram muitas ameaças à defesa aérea iraniana”, acrescentou.
CNN Brasil
Polícia
Em Rondônia: PRF apreende aproximadamente 25 kg de droga
A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, nesta noite de domingo (1º), apreendeu 24,74 kg de entorpecente, durante comando estático no km 1 da BR-364, em Vilhena. A droga era transportada em um veículo de aplicativo.
Durante a verificação dos equipamentos obrigatórios, os agentes sentiram um forte odor característico de maconha. Ao vistoriarem o compartimento de carga, localizaram diversos tabletes de “skunk” escondidos em malas e caixas. Após diligências, a equipe localizou outro condutor envolvido na mesma empreitada criminosa, que realizava a escolta da carga ilícita.
Os homens e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal no município, sob o enquadramento nos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico, para os procedimentos legais cabíveis.
Fonte: Assessoria da Polícia Rodoviária Federal
Polícia
Criança de 4 anos morre e pai fica ferido após máquina derrubar muro de residência
Uma criança, de 4 anos, morreu e o pai ficou ferido, após uma máquina derrubar o muro da casa nesta segunda-feira (2), na Itapevi, na Grande São Paulo.
De acordo com a Prefeitura, equipes estiveram no local e constataram que o acidente ocorreu após o maquinário, de uma empresa de fabricação de blocos instalada no local, colidir e derrubar a estrutura.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou a ser acionado para prestar atendimento. Pai e filho foram socorridos e encaminhados ao Pronto-Socorro Central.
A criança não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado na unidade de saúde. O homem ferido já recebeu alta médica.
Em nota, a Prefeitura diz que lamenta profundamente a perda e que se solidariza com a família.
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Polícia frustra atentado terrorista com bombas e prende grupo
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou, nesta segunda-feira (02/02), uma operação que impediu a realização de ataques com uso de explosivos improvisados no Centro da capital fluminense.
A ação, batizada de Operação Break Chain, foi conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e resultou, até o momento, na prisão de três pessoas
Segundo a polícia, os investigados planejavam manifestações antidemocráticas com emprego de bombas caseiras e coquetéis molotov.
No Rio de Janeiro, o alvo seria a área em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. Os atos estavam previstos para ocorrer às 14h desta segunda-feira.
A investigação começou após a DRCI identificar grupos de mensagens e perfis em redes sociais criados para organizar protestos simultâneos em diferentes estados do país.

Embora se apresentassem como movimentos apartidários e anticorrupção, os integrantes promoviam discursos de radicalização e incentivavam ações violentas.
Inicialmente, a operação previa o cumprimento de medidas cautelares contra quatro pessoas.
No entanto, novas informações obtidas ao longo da manhã levaram à identificação de outros 13 envolvidos, o que motivou a representação por mais mandados de busca e apreensão, posteriormente autorizados pela Justiça.
Durante a apuração, os investigadores constataram que o grupo, que se autodenominava “Geração Z”, compartilhava instruções para a fabricação de artefatos incendiários improvisados.
Entre os materiais identificados, estavam orientações para montagem de coquetéis molotov e de bombas caseiras contendo objetos como pregos e bolas de gude.
De acordo com a Polícia Civil, o conteúdo analisado apontava estímulo direto a ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.
A avaliação dos investigadores é de que as ações planejadas tinham potencial para causar pânico, desordem e risco à população.
Os alvos da operação são investigados por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefatos explosivos ou incendiários.
Segundo a polícia, todos tinham atuação ativa nos grupos monitorados e participavam do direcionamento das ações, incluindo a escolha de locais considerados sensíveis do ponto de vista institucional.
A operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em endereços localizados na capital, na região metropolitana e no interior do estado. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
Fonte: Metrópoles
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