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Polícia

Polícia Ambiental apreende arma de fogo e impede caça ilegal

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Durante ação integrada da Polícia Militar Ambiental com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), realizada no âmbito da operação “IARA”, foi registrada uma ocorrência de caça ilegal de animal silvestre e porte ilegal de arma de fogo na foz do Igarapé Marreta, zona rural do município de Pimenta Bueno.

A guarnição fluvial realizava patrulhamento preventivo quando avistou dois indivíduos em atividade suspeita, próximos a um animal silvestre abatido (capivara). Ao ser anunciada a presença policial, um dos abordados dispensou um objeto na mata. Após abordagem e identificação, o indivíduo assumiu ter descartado uma arma de fogo no local. A equipe, com o apoio do próprio abordado, localizou um revólver calibre .38 com seis munições (cinco intactas e uma deflagrada).

O autor confessou ter abatido a capivara com a referida arma, alegando intenção de levar a carne para consumo próprio. O segundo indivíduo presente afirmou não ter participado da ação, tendo somente auxiliado no transporte do animal. Diante dos fatos, o principal envolvido foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Pimenta Bueno, onde foi autuado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo (Art. 14 da Lei nº 10.826/2003) e por matar espécime da fauna silvestre (Art. 29 da Lei nº 9.605/1998).

Além das medidas criminais, a SEDAM lavrou o Auto de Infração Ambiental nº 009275 e os respectivos termos administrativos, incluindo a apreensão do barco utilizado, deixado sob a guarda do autuado, e a incineração do animal abatido conforme termo registrado.

A Polícia Militar Ambiental reforça seu compromisso com a proteção da fauna e flora de Rondônia, atuando de forma contínua na fiscalização de áreas sensíveis e no combate aos crimes ambientais.

Fonte: PMRO

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Em Rondônia: PRF apreende aproximadamente 25 kg de droga

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A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, nesta noite de domingo (1º), apreendeu 24,74 kg de entorpecente, durante comando estático no km 1 da BR-364, em Vilhena. A droga era transportada em um veículo de aplicativo.

Durante a verificação dos equipamentos obrigatórios, os agentes sentiram um forte odor característico de maconha. Ao vistoriarem o compartimento de carga, localizaram diversos tabletes de “skunk” escondidos em malas e caixas. Após diligências, a equipe localizou outro condutor envolvido na mesma empreitada criminosa, que realizava a escolta da carga ilícita.

Os homens e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal no município, sob o enquadramento nos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico, para os procedimentos legais cabíveis.

Fonte: Assessoria da Polícia Rodoviária Federal

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Criança de 4 anos morre e pai fica ferido após máquina derrubar muro de residência

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Uma criança, de 4 anos, morreu e o pai ficou ferido, após uma máquina derrubar o muro da casa nesta segunda-feira (2), na Itapevi, na Grande São Paulo.

De acordo com a Prefeitura, equipes estiveram no local e constataram que o acidente ocorreu após o maquinário, de uma empresa de fabricação de blocos instalada no local, colidir e derrubar a estrutura.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou a ser acionado para prestar atendimento. Pai e filho foram socorridos e encaminhados ao Pronto-Socorro Central.

A criança não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado na unidade de saúde. O homem ferido já recebeu alta médica.

Em nota, a Prefeitura diz que lamenta profundamente a perda e que se solidariza com a família.

Fonte: CNN Brasil

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Polícia frustra atentado terrorista com bombas e prende grupo 

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou, nesta segunda-feira (02/02), uma operação que impediu a realização de ataques com uso de explosivos improvisados no Centro da capital fluminense.

A ação, batizada de Operação Break Chain, foi conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e resultou, até o momento, na prisão de três pessoas

Segundo a polícia, os investigados planejavam manifestações antidemocráticas com emprego de bombas caseiras e coquetéis molotov.

No Rio de Janeiro, o alvo seria a área em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. Os atos estavam previstos para ocorrer às 14h desta segunda-feira.

A investigação começou após a DRCI identificar grupos de mensagens e perfis em redes sociais criados para organizar protestos simultâneos em diferentes estados do país.

Embora se apresentassem como movimentos apartidários e anticorrupção, os integrantes promoviam discursos de radicalização e incentivavam ações violentas.

Inicialmente, a operação previa o cumprimento de medidas cautelares contra quatro pessoas.

No entanto, novas informações obtidas ao longo da manhã levaram à identificação de outros 13 envolvidos, o que motivou a representação por mais mandados de busca e apreensão, posteriormente autorizados pela Justiça.

Durante a apuração, os investigadores constataram que o grupo, que se autodenominava “Geração Z”, compartilhava instruções para a fabricação de artefatos incendiários improvisados.

Entre os materiais identificados, estavam orientações para montagem de coquetéis molotov e de bombas caseiras contendo objetos como pregos e bolas de gude.

De acordo com a Polícia Civil, o conteúdo analisado apontava estímulo direto a ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.

A avaliação dos investigadores é de que as ações planejadas tinham potencial para causar pânico, desordem e risco à população.

Os alvos da operação são investigados por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefatos explosivos ou incendiários.

Segundo a polícia, todos tinham atuação ativa nos grupos monitorados e participavam do direcionamento das ações, incluindo a escolha de locais considerados sensíveis do ponto de vista institucional.

A operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em endereços localizados na capital, na região metropolitana e no interior do estado. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

Fonte: Metrópoles

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