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Apostador de Indaiatuba (SP) acerta a Mega-Sena e ganha R$ 37,3 milhões

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Uma aposta da cidade de Indaiatuba, em São Paulo, ganhou sozinha prêmio de R$ 37.397.174,16 da Mega-Sena. O concurso 2.816 foi sorteado nesta quinta-feira (16). 

As dezenas sorteadas foram 04 – 17 – 19 – 20 – 40 – 48.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, 63 apostas acertaram a quina e irão receber R$ 46.245,21 cada uma. Outras 4.876 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 853,58.

O próximo sorteio da Mega-Sena será no sábado (18), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões. 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

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Rondônia mantém uma das menores taxas de desemprego do Brasil 

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Aos 25 anos, Isabel Alves Rodrigues comemora o primeiro emprego como operadora de caixa após ser atendida no Sistema Nacional de Emprego em Rondônia (Sine-RO). “Foi rápido demais. Fiz a entrevista no Sine e logo fui encaminhada para a empresa. Esse é o meu primeiro emprego”, relata. A história da jovem simboliza, na prática, os resultados das ações do governo do Estado que mantêm Rondônia, por anos consecutivos, entre as unidades da federação com as menores taxas de desemprego do país.

RESULTADOS QUE SE REPETEM

O desempenho de Rondônia é confirmado pelos levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam trajetória consistente de queda da taxa de desocupação após o pico da pandemia, 10,0% em 2020; alcançando 3,1% em 2023 e mantendo-se em 3,3% em 2024 e 2025. No ranking nacional de 2025, o estado figura entre os melhores resultados do Brasil, com 3,3%, e apresentou, entre 2022 e 2025, presença constante entre o 1º, 2º, 3º e 4º lugares, incluindo o menor índice da série histórica trimestral do país, registrado no 3º trimestre de 2024, com 2,1%.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os números refletem uma política permanente de fortalecimento da economia e geração de oportunidades. “Temos trabalhado para criar um ambiente favorável aos negócios, apoiar quem empreende e garantir que as oportunidades cheguem à população. Permanecer entre os estados com menor taxa de desemprego por anos seguidos mostra que as políticas públicas estão sendo implementadas de forma correta”, ressaltou.

O titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Lauro Fernandes, destaca que a estratégia do governo está baseada na modernização dos serviços, na aproximação com o setor produtivo e na qualificação da mão de obra. “Nosso foco é conectar quem procura emprego às vagas que estão sendo geradas no estado, fortalecendo o desenvolvimento econômico e social de Rondônia”,  destacou.

POLÍTICAS QUE GERAM OPORTUNIDADES

Com o serviço estadual de empregabilidade implantado em 2021, a Sedec fortaleceu o papel de intermediadora entre trabalhadores e empresas. Mais de 162 mil pessoas já cadastraram currículo na plataforma e 6,7 mil empresas tornaram-se parceiras. Também foram ofertados 330 cursos gratuitos, presenciais e a distância, de acordo com a demanda do mercado de trabalho, resultando em milhares de contratações no período.

Outra política estruturante é o Programa de Microcrédito Produtivo Orientado (Proampe), criado em 2021 para apoiar o empreendedorismo. De 2021 a 2025, mais de R$ 230 milhões em microcrédito foram aprovados em todo o estado, com mais de 6 mil operações, incluindo linhas especiais como o Proampe Agro, voltadas ao produtor rural.

O fortalecimento dos pequenos negócios também passa pela valorização da economia local. Entre 2023 e 2025, foram realizadas mais de 50 feiras de empreendedores, beneficiando mais de 5 mil empreendedores. Na área de inovação, a Sedec atua no fomento a startups e na difusão da cultura inovadora, com mais de 30 mil empreendedores alcançados por ações de capacitação, eventos e networking (relacionamentos profissionais).

No vídeo, confira como as políticas públicas estão ampliando oportunidades de trabalho para a população de Rondônia.

HISTÓRIAS QUE TRANSFORMAM

Os dados mais recentes do Sine em Rondônia demonstram a capilaridade do serviço, com:

  • 171.006 currículos cadastrados;
  • 212.709 usuários na plataforma;
  • 2.321 vagas abertas — sendo 61 para aprendizes e;
  • 6.951 empresas cadastradas.

As oportunidades podem ser acessadas diretamente na plataforma do Governo de Rondônia.

Além de quem já conquistou uma vaga, o atendimento diário também alcança trabalhadores em busca de recolocação. É o caso de João Batista Barbosa Arce, de 41 anos. “Estava desempregado há três meses e consegui vaga na área de auxiliar de produção. Saí do Sine já com encaminhamento para uma empresa para fazer entrevista e, graças a Deus, a vaga deu certo e estou empregado. O atendimento foi super rápido, muito bom e muito ágil”, comemorou João que também foi aprovado na Universidade Federal de Rondônia (Unir), onde vai ingressar no curso de Pedagogia.

Entre as principais medidas adotadas pelo governo de Rondônia para sustentar o bom desempenho do mercado de trabalho estão:

  • Atração e manutenção de negócios;
  • Apoio a iniciativas inovadoras;
  • Simplificação e modernização da abertura de empresas;
  • Fortalecimento do Proampe;
  • Ampliação da visibilidade dos negócios no mercado nacional e internacional;
  • Capacitação gratuita da população conforme a demanda do mercado e;
  • Apoio ao desenvolvimento dos 52 municípios.

Com políticas integradas, foco em empregabilidade, empreendedorismo e inovação, Rondônia consolida-se como referência nacional na geração de oportunidades, mantendo-se, de forma contínua, entre os estados com as menores taxas de desemprego do Brasil.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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Caso confirmado de sarampo acende alerta sobre cobertura vacinal

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A confirmação de um caso de sarampo em uma bebê de 6 meses em São Paulo, na semana passada, acendeu novamente o alerta sobre a importância de manter altas coberturas vacinais como uma barreira para proteger quem ainda não pode ser imunizado.

A bebê ainda não tinha idade para receber a vacina, já que o calendário do Sistema Único de Saúde prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses, o que garante a proteção contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Aos 15 meses, as crianças devem receber uma dose da tetra viral, que reforça a imunidade contra essas três doenças e acrescenta a catapora na lista.

De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, quando a cobertura está alta, os bebês mais novos ficam protegidos pela barreira criada por quem já se vacinou.

“A vacina do sarampo também impede a infecção e a transmissão com alta efetividade. Ela tem essa capacidade, que a gente chama de esterilizante. Além de prevenir que a pessoa contraia a doença, ela também evita que essa pessoa seja um portador e transmissor do vírus”, explica Kfouri. 

A bebê diagnosticada com sarampo viajou com a família para a Bolívia em janeiro. O país vizinho vive um surto de sarampo desde o ano passado, e a alta cobertura também é essencial para impedir que casos importados como esse iniciem surtos dentro do Brasil.

“O sarampo é uma doença de altíssima transmissibilidade, especialmente entre os não vacinados. A imunização em altas taxas é o que funciona como barreira na circulação do vírus. Mas se isso não acontecer, não é nem necessário que alguém viaje e contraia o vírus lá fora. Basta ficar aqui, com tanta gente vindo de outros países onde há surto, que o risco é o mesmo”, alerta o vice-presidente da Sbim. 

No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose, mas apenas 77,9% completaram o esquema na idade correta. 

Proteção para toda a vida

Os bebês vacinados dentro do tempo ficam protegidos ao longo da vida, mas crianças e adultos que não têm comprovante de vacinação devem receber a vacina. Dos 5 aos 29 anos, recomenda-se duas doses, com intervalo de um mês. Dos 30 aos 59 anos, é necessária apenas uma dose. A vacina só não pode ser tomada por gestantes e pessoas imunocomprometidas. 

O caso na bebê em São Paulo foi o primeiro registro da doença no país neste ano, mas, no ano passado, outras 38 infecções foram confirmadas, a maior parte com origem importada.

Ainda assim, o país segue com o certificado de área livre da doença, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2024, porque, felizmente, não há transmissão sustentada de sarampo no nosso território. 

No entanto, o Brasil já havia conquistado esse certificado antes, em 2016, e acabou perdendo em 2019, após surtos que começaram com casos importados.

Alerta nas Américas

O continente americano vive uma situação preocupante com relação à doença. No ano passado foram registrados 14.891 casos em 14 países, com 29 mortes. Já este ano, somente até o dia 5 de março, foram 7.145 infecções confirmadas. Isso significa que, em apenas dois meses, foi detectada quase metade de todos os casos do ano passado. A situação é mais grave no México, Estados Unidos e Guatemala. 

Kfouri reforça que, independentemente do país, a grande maioria dos casos ocorreu em pessoas não vacinadas, principalmente crianças menores de 1 ano. E, ao contrário do que muita gente pensa, não se trata de uma doença inofensiva da infância:  

“Nos surtos, em geral, para cada 1 mil casos da doença, a gente costuma ter um óbito, mas estamos registrando uma proporção muito maior. No ano passado, foram quase 15 mil casos nas Américas, com quase 30 óbitos. As complicações mais comuns são pneumonia ou quadros neurológicos, como encefalite”.

O principal sintoma da doença é o surgimento de manchas vermelhas pelo corpo e febre alta, mas ela também costuma causar tosse, coriza, irritação nos olhos e mal-estar. O vice-presidente da Sbim complementa que a infecção pelo vírus também causa um efeito secundário perigoso: a supressão do sistema imunológico. 

“Durante três a seis meses após a infecção pelo sarampo, o nosso sistema de defesa não funciona corretamente, e a gente fica mais vulnerável a ter outras doenças oportunistas infecciosas, que também podem ser graves”, alerta Renato Kfouri. 

Fonte: Agência Brasil

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Três apostas acertam a Mega-Sena e levam R$ 34,8 milhões cada

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Três apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2.985 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (17) e vão receber o prêmio de R$ 34.856.052,53 cada. 

As apostas vencedoras jogaram seis números em jogos simples. Os ganhadores são de:

  • Camocim (CE)
  • Catalão (GO)
  • Presidente Castelo Branco (PR)

Os números sorteados foram: 06 – 08 – 21 – 32 – 41 – 60

  • 96 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.815,62 cada
  • 4.494 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.225,92 cada

Apostas

Para o próximo concurso, o prêmio está estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (19), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Fonte: Agência Brasil

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