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Apostador de Indaiatuba (SP) acerta a Mega-Sena e ganha R$ 37,3 milhões

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Uma aposta da cidade de Indaiatuba, em São Paulo, ganhou sozinha prêmio de R$ 37.397.174,16 da Mega-Sena. O concurso 2.816 foi sorteado nesta quinta-feira (16). 

As dezenas sorteadas foram 04 – 17 – 19 – 20 – 40 – 48.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, 63 apostas acertaram a quina e irão receber R$ 46.245,21 cada uma. Outras 4.876 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 853,58.

O próximo sorteio da Mega-Sena será no sábado (18), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões. 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

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Porto Velho é a pior capital para viver e Curitiba é a melhor; entenda ranking

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Curitiba foi apontada como a capital com melhor qualidade de vida do Brasil no Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (19). A cidade alcançou 71,29 pontos e liderou o ranking entre as 27 capitais avaliadas. Já Porto Velho, em Rondônia, registrou 58,59 pontos e ficou na última posição do levantamento.

O IPS mede a capacidade dos municípios de atender necessidades básicas da população, garantir bem-estar e ampliar oportunidades. Para isso, considera 57 indicadores sociais e ambientais divididos em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.

No caso de Curitiba, o desempenho elevado aparece principalmente em indicadores ligados a saneamento, moradia, educação e inclusão social. Segundo o scorecard do IPS, a capital paranaense teve nota 86,26 em Água e Saneamento e 92,42 em Moradia, dois dos melhores resultados da cidade.

Os dados do IBGE ajudam a explicar esse cenário. Curitiba possui cobertura de esgotamento sanitário de 96,91%, além de arborização em mais de 85% das vias públicas. A cidade também registra taxa de escolarização de 98,48% entre crianças de 6 a 14 anos e Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,823, considerado um dos mais altos do país.

Outro destaque da capital paranaense está no acesso ao conhecimento básico. No IPS, Curitiba alcançou nota 81,23 nesse componente, impulsionada por indicadores ligados à evasão escolar, reprovação e desempenho educacional.

Mesmo liderando o ranking nacional, a cidade ainda enfrenta desafios em áreas específicas. O componente de Saúde e Bem-estar recebeu nota 44,07, enquanto Direitos Individuais teve pontuação de 26,36, mostrando fragilidades relacionadas a inclusão, violência e acesso a direitos.

Já Porto Velho apresenta dificuldades principalmente em infraestrutura urbana e serviços básicos. No IPS, a capital de Rondônia registrou nota 35,42 em Água e Saneamento, um dos piores desempenhos do país nesse componente.

Os números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica) mostram que apenas 21,95% da população possui acesso a esgotamento sanitário adequado. A urbanização das vias públicas é de 21,7%, percentual muito inferior ao registrado em Curitiba.

A cidade também teve desempenho baixo em Segurança Pessoal, com nota 47,19, e em Qualidade do Meio Ambiente, que marcou 43,02 pontos no IPS. Entre os fatores analisados estão homicídios, mortes no trânsito, focos de calor e vulnerabilidade climática.

Na educação, Porto Velho aparece atrás da capital paranaense em indicadores como escolarização e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A cidade tem taxa de escolarização de 95,87% entre crianças de 6 a 14 anos e Ideb de 5,4 nos anos iniciais do ensino fundamental.

Apesar do resultado geral mais baixo, Porto Velho apresentou desempenho relativamente melhor no componente Acesso à Educação Superior, com nota 67,23, uma das áreas mais bem avaliadas da capital no IPS.

O levantamento visa mostrar que as diferenças entre as capitais vão além de renda ou tamanho econômico. Segundo a metodologia do IPS Brasil, o índice busca medir a capacidade dos municípios de atender necessidades básicas, garantir bem-estar e ampliar oportunidades para a população. O estudo considera dados públicos relacionados a moradia, educação, saúde, segurança, inclusão social e acesso a direitos.

Veja o ranking das capitais no IPS Brasil 2026

Fonte: CNN Brasil

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,01. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 19,08 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,9 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 124 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Pará (1), Paraíba (31), Paraná (16), Pernambuco (27), Rio de Janeiro (3), Roraima (6) e Sergipe (6).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,26 milhões de famílias estão na regra de proteção em maio. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706. Em maio, 159.248 novas famílias aumentaram a renda e ingressaram na regra de proteção.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Fonte: Agência Brasil

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Aneel aprova R$ 5,5 bilhões para reduzir conta de luz; veja regiões beneficiadas

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Consumidores de 22 distribuidoras de energia do país terão a conta de luz barateada. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) as regras para devolver até R$ 5,5 bilhões aos consumidores por meio de descontos nas contas de luz de clientes das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso e de partes de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Segundo a agência, o objetivo é aliviar o valor das tarifas em regiões que possuem custos mais altos de geração e distribuição de energia, especialmente em áreas isoladas que dependem de usinas movidas a diesel.

O desconto médio estimado nas tarifas pode chegar a 4,51%, mas o percentual final ainda dependerá do valor total arrecadado e dos reajustes tarifários de cada distribuidora ao longo de 2026.

De onde vem

Os recursos virão de um encargo chamado Uso de Bem Público (UBP), valor pago pelas usinas hidrelétricas à União pelo uso dos rios para geração de energia elétrica.

Na prática, embora o pagamento seja feito pelas geradoras, esse custo acaba sendo incluído nas tarifas cobradas pelas distribuidoras e repassado aos consumidores.

Até o início deste ano, esse pagamento era feito de forma parcelada pelas hidrelétricas dentro da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo usado para financiar políticas do setor elétrico.

Uma lei aprovada recentemente permitiu que as hidrelétricas antecipassem o pagamento dessas parcelas futuras com desconto de 50%. Em troca, o dinheiro arrecadado deverá ser usado para reduzir as tarifas de energia das áreas atendidas pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Como funcionará

A Aneel aprovou a metodologia de distribuição desses recursos entre as distribuidoras beneficiadas.

O critério busca equilibrar os efeitos dos descontos entre as concessionárias, levando em consideração o tamanho de cada mercado e os custos de energia em cada região.

Inicialmente, o governo estimava arrecadar até R$ 7,9 bilhões com a antecipação do UBP. No entanto, nem todas as geradoras aderiram ao acordo. Das 34 empresas elegíveis, 24 aceitaram antecipar os pagamentos, reduzindo a previsão final para cerca de R$ 5,5 bilhões.

O pagamento pelas hidrelétricas está previsto para julho. Depois disso, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) informará à Aneel o valor efetivamente arrecadado.

Só então a agência definirá os percentuais preliminares de desconto nas contas de luz.

Percentuais previstos

A Aneel trabalha atualmente com três cenários possíveis de desconto médio nas tarifas:

• arrecadação de R$ 4,5 bilhões: redução média de 5,81%;

• arrecadação de R$ 5 bilhões: redução média de 5,16%;

• arrecadação de R$ 5,5 bilhões: redução média de 4,51%.

Segundo a agência, o percentual efetivo aplicado a cada distribuidora dependerá dos processos de reajuste tarifário ao longo do próximo ano.

Quem será beneficiado

A medida alcança consumidores atendidos por distribuidoras localizadas:

•  nas regiões Norte e Nordeste

•  no Mato Grosso

•  em partes de Minas Gerais

•  em partes do Espírito Santo

A política beneficia consumidores chamados de “cativos”, que compram energia diretamente das distribuidoras e não participam do mercado livre de energia.

Desconto antecipado

Algumas distribuidoras começaram a utilizar parte desses recursos antes mesmo da arrecadação definitiva. As concessionárias da Neoenergia na Bahia e da Equatorial no Amapá pediram a antecipação dos valores durante seus processos tarifários.

A Amazonas Energia também recebeu R$ 735 milhões da repactuação. Segundo a Aneel, o reajuste médio aprovado para os consumidores da distribuidora ficou em 6,58%. Sem esse aporte financeiro, a alta chegaria a 23,15%.

Outras empresas ainda aguardam a liberação dos recursos para aplicar os novos descontos tarifários. Entre elas estão Enel Ceará, Roraima Energia, Energisa Rondônia e Energisa Acre.

Objetivo da medida

A Aneel afirma que a política busca reduzir o peso da conta de luz em regiões que possuem custos operacionais maiores e menor número de consumidores em comparação com outras partes do país.

Essas localidades costumam depender mais de geração térmica e de sistemas isolados, o que encarece a produção e a distribuição de energia elétrica.

Segundo a agência, o efeito dos descontos será incorporado gradualmente aos reajustes e revisões tarifárias das distribuidoras ao longo de 2026.

Fonte: Agência Brasil

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