Polícia
Jovem morre em grave acidente entre caminhão e carro de passeio na BR-421
Um grave acidente resultou na morte de Franciele Calderari de Souza, de 25 anos, após o veículo em que ela estava colidir frontalmente contra um caminhão nesta terça-feira (23). O acidente fatal ocorreu na BR-421, próximo ao km 54, em Ariquemes (RO).
De acordo com informações de testemunhas, Franciele estava dirigindo no sentido contrário ao caminhão quando tentou realizar uma ultrapassagem, colidindo de frente com o caminhão que vinha no sentido oposto. Com a forte batida, a jovem ficou presa às ferragens, não resistiu e morreu no local. O veículo pesado chegou a tombar e o motorista ficou ferido, sendo socorrido para o hospital em Ariquemes.

Ainda segundo informações, Franciele trabalhava no setor de eventos e prestava serviços também na região da Zona da Mata.
A PRF registrou a ocorrência de mais um acidente fatal nas rodovias de Rondônia.

Polícia
Passageira de motocicleta morre em grave acidente com caminhão
Um grave acidente de trânsito resultou na morte de uma mulher na manhã desta quarta-feira (14), na Avenida Carlos Gomes, no trecho situado entre as ruas Guanabara e João Goulart, localizado no bairro São Cristóvão, região central de Porto Velho.
A vítima trafegava como passageira em uma motocicleta Honda de 150 cilindradas conduzida por um homem. As informações preliminares indicam que ambos os veículos seguiam no mesmo sentido da via, em direção ao centro da capital rondoniense, quando houve a colisão com um caminhão limpa-fossa.
Com o impacto do acidente, a mulher sofreu graves ferimentos e não resistiu, tendo o óbito confirmado ainda no local. Equipes das forças de segurança e da perícia técnica foram acionadas para isolar a área e realizar os levantamentos de praxe.
As causas e as circunstâncias exatas que provocaram o acidente serão apuradas pelos órgãos de trânsito e pelas autoridades policiais competentes.
Polícia
13 pessoas são condenadas por esquema bilionário de tráfico de drogas
A Justiça Federal condenou 13 pessoas pelos crimes de tráfico internacional de drogas, promoção e integração de organização criminosa transnacional e associação para o tráfico. As penas privativas de liberdade individuais variam de 5 a 54 anos de reclusão, com a imposição de multas e o confisco de bens dos envolvidos.
A sentença atende aos pedidos formulados pelo Ministério Público Federal (MPF) em ação penal decorrente da Operação Hinterland. A decisão foi proferida por um colegiado de juízes da 22ª Vara Federal de Porto Alegre (RS), conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas.
Conduzidas pelo Grupo de Enfrentamento ao Crime Organizado do MPF (Gaeco) do Rio Grande do Sul, com o apoio do Gaeco Nacional na fase processual, as investigações revelaram que o grupo comercializou e movimentou de forma sistemática grandes quantidades de entorpecentes entre a América do Sul e a Europa.
Estima-se que, apenas entre novembro de 2020 e novembro de 2022, a estrutura tenha traficado mais de 14 toneladas de cocaína, movimentando cifras superiores a R$ 3 bilhões. A dosimetria (cálculo) das penas considerou o volume de drogas, a transnacionalidade das ações e a engenharia logística do esquema.
Logística e Lavagem de Ativos – A denúncia do MPF detalhou como a organização criminosa controlava toda a cadeia do tráfico, desde a produção de cocaína em laboratórios na Bolívia e na Colômbia até o armazenamento da droga no Brasil e no Paraguai e o envio por via marítima à Europa.
A rede também operava rotas terrestres e aéreas e transportava os entorpecentes em meio a cargas comerciais legítimas. Para isso, atuava em parceria com outras organizações criminosas dos Bálcãs, ligadas a máfias da Albânia e de Montenegro.
O esquema também contava com uma estrutura de lavagem de dinheiro que envolvia empresas legítimas e de fachada, com apoio jurídico e contábil. O sistema usava contas bancárias de passagem, operações clandestinas de câmbio (hawala) e contratos falsos para inserir na economia formal recursos provenientes do tráfico de drogas e ocultar os verdadeiros donos do patrimônio.
Provas e apreensões – Os elementos que basearam a denúncia foram obtidos inicialmente por meio de relatórios do Grupo de Análise de Dados de Inteligência de Tráfico Modal Marítimo da Polícia Federal e, também, a partir de informações da Receita Federal.
Com base nesses dados, o MPF atuou com a Polícia Federal para obter a autorização judicial para medidas investigativas como vigilâncias, quebras de sigilos bancário e fiscal, e interceptações telefônicas e telemáticas.
As investigações revelaram documentos, imagens, históricos de buscas, dados de geolocalização, além de mensagens de áudio e texto sobre as atividades do grupo em diferentes aplicativos de troca de mensagens. Posteriormente, por meio de cooperação jurídica internacional com a França, foram integrados dados de outro aplicativo criptografado.
As provas reunidas no processo vincularam os condenados a grandes apreensões de drogas no Brasil e no exterior. Entre os casos estão a apreensão de 4,6 toneladas de cocaína em uma embarcação pesqueira interceptada pela Marinha Francesa na costa da África; 2,7 toneladas armazenadas em um entreposto logístico em Pelotas (RS); 1,1 tonelada escondida em uma carga de tanino no Porto de Rio Grande (RS); e uma remessa de 1,7 tonelada parcialmente apreendida pela polícia alemã em Hamburgo.
Confisco de bens e prisões – A pedido do MPF, a sentença decretou o perdimento de todos os bens apreendidos ou bloqueados – incluindo imóveis, aeronaves, cotas de empresas, veículos e valores financeiros – em favor da União, reconhecendo-os como proveito direto das atividades ilícitas.
A Justiça também determinou a manutenção da prisão preventiva de vários condenados em regime fechado, parte deles no sistema penitenciário federal. A medida fundamentou-se na garantia da ordem pública e no risco de reiteração delitiva e de fuga, dada a rede de conexões transnacionais do grupo criminoso.
Fonte: MPF/RO
Polícia
Operação mira grupo suspeito de furtar transformadores de energia em Rondônia
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Ariquemes e com o apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Buritis, deflagrou, nesta terça-feira (13), a Operação “Fuga de Corrente”. A ação teve como objetivo desarticular uma associação criminosa especializada no furto de transformadores de energia elétrica e no repasse dos equipamentos a uma rede de receptação nos municípios de Ariquemes e Buritis.
A investigação teve início em julho deste ano, após o furto de dois transformadores pertencentes a uma empresa prestadora de serviços à concessionária de energia. As apurações apontaram que funcionários da própria empresa retiraram os equipamentos sem autorização e os repassaram a um terceiro indivíduo, responsável por coordenar o transporte e a entrega aos receptadores.
Ao todo, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão em endereços localizados nas cidades de Ariquemes e Buritis, todos expedidos pelo Poder Judiciário. Há indícios de que o grupo esteja envolvido em outros furtos de fios e transformadores na região. As investigações prosseguem para identificar novos suspeitos e recuperar o patrimônio subtraído.
O nome da operação, “Fuga de Corrente”, faz referência ao fenômeno elétrico em que a corrente escapa do circuito principal, em alusão ao desvio de equipamentos praticado de forma ilícita por colaboradores de dentro da própria empresa vítima.
A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a sociedade na repressão rigorosa aos crimes contra o patrimônio e na manutenção da ordem pública.
Denuncie! Informações sobre furtos e receptação de fios, cabos e transformadores podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais:
Disque-Denúncia: 197
WhatsApp: (69) 3216-8940
Fonte: Polícia Civil
