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Polícia

NÃO RESISTIU: Morre no hospital motorista envolvido em acidente entre duas carretas na BR-364

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Após ter sofrido um grave acidente próximo à Fazendinha, na BR-364, a 50 quilômetros da cidade de Ariquemes. Morre aos 27 anos de idade, um dos motoristas das duas carretas que colidiram.

O jovem identificado como Eduardo Pereira Vilas Boas, não resistiu aos ferimentos e morreu às 16h20 no hospital Municipal de Ariquemes. Ele era casado, trabalhava em uma fazenda em Cujubim e morava em Ariquemes, onde foi velado o corpo. Eduardo deixa esposa e dois filhos pequenos.

Na outra Carreta que estava seguindo em direção a Porto Velho levando uma carga de soja, estava um casal morador de Cerejeiras. Tanto o motorista, de 32 anos, e a mulher dele, estão fora de perigo.

De acordo com informações, o acidente aconteceu com quando um dos motoristas teria desviado de um buraco na pista em um trecho de reta no qual o DNIT está fazendo reparos, e acabou surpreendido pela outra carreta em sentido contrário.

Eduardo Pereira Vilas Boas ficou preso às ferragens, foi resgatado pela equipe do Samu, socorrido ao hospital municipal de Ariquemes mas infelizmente não resistiu aos ferimentos.

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Polícia

FICCO estoura depósito do tráfico e apreende 27 kg de drogas em Rondônia

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prendeu em flagrante, nessa segunda-feira (27/7), um homem pela suposta prática do crime de tráfico de drogas.

A equipe policial realizava diligências na região quando recebeu a informação de que um imóvel estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes por organização criminosa. Ao averiguar o local, os policiais visualizaram um homem transportando um volume suspeito e, diante do flagrante, entraram no imóvel.

No local, foram apreendidos tabletes de substâncias com características análogas à cocaína, ao crack e à maconha, totalizando aproximadamente 27 kg, cerca de 192 comprimidos de êxtase, uma planta com características semelhantes à maconha, balança de precisão, materiais utilizados para o fracionamento e para o acondicionamento de entorpecentes, cadernos com anotações, além de quantia em dinheiro em espécie.

O suspeito assumiu a propriedade do material. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi apresentado, com todo o material apreendido, à autoridade policial na Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante e adotadas as providências legais cabíveis. O material será submetido a exame pericial.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal (SENAPPEN).

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Civil procura homem desaparecido há mais de 20 dias

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), divulgou um pedido de apoio à população para localizar Adelson Lima de Moura, de 39 anos, que está desaparecido desde o dia 7 de julho de 2026, em Porto Velho.

De acordo com o registro da ocorrência, Adelson foi visto pela última vez por volta das 12h50, quando deixou o local onde trabalhava, no Parque da Cidade. Desde então, ele não retornou para casa e não manteve contato com familiares, que iniciaram buscas em diversos locais, mas não conseguiram encontrá-lo.

As diligências para localizar o desaparecido continuam sendo realizadas pela Polícia Civil, que pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para a localização de Adelson pode ser repassada de forma imediata pelos telefones 197, da Polícia Civil, 190, da Polícia Militar, ou ainda pelo WhatsApp (69) 3216-8940.

A polícia reforça que qualquer informação, por mais simples que pareça, pode ser importante para ajudar nas investigações e possibilitar que Adelson seja encontrado.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Mãe mata o próprio filho, esconde o corpo atrás de uma parede e mantém mentira por meses

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Uma mulher de 69 anos foi condenada à prisão perpétua nos Estados Unidos após confessar o assassinato do próprio filho e esconder o corpo atrás de uma parede falsa dentro de casa. Além de ocultar o cadáver, ela ainda fingiu por meses que a vítima estava viva, enviando mensagens e cartas para enganar familiares.

O caso ocorreu na cidade de Gulfport, no estado do Mississippi, e chamou a atenção pela complexidade da tentativa de ocultação do crime.

Corpo foi encontrado escondido dentro da casa

A vítima, John Allen Gaither, de 42 anos, foi encontrada morta em janeiro de 2024. O corpo estava dentro de uma caixa de madeira, escondida atrás de uma parede falsa construída na residência da mãe, identificada como Jerri Roby.

As investigações tiveram início após o irmão de John registrar seu desaparecimento junto às autoridades.

Inicialmente, Jerri afirmou que o filho havia viajado para o estado da Louisiana utilizando um carro por aplicativo. No entanto, a polícia não encontrou qualquer registro que confirmasse a suposta viagem.

Mensagens falsas tentavam manter a mentira

Com o passar do tempo, familiares passaram a receber cartas e mensagens de texto supostamente enviadas por John. Em uma delas, ele afirmava ter viajado para as Filipinas para conhecer uma mulher.

As versões contraditórias apresentadas pela mãe despertaram a desconfiança dos investigadores.

Segundo a promotoria, a idosa chegou a enviar mensagens em nome do filho, falsificar cartas e até convencer o namorado a telefonar para familiares fingindo ser John, numa tentativa de fazer todos acreditarem que ele ainda estava vivo.

Polícia encontrou provas da ocultação

Durante as investigações, os policiais também descobriram que Jerri Roby possuía uma condenação por outro homicídio ocorrido na década de 1990.

Com um mandado de busca, os agentes realizaram uma vistoria na residência e localizaram o corpo escondido atrás da parede falsa.

A autópsia apontou que John Allen Gaither foi morto com um tiro na nuca.

Além disso, os investigadores encontraram recibos de compra de sacos de areia, fita de vedação, palha e outros materiais que, segundo a acusação, foram utilizados para ocultar o cadáver.

Juiz rejeitou justificativa

Durante o julgamento, Jerri Roby confessou o crime, mas alegou que matou o filho por impulso para acabar com o sofrimento dele, que enfrentava um quadro de depressão.

O juiz, porém, rejeitou a justificativa. Para a Justiça, as diversas ações tomadas pela acusada para esconder o corpo e manter a falsa impressão de que o filho continuava vivo demonstraram planejamento e tentativa deliberada de encobrir o homicídio.

Fonte: Portal do ancorador

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